<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817</id><updated>2012-01-29T09:48:59.042+01:00</updated><title type='text'>À luz da Lua</title><subtitle type='html'>(cantos,contos e estados de alma de um Trovador)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>108</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7464086796345473209</id><published>2012-01-29T09:38:00.002+01:00</published><updated>2012-01-29T09:48:59.055+01:00</updated><title type='text'>Hoje é dia... daqueles que não se esquecem!</title><content type='html'>Cheguei no Fernando Pessoa. Melhor companhia não podia sonhar.&lt;br /&gt;Mas sonhei muito, sonho de pesadelo feito, sonhei muito. Antes e depois do Pessoa.&lt;br /&gt;Não queria, resisti, chorei, penei, pedi e perguntei.&lt;br /&gt;Era para para vir, vim. Cá estou ainda. O tempo passou, mais, mudou.&lt;br /&gt;Quatro anos! Parabéns! Desculpa. Sei lá o que dizer.&lt;br /&gt;Só sei que cheguei e cá estou. E o Pessoa está comigo e talvez me leve.&lt;br /&gt;Eu cá estou, tal como vim. Há quatro anos, no Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, hoje estou à luz da Lua!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7464086796345473209?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7464086796345473209/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7464086796345473209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7464086796345473209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7464086796345473209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2012/01/hoje-e-dia-daqueles-que-nao-se-esquecem.html' title='Hoje é dia... daqueles que não se esquecem!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4790848887853825401</id><published>2012-01-14T15:32:00.003+01:00</published><updated>2012-01-14T15:51:37.656+01:00</updated><title type='text'>A medo, confesso os meus medos I</title><content type='html'>O medo leva ao disfarce, leva à controversia.&lt;br /&gt;O medo leva à luta, luta de violencia.&lt;br /&gt;O medo cedo ou tarde leva à guerra.&lt;br /&gt;Viver com medo, viver no medo, é viver em terror.&lt;br /&gt;Seja que medo for, é não ser pleno.&lt;br /&gt;Os medos fazem parte do percurso.&lt;br /&gt;Há medos que impedem percurso, e&lt;br /&gt;Há percursos que só se fazem a medo...&lt;br /&gt;Libertar-me dos medos pode fazer-me mais eu.&lt;br /&gt;Mas quem serei eu sem os meus medos?&lt;br /&gt;Nunca me conheci sem medo!&lt;br /&gt;Mas hoje tenho um medo maior.&lt;br /&gt;O medo de não ser eu.&lt;br /&gt;E não sendo eu, quem é este que tanto te ama?!&lt;br /&gt;A medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom dia, à luz da Lua!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4790848887853825401?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4790848887853825401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4790848887853825401&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4790848887853825401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4790848887853825401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2012/01/medo-confesso-os-meus-medos-i.html' title='A medo, confesso os meus medos I'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2228053322595069710</id><published>2012-01-10T23:32:00.000+01:00</published><updated>2012-01-10T23:32:00.866+01:00</updated><title type='text'>De tanto te querer</title><content type='html'>De tanto querer falar, acabo por parecer não saber ouvir.&lt;br /&gt;De tanto querer ajudar, acabo por parecer querer baralhar.&lt;br /&gt;De tanto sentir falta, acabo a sentir-me ainda mais longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias assim e dias haverá para ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo assim, bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2228053322595069710?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2228053322595069710/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2228053322595069710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2228053322595069710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2228053322595069710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2012/01/de-tanto-te-querer.html' title='De tanto te querer'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-801541549474145149</id><published>2011-11-08T21:35:00.002+01:00</published><updated>2011-11-08T22:21:14.694+01:00</updated><title type='text'>Razão, razões, a tristeza ou quem disse que ia ser fácil</title><content type='html'>Há já muitos anos que prezo e cultivo a capacidade de tudo aceitar desde que compreenda. Independentemente de gostar ou não do facto, desde que o compreenda, aceito-o.&lt;br /&gt;Esta capacidade não tem feito, per si, de mim uma pessoa mais feliz. Também não tem contribuido para fazer de mim uma pessoa mais triste. Apenas tem contribuido para que seja uma pessoa mais persistente na busca da razão, ou das razões. Como que uma idade dos porquês permanente. Sim, para mim as razões importam mais que os factos em si. As razões e a sua compreensibilidade, pois nem todas as razões são dotadas de compreensibilidade. De forma simples, as razões sem compreensibilidade normalmente são aquelas que comumente designamos como "as nossas razões" e que também normalmente só os próprios são capazes de compreender, sem sequer tentar dar-lhes compreensibilidade para terceiros. E essas não são portanto verdadeiras razões, pois a falta de compreensibilidade para terceiros transforma-as em meras desculpas ou escusas, não entendíveis à luz da razão comum e logo não aceitáveis.&lt;br /&gt;Não quero com isto dizer, que por vezes, por força de sentimentos e fortes afectos, não me esforce por entender as razões incompreensíveis dos que amo ou respeito. Claro que sim, acho até que todos o fazemos, quase sempre sem sucesso, mas quase sempre aceitando-as mesmo assim. E é talvez esse aceitar sem compreender, que pode fazer uma pessoa mais feliz ou muito mais triste. É o risco da acção sem razão que normalmente quem ama aceita, mesmo sem encontrar racionalidade nessa aceitação. Troca-se a razão pela vontade. Tenho tanta vontade de aceitar que abdico de encontrar razões para isso.&lt;br /&gt;Mas não se vivem da mesma forma os factos aceites sobre razões compreensíveis daqueles que aceitamos por vontade de aceitar. Os primeiros normalmente depois de aceites raramente são questionados, os segundos estão sempre sob escrutínio. Da razão e da vontade. E se é verdade que a vontade faz perder a razão, embora mais raramente, a razão também faz perder a vontade.&lt;br /&gt;Mas como nada se alcança sem esforço, nada se alcança sem a sua dose de risco, aceito a tristeza do momento, pela vontade que tenho de ser feliz. Com ou sem razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui fico, aqui persisto. à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-801541549474145149?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/801541549474145149/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=801541549474145149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/801541549474145149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/801541549474145149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/11/razao-razoes-tristeza-ou-quem-disse-que.html' title='Razão, razões, a tristeza ou quem disse que ia ser fácil'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-948380119742701796</id><published>2011-11-07T23:31:00.004+01:00</published><updated>2011-11-08T00:13:46.605+01:00</updated><title type='text'>Narciso aprende lição</title><content type='html'>Cada vez mais descubro que ainda não perdi a capacidade de aprender. Aliás, descubro o quanto tenho aprendido sobre o mais complicado dos temas, eu.&lt;br /&gt;Pensava que sabia o que era sentir, e realmente sei. Pensava saber o que era sentir a falta, e redescobri que também sei. Desconhecia o que era sentir não fazer falta, agora sei.&lt;br /&gt;A velha máxima afinal mostra-se-me no seu sentido práctico. "Vivendo e aprendendo". E eu aplico os conhecimentos adquiridos, usando a Lei de Lavoisier (conhecimento adquirido há uns tempos atrás). E se nada se perde e tudo se transforma, vou aprender até morrer. Afinal, ninguém é perfeito. Nem sequer eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim aprendendo, vou ficando à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-948380119742701796?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/948380119742701796/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=948380119742701796&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/948380119742701796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/948380119742701796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/11/narciso-aprende-licao.html' title='Narciso aprende lição'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-520809292899480229</id><published>2011-09-29T22:49:00.002+02:00</published><updated>2011-09-29T22:59:03.395+02:00</updated><title type='text'>Por vezes complico</title><content type='html'>Nada mudou.&lt;br /&gt;Tudo hoje está como estava ontem.&lt;br /&gt;Tudo está como tem que estar. Está como deve estar.&lt;br /&gt;Tudo está no seu sítio. Nada está ou estava por esclarecer.&lt;br /&gt;Tudo é claro, tudo está e estava compreendido.&lt;br /&gt;Nada mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas há dias em que a emoção me faz trocar o tudo e o nada.&lt;br /&gt;Mas no fim, tudo fica como merece ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu julgo merecer ficar aqui, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-520809292899480229?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/520809292899480229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=520809292899480229&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/520809292899480229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/520809292899480229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/09/por-vezes-complico.html' title='Por vezes complico'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-6415234835831605851</id><published>2011-09-27T00:13:00.003+02:00</published><updated>2011-09-27T00:35:05.875+02:00</updated><title type='text'>Momentos</title><content type='html'>Há momentos das nossas vidas que nunca se esquecem. Não por serem particularmente diferentes, não por serem particularmente especiais. Apenas porque transformam o momento em que acontecem em algo mais que diferente ou especial. Apenas porque nos fazem anos mais tarde recuar a esses momentos. E isso, como quase tudo o que não se explica, tem algo de místico, de Fé, de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um final de tarde, uma auto estrada a caminho do Alentejo, duas almas inquietas, duas mãos que se tocam e quatro olhos que chorando sorriem a ouvir um verso cantado num CD recentemente comprado.&lt;br /&gt;O momento consegue-se descrever desta forma simples. Os sentimentos do momento não se explicam e por isso não se esquecem, tal como o poema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sei de cor cada lugar teu&lt;br /&gt;atado em mim, a cada lugar meu&lt;br /&gt;tento entender o rumo que a vida nos faz tomar&lt;br /&gt;tento esquecer a mágoa&lt;br /&gt;guardar só o que é bom de guardar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa em mim protege o que eu te dou&lt;br /&gt;Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou&lt;br /&gt;sem ter defesas que me façam falhar&lt;br /&gt;nesse lugar mais dentro&lt;br /&gt;onde só chega quem não tem medo de naufragar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica em mim que hoje o tempo dói&lt;br /&gt;como se arrancassem tudo o que já foi&lt;br /&gt;e até o que virá e até o que eu sonhei&lt;br /&gt;diz-me que vais guardar e abraçar&lt;br /&gt;tudo o que eu te dei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que a vida mude os nossos sentidos&lt;br /&gt;e o mundo nos leve pra longe de nós&lt;br /&gt;e que um dia o tempo pareça perdido&lt;br /&gt;e tudo se desfaça num gesto só&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu Vou guardar cada lugar teu&lt;br /&gt;ancorado em cada lugar meu&lt;br /&gt;e hoje apenas isso me faz acreditar&lt;br /&gt;que eu vou chegar contigo&lt;br /&gt;onde só chega quem não tem medo de naufragar"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-6415234835831605851?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/6415234835831605851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=6415234835831605851&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6415234835831605851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6415234835831605851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/09/ha-momentos-das-nossas-vidas-que-nunca.html' title='Momentos'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7580400488556113873</id><published>2011-09-19T20:57:00.002+02:00</published><updated>2011-09-19T21:04:57.173+02:00</updated><title type='text'>Sem título neste tempo</title><content type='html'>O tempo passa. O tempo muda.&lt;br /&gt;Sempre muda. Será que passa?&lt;br /&gt;Mas sempre dura, sempre marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estejam bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7580400488556113873?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7580400488556113873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7580400488556113873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7580400488556113873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7580400488556113873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/09/sem-titulo-neste-tempo.html' title='Sem título neste tempo'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8580956791104193151</id><published>2011-03-26T03:04:00.003+01:00</published><updated>2011-03-26T03:34:50.347+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Há sempre metade que quer muito e outra metade que nada quer. Há sempre metade que quer em frente correr e outra metade que em força quer desertar. (acredito eu)&lt;br /&gt;E eu, que sempre fui feito de metades, mais de duas, umas vezes de três ou mais, outras apenas de uma, hoje sinto-me metade da vontade de algo inteiro que procuro mas que tem uma outra metade com vontade e sentir que, felizmente não domino porque  sendo mais inteligente que eu o não permite mesmo que a custo, e por isso me faz não só ressentir como metade, como também sabendo ser sempre e apenas metade, desejar que metade continue a ser daquilo que em sonhos antigos julguei um dia poder ser inteiro.&lt;br /&gt;Caindo talvez em erro comum, pelo menos comum para mim, na procura de ilustração para a prosa supra escrita, e não tendo qualquer vocação para as artes, encontro uma vez mais amparo nos lusófonos poetas, reis e senhores da arte de transformar as suas palavras nos sentimentos arrojados e por vezes acobardados de todos ou apenas de este trovador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que a força do medo que tenho&lt;br /&gt;Não me impeça de ver o que anseio;&lt;br /&gt;Que a morte de tudo em que acredito&lt;br /&gt;Não me tape os ouvidos e a boca;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é o que eu grito,&lt;br /&gt;Mas a outra metade é silêncio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a música que eu ouço ao longe&lt;br /&gt;Seja linda, ainda que tristeza;&lt;br /&gt;Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada&lt;br /&gt;Mesmo que distante;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é partida&lt;br /&gt;Mas a outra metade é saudade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que as palavras que eu falo&lt;br /&gt;Não sejam ouvidas como prece&lt;br /&gt;E nem repetidas com fervor,&lt;br /&gt;Apenas respeitadas como a única coisa que resta&lt;br /&gt;A um homem inundado de sentimentos;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é o que ouço&lt;br /&gt;Mas a outra metade é o que calo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que essa minha vontade de ir embora&lt;br /&gt;Se transforme na calma e na paz que eu mereço;&lt;br /&gt;E que essa tensão que me corrói por dentro&lt;br /&gt;Seja um dia recompensada;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é o que penso&lt;br /&gt;Mas a outra metade é um vulcão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o medo da solidão se afaste&lt;br /&gt;E que o convívio comigo mesmo&lt;br /&gt;Se torne ao menos suportável;&lt;br /&gt;Que o espelho reflita em meu rosto&lt;br /&gt;Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é a lembrança do que fui,&lt;br /&gt;A outra metade eu não sei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que não seja preciso mais do que uma simples alegria&lt;br /&gt;para me fazer aquietar o espírito&lt;br /&gt;E que o teu silêncio me fale cada vez mais;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é abrigo&lt;br /&gt;Mas a outra metade é cansaço...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a arte nos aponte uma resposta&lt;br /&gt;Mesmo que ela não saiba&lt;br /&gt;E que ninguém a tente complicar&lt;br /&gt;Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;&lt;br /&gt;Porque metade de mim é platéia&lt;br /&gt;E a outra metade é canção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que a minha loucura seja perdoada&lt;br /&gt;Porque metade de mim é amor&lt;br /&gt;E a outra metade... também ."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Metade de Oswaldo Montenegro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei de alguém, que se ainda me lêr, irá repetir que sou demasiado intenso, bom de lêr, mas que lhe roubo precioso tempo para entender. Sei de alguém que me irá lêr e relêr mais que o dobro da metade das vezes que mereço, e no fim não me irá entender.&lt;br /&gt;Por isso eu escrevo, por isso eu amo. Inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem , à Luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8580956791104193151?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8580956791104193151/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8580956791104193151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8580956791104193151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8580956791104193151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/03/ha-sempre-metade-que-quer-muito-e-outra.html' title=''/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1322744435696959652</id><published>2011-02-14T22:04:00.002+01:00</published><updated>2011-02-14T22:12:00.896+01:00</updated><title type='text'>Recordar São Valentim</title><content type='html'>Um Bispo que por desobediência ao Imperor romano, este queria formar um grande exército e por isso proibiu os casamentos no Império, foi condenado à morte. Enquanto aguardava a execução da pena era visitado por uma jovem invisual pela qual se apaixonou. Ele foi decapitado, ela retomou a visão e o Imperador lá partiu para a guerra.&lt;br /&gt;Esta história dava para variadíssimas dissertações, sobre quase tudo.&lt;br /&gt;Mas a melhor homenagem que posso fazer ao hoje Santo, no seu dia de evocação, é dizer apenas: Amo-te!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje e sempre, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1322744435696959652?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1322744435696959652/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1322744435696959652&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1322744435696959652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1322744435696959652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2011/02/recordar-sao-valentim.html' title='Recordar São Valentim'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3260134970739484746</id><published>2010-10-25T22:54:00.004+02:00</published><updated>2010-10-26T00:31:48.283+02:00</updated><title type='text'>Como um a "Adeus a Lénine" se mistura com os ensinamentos do verdadeiro Vladimir Ilitch nas minhas eternas trovas à Lua</title><content type='html'>Em 2003 assisti a um daqueles filmes a que dou lugar de destaque na mítica (para mim, claro está) prateleira dos "filmes da minha vida". Já o revi algumas vezes (não digo muitas pois acho que nunca serão demais) em momentos distintos destes últimos sete anos de percurso, só e em diversas companhias e com diferentes estados de espírito. Em cada um desses visionamentos vislumbrei algum pormenor que me tinha escapado anteriormente, em cada um deles descobri algo mais sobre alguma particularidade do momento histórico retratado, em todos eles me deslumbrei com a crueza com que Wolfgang Becker se utiliza de uma história pouco verosível de amor de um filho pela sua mãe "casada com a Pátria"para introduzir contemporâneas personagens reais num mundo imaginário que apenas recria o jogo de mentiras do próprio regime que manipulava factos reais para manter todo um país na esperança de um futuro grandioso que nunca chegou, ou poderá ainda estar por vir, a acreditar no fim irónico que Becker nos propociona com a estrela vermelha que se reconstrói.&lt;br /&gt;Passada a fase da crítica cinematográfica, jamais isenta mas que nunca consigo evitar (talvez por isso restem poucas pessoas que acedam a revisitar o filme comigo), chegamos ao que hoje interessa para a Trova. A tal história de Amor do filho pela sua mãe, que atrás na crítica disse ser pouco verosível, mas que agora devidamente contextualizada (ou descontextualizada, nunca sei) pretendo que seja trave mestra das linhas seguintes.&lt;br /&gt;Kathrin era fervorosa defendora do regime, quase como que devota dessa espécie de religião política que prometia o "Céu" da igualdade entre todos os que se mantinham encarneiradamente afastados de todos os perigos do desenvolvimento e do pensamento livre. Via e respirava pelos olhos e pulmões do partido único. Nada mais lhe fazia sentido que não a obediência e a manutenção da esperança pela "salvação" prometida por Honecker e companhia. Assim nasceu, assim casou e enviuvou, tentou educar os seus filhos. Durante um dos rotineiros desfiles comemorativos da sua "Fé" sofreu um ataque cardíaco. Ficou hospitalizada em coma durante os meses necessários a que o "seu" regime caísse com um muro que lhe dividia a cidade e a apartava de todos os males. Ela não o viu, não o sabia. O filho Alexander com receio de que o choque com a realidade após o despertar do coma pudesse der fatal à mãe recriou no apartamento da família uma verdade que já não existia. Fêz com que tudo se mantivesse tal e qual como a sua mãe acreditava e gostava de viver. Com o muro firme dos dois lados da Brandenburger Tor, com o noticiário da televisão estatal, com as habituais conservas na despensa e um mundo livre de Coca-Cola. Por amor à sua mãe criou todo um enredo, um filme dentro do filme (ups, resvalei para a crítica), apenas para a fazer feliz e para se sentir feliz ao vê-la feliz, mesmo que artificialmente e ele a saber que tudo era artificial, mas desde que ela não sofresse, ele tudo faria para manter a devida ordem nas coisas (tal como o anterior regime fazia por ele). Arregimentou colaborações, engendrou estratagemas, mentiu a dizer a verdade e disse verdades a mentir. Por Amor e pela Felicidade da mãe tudo lhe parecia justificar-se e justificado.&lt;br /&gt;Mas o Mundo não voltou atrás na sua vil mudança evolutiva. E obviamente um dia a mãe confrontou-se com um Lénine que voava por cima da sua cabeça para longe da sua vista, quiçá da sua vida. Mas o confronto com a realidade, embora a intenção fosse evitá-lo a todo o custo aconteceu de forma gradual. E ela aguentou. Sobreviveu. Alexander teve sucesso no seu insucesso de manter real uma mentira, cheia de Amor.&lt;br /&gt;Nas nossas vidas apressadas quantas vezes somos Alexander? Quantas vezes decidimos "chutar" para a frente a realidade, iludidos mesmo que por Amor, que ela não nos vai voar diante dos olhos? Quantas vezes criamos e recriamos mundos para tentar fazer e ser felizes? Damos passos apressados em direcção a um sucesso sonhado e querido?&lt;br /&gt;Talvez a maior das ironias desta Trova (que já vai longa e sem sentido definido, dirão) seja que o ensinamento para evitar os desmandos do coração e até mesmo da razão foi dado pelo próprio Vladimir Ilitch Lénine em 1921 quando implementou a sua Nova Política Económica : "às vezes há que dar um passo atrás para depois poder dar dois em frente".&lt;br /&gt;Faz sentido? Talvez não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem, à Luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3260134970739484746?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3260134970739484746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3260134970739484746&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3260134970739484746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3260134970739484746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2010/10/como-um-adeus-lenine-se-mistura-com-os.html' title='Como um a &quot;Adeus a Lénine&quot; se mistura com os ensinamentos do verdadeiro Vladimir Ilitch nas minhas eternas trovas à Lua'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2728152153825254538</id><published>2010-09-07T19:18:00.003+02:00</published><updated>2010-09-07T19:39:48.589+02:00</updated><title type='text'>"Assi que co mal cresce a causa dele" ou como diria um outro Trovador : "Encosta-te a mim"</title><content type='html'>De um recanto encantado do Classicismo Português, saiu-me hoje este pensador do pastoreio, do sempre intemporal Luis Vaz de Camões.&lt;br /&gt;O pensamento embebido e a vontade do clássico pastor, acompanha-me hoje neste recanto da moderna Germânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Indo o triste pastor todo embebido&lt;br /&gt;na sombra de seu doce pensamento,&lt;br /&gt;tais queixas espalhava ao leve vento&lt;br /&gt;cum brando suspirar da alma saído:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A quem me queixarei, cego, perdido,&lt;br /&gt;pois nas pedras não acho sentimento?&lt;br /&gt;Com quem falo? A quem digo meu tormento&lt;br /&gt;que onde mais chamo, sou menos ouvido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! bela Ninfa, porque não respondes?&lt;br /&gt;Porque o olhar-me tanto me encareces?&lt;br /&gt;Porque queres que sempre me querele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quanto mais te vejo, mais te escondes!&lt;br /&gt;Quanto mais mal me vês, mais te endureces!&lt;br /&gt;Assi que co mal cresce a causa dele»"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, que fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2728152153825254538?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2728152153825254538/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2728152153825254538&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2728152153825254538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2728152153825254538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2010/09/assi-que-co-mal-cresce-causa-dele-ou.html' title='&quot;Assi que co mal cresce a causa dele&quot; ou como diria um outro Trovador : &quot;Encosta-te a mim&quot;'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8765506089681514384</id><published>2010-05-22T02:02:00.000+02:00</published><updated>2010-05-22T02:06:39.304+02:00</updated><title type='text'>Humildemente, hoje mais que apenas entro.</title><content type='html'>Faz já mais de um ano que nada escrevo nesta "Luz da Lua".&lt;br /&gt;Não passa um dia que cá não venha. Não passa quase uma só hora.&lt;br /&gt;Como se espera-se que algo por cá aparecesse escrito, sem eu o escrever.&lt;br /&gt;Como se aguarda-se que a própria "Luz" toma-se Vida e ela própria se conta-se, se escrevesse.&lt;br /&gt;E tanto que teria para contar. Neste ano, tanto que poderia ter escrito.&lt;br /&gt;Ela se o pudesse. Eu se o tivesse conseguido.&lt;br /&gt;Hoje ousei mais que entrar e olhar a "Luz da Lua".&lt;br /&gt;Hoje estou a conseguir mais que apenas contemplar. Como nunca deixei de fazer.&lt;br /&gt;Hoje entro, contemplo e ofereço à Lua uma Ode!&lt;br /&gt;Sim, uma Ode. Lembram-se? Princípio e único fim desta minha "Luz": Cantar a e à Lua!&lt;br /&gt;E faz tanto bem, conseguir por fim voltar ao princípio. Voltado à Lua, voltando ao Poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.&lt;br /&gt;Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos&lt;br /&gt;Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.&lt;br /&gt;(Enlacemos as mãos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois pensemos, crianças adultas, que a vida&lt;br /&gt;Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,&lt;br /&gt;Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,&lt;br /&gt;Mais longe que os deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.&lt;br /&gt;Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.&lt;br /&gt;Mais vale saber passar silenciosamente&lt;br /&gt;E sem desassosegos grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,&lt;br /&gt;Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,&lt;br /&gt;Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,&lt;br /&gt;E sempre iria ter ao mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,&lt;br /&gt;Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,&lt;br /&gt;Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro&lt;br /&gt;Ouvindo correr o rio e vendo-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as&lt;br /&gt;No colo, e que o seu perfume suavize o momento —&lt;br /&gt;Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,&lt;br /&gt;Pagãos inocentes da decadência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois&lt;br /&gt;Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,&lt;br /&gt;Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos&lt;br /&gt;Nem fomos mais do que crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,&lt;br /&gt;Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.&lt;br /&gt;Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,&lt;br /&gt;Pagã triste e com flores no regaço. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem Sentar-te Comigo, Lídia, à Beira do Rio&lt;br /&gt;Ricardo Reis, in "Odes"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso saudades. Que falta sentia de poder despedir-me assim: Fiquem bem, à Luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8765506089681514384?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8765506089681514384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8765506089681514384&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8765506089681514384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8765506089681514384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2010/05/humildemente-hoje-mais-que-apenas-entro.html' title='Humildemente, hoje mais que apenas entro.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-778945716362220387</id><published>2009-05-02T18:07:00.003+02:00</published><updated>2009-05-02T18:15:36.806+02:00</updated><title type='text'>Pergunta nessita de resposta vivida a dois!</title><content type='html'>Será que o Passado se aguenta enterrado quando o Presente vive com a alegria de um moribundo e se quer muito um Futuro vivo e cheio de Paixão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei a resposta que quero dar, mas o pior que se pode fazer é dar por adquirido aquilo que não se questiona, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-778945716362220387?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/778945716362220387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=778945716362220387&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/778945716362220387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/778945716362220387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/05/pergunta-nessita-de-resposta-vivida.html' title='Pergunta nessita de resposta vivida a dois!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3668337278776101920</id><published>2009-04-23T00:35:00.002+02:00</published><updated>2009-04-23T00:45:56.791+02:00</updated><title type='text'>Só me apetece</title><content type='html'>Quando penso em ti, só me apetece, correr. Para ti.&lt;br /&gt;Quando sonho contigo, só me apetece, sonhar. Contigo.&lt;br /&gt;Quando acordo, só me apetece, olhar. Para ti.&lt;br /&gt;Quando estou sozinho, só me apetece, estar. Contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando te sinto, só me apetece, parar. O tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, olho e sonho estar a correr para te sentir. Amanhã quer acordar e continuar a viver o sonho. Contigo aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até amanhã. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3668337278776101920?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3668337278776101920/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3668337278776101920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3668337278776101920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3668337278776101920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/04/so-me-apetece.html' title='Só me apetece'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8274543572325430547</id><published>2009-04-06T16:06:00.002+02:00</published><updated>2009-04-06T16:21:48.234+02:00</updated><title type='text'>Trova do Amor injusto</title><content type='html'>Perco vida de cada vez que te vejo o olhar triste.&lt;br /&gt;Perco vida de cada vez que te sinto a chorar por dentro.&lt;br /&gt;Perco vida a cada vez que me sinto impotente em te oferecer dias mais coloridos.&lt;br /&gt;Não aceito esta vida em que tanto Amor afinal não traz nem felicidade, nem sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ganhes ânimo, que ganhes coragem, que ganhes sorriso.&lt;br /&gt;Se para isso tiveres que ganhar também outros mundos, mesmo que longe,&lt;br /&gt;Estou preparado para chorar e nos secarmos as lágrimas,&lt;br /&gt;E sabendo-te mais feliz, continuar a amar-te, recuperando vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei sempre aqui. À tua luz, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8274543572325430547?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8274543572325430547/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8274543572325430547&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8274543572325430547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8274543572325430547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/04/trova-do-amor-injusto.html' title='Trova do Amor injusto'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4690385060132205810</id><published>2009-03-18T19:33:00.002+01:00</published><updated>2009-03-18T19:57:34.392+01:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>Não compreendo. E já só quero compreender.&lt;br /&gt;Que posso mais fazer? Que tenho feito mal ou de forma insuficiente?&lt;br /&gt;Porque estou a ser derrotado nesta minha luta de sempre? Porque te foge o sorriso e a convicção?&lt;br /&gt;Porque me sinto impotente até para continuar a persistir? Se me parece que estou sempre a errar, quando não por defeito, por excesso, mas sempre em erro impotente, que insiste em persistir.&lt;br /&gt;Apenas porque um dia sonhei. E beijei. E esse sonho, feito beijo eterno, és tu. Feliz.&lt;br /&gt;E escapa-me o motivo de tanta amargura, de tanto não ser feliz.&lt;br /&gt;Só queria compreender. Fazer parte da solução. Não me quero sentir problema.&lt;br /&gt;Chega de tristeza. Não merecemos. Assim até parece que nada tem valor. Que nada foi tão dificilmente conquistado, com tanto Amor. E foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas gostava que um sorriso doce, que uma palavra acertiva, que um suspiro quente, me ajudasse a entender. Eu, ainda assim, continuarei a acreditar, a persistir. E não aceito que seja num erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso de ti. De sorrir contigo. De vez! Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4690385060132205810?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4690385060132205810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4690385060132205810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4690385060132205810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4690385060132205810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='...'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3547905497612366986</id><published>2009-03-12T00:40:00.000+01:00</published><updated>2009-03-12T00:41:34.582+01:00</updated><title type='text'>Ocupa-te! Mas não te preocupes Lua! Conheces a sua força!</title><content type='html'>Amarmos alguém, é talvez antes de tudo, amar aquilo e antes ainda, aqueles que ama quem dizemos amar. Não há forma de respeitar a personalidade e os hábitos, os defeitos e feitos, ou de amar com confiança justa e cega alguém quantas vezes tão diferente de nós, se antes não soubermos ou quizermos respeitar e amar aqueles que fizeram da pessoa amada aquilo que ela hoje é para nós.&lt;br /&gt;Por muito que nos queiramos iludir, ou besuntar em cremes e cansar em fitness, no fundo temos consciência, e por a termos é que nos iludimos e besuntamos e cansamos, que ao contrário do que o Brad Pitt e companhia ainda agora nos fazem sonhar, a vida tem o seu caminho a fazer, em cada um de nós. E está a fazê-lo. Esta coisa dos blogs, principalmente aqueles como o meu, que nascem e existem e resistem, não apenas mas principal e fundacionalmente para cantar um grande amor, é coisa de gente, como eu, acima dos trinta e a caminho de um meio de existência que não queremos vazio. Por isso tudo fazemos para passar mensagem. Mais novos, tinhamos outras armas.&lt;br /&gt;Se nós estamos a começar a sentir o peso do besunto e do cansaço, se tentamos inovar nas formas e nos meios de nos fazermos compreender e de lutar pelos sonhos, então é natural que aqueles que amamos e nos fizeram e criaram, educaram e se sacrificaram por nós, que deram muito deles para nós apenas conseguirmos ser um pouco do que nos deram - e quantas vezes do que continuam a ser- é natural, que o caminho se esteja a tornar para eles, infelizmente e impotentemente para nós, ainda mais sinuoso, de altos e baixos, ainda mais cansativo, de lutas e batalhas. Mas nos olhos deles, ainda mais emotivo, porque simplesmente cada dia é mais uma vitória. Porque simplesmente cada sorriso ou simples presença nossa ou palavra ou gesto que tenhamos tempo, é um troféu de vida.&lt;br /&gt;Mas convém - principalmente a nós - que não esqueçamos que muitos, muitos, dos nossos "heróis", quantos deles sem aspas, não se resignam aos sinais da passagem dos anos. Não se resignam apenas a abusar do besunto e do fitness, que valorizam cada vez mais a sua participação activa em sociedade, que conseguem dar, sempre cada vez mais conscientemente, mais de si, aqueles que amam, nem que seja um dia, apenas a sua confiança, a sua presença, o seu saber, o seu beijo de carinho.&lt;br /&gt;Se é normal - se é que existe normalidade possivel nisto - que com o passar dos anos cresça em nós um medo inexplicavel de ficar sem os que amamos e nos ensinaram a amar, também é, ou devia ser, tão ou mais normal, que aproveitássemos e nos "banquetiassemos" com cada minuto da presença do seu carinho e do seu exemplo.&lt;br /&gt;E se há algo que ouço dos "meus velhos", é que só se arrepende do que não fizeram ou tiveram tempo para fazer. Curioso como eu, também já digo o mesmo, reconheço que quantas vezes, sem saber o que digo ou porque o digo.&lt;br /&gt;Deixo-vos com uma velha conhecida. A cantar um hino, um verdadeiro hino, a uma das maiores riquezas das nossas vidas - e daqueles a quem hoje amamos perdidamente - &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=68ftia_stEY"&gt;um hino escrito e composto por eles, para eles, e com um pormenor importante que a maioria desconhece, com eles. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gostar de quem gosta de nós, é uma das maiores, e para quantos a mais díficil, prova de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada mostra de debilidade, nasce uma prova de força, de Amor. Saibamos acompanhar a primeira e aprender em júbilo a segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Parado e atento à raiva do silêncio&lt;br /&gt;De um relógio partido e gasto pelo tempo&lt;br /&gt;Estava um velho sentado no banco de um jardim&lt;br /&gt;A recordar fragmentos do passado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na telefonia tocava uma velha canção&lt;br /&gt;E um jovem cantor falava na solidão&lt;br /&gt;Que sabes tu do canto de estar só assim&lt;br /&gt;Só e abandonado como o velho do jardim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olhar triste e cansado procurando alguém&lt;br /&gt;E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém&lt;br /&gt;Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver&lt;br /&gt;A imagem da solidão que irão viver&lt;br /&gt;Quando forem como tu&lt;br /&gt;Um velho sentado num jardim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passam os dias e sentes que és um perdedor&lt;br /&gt;Já não consegues saber o que tem ou não valor&lt;br /&gt;O teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim&lt;br /&gt;Para dares lugar a outro no teu banco do jardim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olhar triste e cansado procurando alguém&lt;br /&gt;E a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém&lt;br /&gt;Sabes eu acho que todos fogem de ti prá não ver&lt;br /&gt;A imagem da solidão que irão viver&lt;br /&gt;Quando forem como tu&lt;br /&gt;Um resto de tudo o que existiu&lt;br /&gt;Quando forem como tu&lt;br /&gt;Um velho sentado num jardim"&lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As melhoras "yaya"! O Mundo, e este meu mundo Lunar, precisa muito de tu sonrisa. E sem essa tosse. És uma prova da inigualável necessidade que os nossos nos fazem, até aqueles que te amam porque um dia se apaixonaram por um dos teus, no caso uma das tuas, que tiveste a sorte de nos proporcionar uma família de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri uma excepção, hoje esta trova só é Lunar, por interposta pessoa. A mais importantes das "interpostas". Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3547905497612366986?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3547905497612366986/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3547905497612366986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3547905497612366986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3547905497612366986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/03/ocupa-te-mas-nao-te-preocupes-lua.html' title='Ocupa-te! Mas não te preocupes Lua! Conheces a sua força!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7006659263104973360</id><published>2009-03-05T00:46:00.003+01:00</published><updated>2009-03-05T01:54:42.426+01:00</updated><title type='text'>Tarir? Contigo? Nunca!</title><content type='html'>Sem hipocrísias.&lt;br /&gt;Sem falsos estar bem com Deus e o Diabo.&lt;br /&gt;Sem faltas conosco, com o outros.&lt;br /&gt;Sem a sempre presente consciência do erro, da falha, da culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hablemos de sexo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo tem várias consequências, o prazer é apenas uma delas. A mais fácil. E quantas vezes a mais díficil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vontade, querer, amar , desejar, sentir, sugar, engolir, tarir, esconder, sonegar, transparecer ou não, ser, viver ou parecer, possuir e sê-lo, gritar e abafar, ruminar e regurgitar, adormecer e acordar, não adormecer e recomeçar, ser e deixar ser, ter uma vida ou ter mais que uma só, uma noite ou todas numa, uma de cada vez, quem és tu e quem sou eu? Foi bom? Amanhâ existe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o que é tarir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenas coisas que fazem esquecer e ou perder o que se quer e é essêncial. Mas, o que é tarir? Agora nada mais importa, apenas acrescentar mais uma palavra ao nosso egocêntrico conhecimento.&lt;br /&gt;O que é tarir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei. Perdi-me. Perdeste-te? Ainda bem. Antes os dois que só. Amanhã estarás aqui? Claro! Amo-te! Boa! Um dia serás tudo e num só golo. Como-te! Sonha e espera. E lembra-te que a vida não tem sexo. Apenas é e tem que se viver. Conjugar o tarir? O que é o tarir? Não tens nada para dar? Molha-te! Molha-me! Ama-me! Sem pensar, apenas sente. Tarir? Nunca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é tarir? Não sei, Amor. Contigo, nunca o estarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loucura? Talvez. Fuga para a frente? Ou para trás? Talvez sim. Lua, Amo-te! E sem nunca tarir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os loucos saudam-te, oh Lua! Enlouqueço sem tarir. Nunca. Porque em ti quero beber!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7006659263104973360?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7006659263104973360/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7006659263104973360&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7006659263104973360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7006659263104973360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/03/tarir-contigo-nunca.html' title='Tarir? Contigo? Nunca!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3197805374849949217</id><published>2009-02-20T00:09:00.003+01:00</published><updated>2009-02-20T00:24:49.675+01:00</updated><title type='text'>Pensar e viver simples (segundo os poetas e este trovador)</title><content type='html'>"Um dia, ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar&lt;br /&gt;Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar&lt;br /&gt;E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar&lt;br /&gt;E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar&lt;br /&gt;E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar&lt;br /&gt;Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar&lt;br /&gt;Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar&lt;br /&gt;E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar&lt;br /&gt;E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou&lt;br /&gt;E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou&lt;br /&gt;E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais&lt;br /&gt;Que o mundo compreendeu&lt;br /&gt;E o dia amanheceu&lt;br /&gt;Em paz"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinicius regressa à luz da Lua, hoje na companhia de um outro génio, Chico Buarque de Hollanda, com a sua &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W5SIEnAaJ3I"&gt;"Valsinha".&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Trazem uma história simples. Uma história que nos lembra que há sempre um momento em que podemos fazer diferente, em que podemos optar por não complicar. Normalmente resulta. Mas normalmente é também raro ousar ser simples.&lt;br /&gt;Eu confio na genialidade e na simplicidade. Adoraria dançar esta valsinha. E viver em Paz.&lt;br /&gt;Lua, danças comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas valsas e valsinhas, fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3197805374849949217?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3197805374849949217/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3197805374849949217&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3197805374849949217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3197805374849949217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/02/pensar-e-viver-simples-segundo-os.html' title='Pensar e viver simples (segundo os poetas e este trovador)'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2225640079717466771</id><published>2009-02-19T01:25:00.003+01:00</published><updated>2009-02-19T01:35:15.116+01:00</updated><title type='text'>Chega de saudade!</title><content type='html'>"Vai minha tristeza&lt;br /&gt;e diz a ela&lt;br /&gt;Que sem ela não pode ser&lt;br /&gt;Diz-lhe numa prece que ela regresse&lt;br /&gt;Porque eu não posso mais sofrer&lt;br /&gt;Chega de saudade, a realidade é que sem ela&lt;br /&gt;Não há paz, não há beleza, é só tristeza&lt;br /&gt;E a melancolia que não sai de mim, não sai de mim, não sai&lt;br /&gt;Mas se ela voltar, se ela voltar&lt;br /&gt;Que coisa linda, que coisa louca&lt;br /&gt;Pois há menos peixinhos a nadar no mar&lt;br /&gt;Do que os beijinhos que eu darei na sua boca&lt;br /&gt;Dentro dos meus braços os abraços hão de ser milhões de abraços&lt;br /&gt;Apertado assim, colado assim, calado assim&lt;br /&gt;Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim&lt;br /&gt;Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim&lt;br /&gt;Não quero mais esse negócio de você viver assim&lt;br /&gt;Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinicius de Morais escreveu, Antonio Carlos Jobin musicou, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=h_NYrI1Mt9I&amp;amp;eurl=http://letras.kboing.com.br/joao-gilberto/chega-de-saudade/"&gt;João Gilberto &lt;/a&gt;imortalizou e eu continuo a fazer deste pedaço de genialidade "tripartilhado" um grito de resistência, uma prece Lunar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons sonhos. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2225640079717466771?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2225640079717466771/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2225640079717466771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2225640079717466771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2225640079717466771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/02/chega-de-saudade.html' title='Chega de saudade!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1849490262551650252</id><published>2009-02-12T00:16:00.003+01:00</published><updated>2009-02-12T00:50:34.509+01:00</updated><title type='text'>Habemus scriptum? Ou encontras Garcia?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Algures em Setembro passado, um amigo daqueles com "A" (um dia, conto aqui a história da madre benfiquista de Almoster e da conquista do "A"), escreveu-me uma carta (dos tempos modernos, via e-mail, mas uma missiva, carta sem selo, mas carta, de amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bom Dia Hugo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pelo menos assim o espero que venha a ser, bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinha no carro a pensar, que a minha equipa, se calhar já tinha atingido maturidade, para levar com a treta do "levar-a-carta-a-Garcia". Pensava que lhes podia dar uma ajudinha no sentido de apurarem a autonomia e subirem um degrau na escada do desenrascanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, a cortar este raciocionio, e mesmo antes do "Portugalex", apareceu o Paulo a dizer que "depois do adeus" as coisas ficam outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mistura, de ausencia de sono e de um cérebro matinal ainda por refrescar, detonadora de miscelanias reflexivas, induziu-me ao seguinte beco:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hugo está na Alemanha vai fazer quase um ano. De certeza que não vai conseguir arranjar tempo para se matricular numa universidade para melhorar conhecimentos e CV, e as causas para o não fazer são simples e aparentemente bem justificadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TRABALHO.  Esta obsessão que temos de sentir-nos disponiveis. Todos os restantes compromissos, que não profissionais, parecem peso e fazem lastro imobilizador para a nossa disponibilidade laboral. Pelo menos esta foi a sensação que presidiu às minhas decisões de não inscrever-me na Sorbonne. Bom, mas ao que íamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai fazer um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliminada que está a possibilidade académica (saber admitir derrotas prepara-nos melhor para a vitória - não estou a citar, é proprio), para além de nos sentirmos mais leves, abre-nos uma outra porta: então quê? (para alem do banco, já sei...).  Pois tive uma ideia:  enquanto continuas a levar a tua carta a Garcia (o próprio demorou 10 meses, tu seguramente mais) por que não escreves um livro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta ideia não há-de de angustiar obviamente porque:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rediges bem,&lt;br /&gt;tens tempo,&lt;br /&gt;emocionalmente não podias estar melhor (a sofrer)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez-me pensar em mim e em tudo. Principalmente nas opções que tinha tomado e nas outras, de vida, que estava a tomar. Confesso: nunca tinha pensado tanto. Nem sequer sabia que era capaz de equacionar tanto por tanto em tão pouco tempo. Soube uma coisa: havia que urgentemente que saber o que iria significar no futuro para mim, esta opção. Uma provação? Uma conquista? Um passo ao lado? Um decisivo passo em frente? Profissional? Pessoal? Tudo foi escrutinado no momento, continua a ser. E será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje recebi nova carta desse Amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Habemus scriptum?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo, obrigado por me me recordares que, se nem tudo pode ter uma causa controlável, o mesmo tudo tem que ter um resultado, que de alguma forma, ou de todas de preferência, seja um sucesso para o Futuro. Seja ele qual fôr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com tudo isto, vou tentar não deixar de te responder. Não sei se tenho escrito ou escrevo um livro. Sei que faço um trajecto, e no meio desse, tenho ficado a conhecer-me melhor (eu que pensava conhecer-me e conhecer os outros melhor que qualquer Ser Superior). Por falar em Seres Superiores: Obrigado pela confiança. E espera comigo pelo resultado. Nunca será menos que um "Pullitzer"!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nunca esqueçam, que mesmo à luz da Lua, "a luta continua"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1849490262551650252?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1849490262551650252/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1849490262551650252&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1849490262551650252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1849490262551650252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/02/habemus-scriptum-ou-encontras-garcia.html' title='Habemus scriptum? Ou encontras Garcia?'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1843470689125875970</id><published>2009-02-04T23:25:00.002+01:00</published><updated>2009-02-04T23:50:55.369+01:00</updated><title type='text'>Uma trova fora do comum</title><content type='html'>Fora do comum porque o que se fez comum, normal ou extraordinário, é esta luz ser um espaço de canto de amor livre, onde canto o que sinto e cantando faço aumentar vontade, onde transformo realidade em sonho, espera em esperança, mágoa em perseverança, desencanto em desejo. Fora do comum porque hoje não olho e canto a Lua, hoje olho para mim a olhar a Lua. Vejo-me a admirá-la ao longe, a esperar os seus designios. Fora do comum porque sinto faltarem-me forças para cantar. Sinto a mesma vontade de sempre, quero ter a mesma perseverança de sempre, mas volto a sentir-me fraco. Como sempre fui antes de a luz da Lua me ter iluminado. Cantador egoista eu, que anseia por ser cantado. Mas a história, a filosofia, a teologia e até a poesia mais empírica ensina que tudo tem a sua ordem e ela é inalterável. Há quem cante e quem tenha que cantar. Mas hoje, fora do comum, não tinha outra forma de dizer que até o mais iluminado dos trovadores se pode sentir no vazio, fraco e a precisar de ajuda. E como "o que é do blog, fica no blog", aqui fica uma trova incomum, tão sentida como todas as outras que escrevi e voltarei a escrever. Sim, voltarei a escrever, porque há coisas e sentires que não mudam, por muito irracional que isso possa parecer ou ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já devem ter percebido, embora esteja lá, esta noite não há Lua. E trovador sem Lua fica assim, estranho, fora do seu mundo, incomodo e incomum.&lt;br /&gt;É fora do comum, mas continua a ser para ti, a chamar por ti, Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1843470689125875970?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1843470689125875970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1843470689125875970&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1843470689125875970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1843470689125875970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/02/uma-trova-fora-do-comum.html' title='Uma trova fora do comum'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-904983521455704589</id><published>2009-01-20T00:07:00.001+01:00</published><updated>2009-01-20T00:10:37.557+01:00</updated><title type='text'>Não é de hoje e não será de amanhã, mas sinto que ...</title><content type='html'>Quando a consciência crescente e a Lua Cheia, alargava e alegrava o horizonte, eis que a neblina, embora persista em querer acreditar que não mais que meros passageiros e instáveis bancos de nevoeiro, teima e volta a fazer redobrar esforços de navegação com olhos postos nos metros mais próximos.&lt;br /&gt;A imprescindível cautela, obrigatória e necessária a quem muito quer chegar ao destino, à sua terra prometida, ao seu sonho lunar, obriga a retomar estudos e orações, a retirar do baú as cartas de marear e a reorientar rosas dos ventos, a criar ainda maior capacidade de paciência e tolerância face às intempéries. Caso contrário, o desaire, o naufrágio pode ser inevitável, mesmo que nunca se tenha por eminente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insisto em preferir a prosa à poesia, embora vá beber aos poetas da inspiração, do desapego e do desassossego. Prefiro a prosa, porque embora o que sinta seja digno da maior das representações poéticas, o tempo e os tempos desaconselham tal euforia. O tempo está frio e nublado, os tempos apresentam-se-me como mais de mais perguntas do que de viver e exultar respostas. Há que, com apaixonada paciência, aguardar que estas reincidentes nuvens se dissipem e que os tempos que o amanhã trará sejam de poesia apaixonada, Camoniana, ou se Deus realmente for meu amigo, de tipo casamento de Camões com Bocage.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que ter confiança, manter o rumo e vontade. Porque a força que me prende ao leme, não sendo a do Príncipe Perfeito, também vence monstrengos. Assim o quero, assim insisto, assim o desejo. Assim seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lua, estou contigo. Que voltes a sentir-te, a estar Cheia, feliz, confiante. Que voltes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Hoje voltei a acreditar.A acreditar em mim. A acreditar que há quem acredite em mim. Hoje inicie um projecto, um projecto meu, um projecto em que acredito. Pouco importa se falhar, aprenderei com ele, aprenderei comigo. Com as minhas opções, com as minhas decisões, com os meus erros.Hoje voltei a acreditar e estou feliz “ &lt;br /&gt;SBD 18.01.2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, juntarás à minha a tua força, agarrando o leme, que insisto em sentir que não guia apenas o meu querer e sentir, mas também a rotação lunar. Conto contigo, preciso de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E entretanto, fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-904983521455704589?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/904983521455704589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=904983521455704589&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/904983521455704589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/904983521455704589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2009/01/no-de-hoje-e-no-ser-de-amanh-mas-sinto.html' title='Não é de hoje e não será de amanhã, mas sinto que ...'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4639644735457917638</id><published>2008-12-04T00:10:00.003+01:00</published><updated>2008-12-04T01:03:31.087+01:00</updated><title type='text'>A Lua, o nosso amigo e os "Sás Carneiros"!</title><content type='html'>"Como eu desejo a que ali vai na rua,&lt;br /&gt;tão ágil, tão agreste, tão de amor...&lt;br /&gt;Como eu quisera emaranhá-la nua,&lt;br /&gt;bebê-la em espasmos de harmonia e cor!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo errado... Se eu a tivera um dia,&lt;br /&gt;toda sem véus, a carne estilizada&lt;br /&gt;sob o meu corpo arfando transbordada,&lt;br /&gt;nem mesmo assim – ó ânsia! – eu a teria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vibraria só agonizante&lt;br /&gt;sobre o seu corpo de êxtases dourados,&lt;br /&gt;se fosse aqueles seios transtornados,&lt;br /&gt;se fosse aquele sexo aglutinante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De embate ao meu amor todo me ruo,&lt;br /&gt;e vejo-me em destroço até vencendo:&lt;br /&gt;é que eu teria só, sentindo e sendo&lt;br /&gt;aquilo que estrebucho e não possuo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo, este foi o desafio que sabias que eu abraçava. Esta foi a superação que nos desejaste. Quero que saibas que começamos a negar positivamente todo o modernismo egocêntrico de Mário Sá Carneiro. Que com calma e em tempo, vamos descobrindo, que a ânsia deixa de ser agonizante quando nasce espasmática num abraço, sentido e vibrante, alimentado pela vontade apaixonada de dois seres aglutinantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que saibas que este poema oferecido, tem sido um estímulo e uma fantasia perseguida, até hoje, em segredo. Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tu e a minha Lua saibam, o quanto a vossa amizade me ensinou, que a Amizade para ser verdadeira e sentida tem mesmo que ser "amiga", libertadora e incondicional.&lt;br /&gt;Ah! E ficam tão bem. Lamechas os dois. Como eu gosto!&lt;br /&gt;E espero que aprendas muito em breve, o caminho de Dusseldorf. Onde terás sempre dois amigos, daqueles!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vinte e oito anos morreu outro Sá Carneiro. Não eram familiares, mas tinham ambos uma característica comum: estavam à frente do seu tempo. Um matou-se porque não o compreendiam. O outro, mataram-no porque o sabiam diferente.&lt;br /&gt;Não sei se tivesse vivido, o teria conseguido. Mas sei que vinte e oito anos depois da sua morte, o seu desejo continua por realizar: "...um Pais onde os idosos tenham presente; onde os jovens tenham futuro!"&lt;br /&gt;Só isso, o sonho não cumprido, interrompido por vontade de outros, me bastava para continuar a lembrar o seu nome. Mas infelizmente, cada vez mais vejo motivos para ter saudades dele. E muito menos românticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lua, o poema revelado era o que estava na carteira "de Basileia". O resto, melhor que ninguém, entendes à primeira leitura. Sem racional lógico, que esse não é para aqui chamado. O outro Sá Carneiro é também um amigo meu, nosso.&lt;br /&gt;E fiquem bem à luz da Lua. Eu prometo, vou dormir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4639644735457917638?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4639644735457917638/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4639644735457917638&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4639644735457917638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4639644735457917638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/12/lua-o-nosso-amigo-e-os-ss-carneiros.html' title='A Lua, o nosso amigo e os &quot;Sás Carneiros&quot;!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8537960385618803221</id><published>2008-11-26T01:22:00.000+01:00</published><updated>2008-11-26T01:29:59.579+01:00</updated><title type='text'>Que posso fazer? Estou apaixonado!</title><content type='html'>&lt;font face="times new roman"&gt;Começo as semanas às Sextas-Feiras. Envio mensagens depois de telefonar. Anseio por respostas mesmo quando já as conheço. Tomo o pequeno almoço antes de me deitar. Agora vou tentar dormir antes de acordar. Mas não resisto a dar-te já um beijo de bons dias, Amor.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Bom dia dos fatos! E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8537960385618803221?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8537960385618803221/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8537960385618803221&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8537960385618803221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8537960385618803221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/11/que-posso-fazer-estou-apaixonado.html' title='Que posso fazer? Estou apaixonado!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2075068500639427678</id><published>2008-11-23T00:00:00.003+01:00</published><updated>2008-11-23T00:14:08.995+01:00</updated><title type='text'>A neve e a lareira</title><content type='html'>"Batem leve, levemente,&lt;br /&gt;como quem chama por mim.&lt;br /&gt;Será chuva? Será gente?&lt;br /&gt;Gente não é, certamente&lt;br /&gt;e a chuva não bate assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É talvez a ventania:&lt;br /&gt;mas há pouco, há poucochinho,&lt;br /&gt;nem uma agulha bulia&lt;br /&gt;na quieta melancolia&lt;br /&gt;dos pinheiros do caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem bate, assim, levemente,&lt;br /&gt;com tão estranha leveza,&lt;br /&gt;que mal se ouve, mal se sente?&lt;br /&gt;Não é chuva, nem é gente,&lt;br /&gt;nem é vento com certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ver. A neve caía&lt;br /&gt;do azul cinzento do céu,&lt;br /&gt;branca e leve, branca e fria...&lt;br /&gt;Há quanto tempo a não via!&lt;br /&gt;E que saudades, Deus meu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho-a através da vidraça.&lt;br /&gt;Pôs tudo da cor do linho.&lt;br /&gt;Passa gente e, quando passa,&lt;br /&gt;os passos imprime e traça&lt;br /&gt;na brancura do caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico olhando esses sinais&lt;br /&gt;da pobre gente que avança,&lt;br /&gt;e noto, por entre os mais,&lt;br /&gt;os traços miniaturais&lt;br /&gt;duns pezitos de criança...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E descalcinhos, doridos...&lt;br /&gt;a neve deixa inda vê-los,&lt;br /&gt;primeiro, bem definidos,&lt;br /&gt;depois, em sulcos compridos,&lt;br /&gt;porque não podia erguê-los!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que quem já é pecador&lt;br /&gt;sofra tormentos, enfim!&lt;br /&gt;Mas as crianças, Senhor,&lt;br /&gt;porque lhes dais tanta dor?!...&lt;br /&gt;Porque padecem assim?!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma infinita tristeza,&lt;br /&gt;uma funda turbação&lt;br /&gt;entra em mim, fica em mim presa.&lt;br /&gt;Cai neve na Natureza&lt;br /&gt;e cai no meu coração. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Augusto Gil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não pára de nevar em Dusseldorf. Também eu hoje a olho por detrás da vidraça. Ainda não vi, felizmente, nenhuma criança descalça a deixar sulcos no caminho.&lt;br /&gt;Mas confesso que o meu ânimo está a sofrer com tanto branco e com a falta que me fazes para colorir o horizonte. Desculpa, por vezes sou eu a neve do teu desânimo. E não queria.&lt;br /&gt;Da próxima vez que nevar em Dusseldorf, quero-te comigo junto à lareira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acho que hoje ainda não te disse que te amo. Amo-te! e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2075068500639427678?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2075068500639427678/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2075068500639427678&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2075068500639427678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2075068500639427678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/11/neve-e-lareira.html' title='A neve e a lareira'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1122886125021699807</id><published>2008-11-19T02:43:00.002+01:00</published><updated>2008-11-19T13:31:24.158+01:00</updated><title type='text'>Cada dia, maior a certeza</title><content type='html'>Sou romântico, apaixonado.&lt;br /&gt;Optimista e sofredor.&lt;br /&gt;Idealista e pragmático.&lt;br /&gt;Tenho medo, pânico por vezes. Mas arrisco e assumo.&lt;br /&gt;Tremo e agonizo mas não perco a esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que é que isto me transforma?&lt;br /&gt;Não sei. Apenas sei que sou assim.&lt;br /&gt;Por ti. Por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor. Cumplicidade. Intimidade. Respeito.&lt;br /&gt;Tudo o que procuro. Tudo o que tenho para dar.&lt;br /&gt;Cada dia que passa, maior a certeza.&lt;br /&gt;És tu. Sou eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero crescer contigo, aprender contigo. Ganhar o mundo, contigo.&lt;br /&gt;E que cresças, aprendas e ganhes mundo, comigo.&lt;br /&gt;Mas sempre no calor seguro dos nossos abraços.&lt;br /&gt;Nada vale mais que um sorriso teu, nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que fazem uma vida passar à nossa frente, como um filme.&lt;br /&gt;Hoje foi um desses dias.&lt;br /&gt;Já sei quando abrir o Chardonay, que continua a ganhar a temperatura ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons sonhos. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1122886125021699807?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1122886125021699807/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1122886125021699807&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1122886125021699807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1122886125021699807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/11/cada-dia-maior-certeza.html' title='Cada dia, maior a certeza'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-953463246513159188</id><published>2008-11-13T02:52:00.000+01:00</published><updated>2008-11-13T01:51:47.854+01:00</updated><title type='text'>De doze para treze ou a importância do teu sujeito</title><content type='html'>Aceito hoje como verdade que as certezas trazem a segurança. Sinto que as incertezas causam maiores inseguranças. Reconheço que haja quem se sinta mais seguro na incerteza do que na verdade da certeza.&lt;br /&gt;Pode-se viver uma vida inteira seguro de uma verdade e ser-se inseguro. Pode-se ganhar uma vida de insegurança num momento de verdadeira certeza.&lt;br /&gt;Trazendo outros conceitos a este baile de palavras, acrescento que acredito poder acontecer a verdade num momento de insegurança e a incerteza conseguir dar felicidade a quem muito se sentia seguro de o não conseguir ser.&lt;br /&gt;O tempo tanto constrói certezas como causa inseguranças. O tempo e tudo aquilo que se faz ou não faz dele, ou melhor, com ele. E com as nossas certezas, com as nossas inseguranças, com a nossa verdade. E claro está, a dita da felicidade anda sempre a rondar, para essa temos sempre a certeza de ter tempo, mesmo que inseguros. Mas nunca estaremos seguros de a estar a sentir. Talvez seja essa insegurança a raiz e a razão da vontade irresistível de ser feliz a todo o tempo. Com mais ou menos segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Releio esta prosa e parece-me confusa, complexa, irreal, fantasiosa, por vezes alucinada.&lt;br /&gt;E é. Porque na prosa como na vida, o que dá sentido, seja ele qual for, ao uso dos substantivos, à colocação correcta dos adjectivos e advérbios, bem como às conjugações verbais, é a existência do sujeito. Sem ele, pode estar tudo correcto, mas dificilmente fará sentido. Sem mim (o eu), tu, nós e os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa madrugada de doze para treze aqui há umas vidas atrás, começámos inseguros a caminhar na certeza de querer viver a verdade, e de verdade. As incertezas fazem parte do caminho, mas tu dás-me a vontade irresistível de ser o sujeito das tuas frases. Desde essa madrugada e é cada vez mais verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a prosa continua complexa, eu volto do Campo Grande. Amo-te! Quero-te feliz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-953463246513159188?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/953463246513159188/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=953463246513159188&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/953463246513159188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/953463246513159188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/11/de-doze-para-treze-ou-importncia-do-teu.html' title='De doze para treze ou a importância do teu sujeito'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2285228892445333645</id><published>2008-10-30T02:24:00.000+01:00</published><updated>2008-10-30T01:25:14.634+01:00</updated><title type='text'>Preciso de mais tempo!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Chegou à pouco a notícia. De sete, restam dois. Um é o meu. E a Vida insiste em recordar-me o seu caminho inexorável rumo ao inevitável. Eu insisto que tal perda só é suportável se antes da sua inevitabilidade se concretizar, tiver sido capaz de reiniciar o ciclo, de criar as amarras e o sentido para que um dia, alguém possa vir a sentir o mesmo medo que eu agora sinto. Eu persisto na minha cruzada pelo Amor, pela Família, pela Amizade, pelo Bem-Estar, pela Compreensão, pela Honestidade, pelo Sorriso. Os seus valores de sempre, que são os meus por herança e por consciência. Quero aproveitar tudo o que a Vida tiver de bom para me proporcionar, mas também quero conseguir um dia envelhecer a amar, com um sorriso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Preciso de mais tempo para lhe proporcionar a maior das homenagens.Vêr-me feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Lua, quero, vou persistir, contigo. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2285228892445333645?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2285228892445333645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2285228892445333645&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2285228892445333645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2285228892445333645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/preciso-de-mais-tempo.html' title='Preciso de mais tempo!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8645907365002657433</id><published>2008-10-23T02:02:00.003+02:00</published><updated>2008-10-23T03:02:02.370+02:00</updated><title type='text'>Muitas letras fazem uma Vida</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sou alentejano. Foi rodeado pela paisagem do Alentejo e a sentir o seu tempo muito próprio que cresci, que descobri os sentidos e eduquei os sentimentos. Foi no Alentejo que te olhei pela primeira vez, Lua!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;E foi ao Alentejo que hoje fui buscar a minha trova. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Se há coisa que o Alentejo, a sua paisagem, a sua história e as suas gentes nos podem ensinar, é a renascer. A ter energia, força e vontade. Que depois de um sonho, vem sempre uma realização maior. Como depois do trigo, vem o restolho, e o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jaHMytQ00U0"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;restolho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; é toda uma vida. Com entrega alucinada e um coração cheio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Geme o restolho, triste e solitário&lt;br /&gt;a embalar a noite escura e fria&lt;br /&gt;e a perder-se no olhar da ventania&lt;br /&gt;que canta ao tom do velho campanário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Geme o restolho, preso de saudade&lt;br /&gt;esquecido, enlouquecido, dominado&lt;br /&gt;escondido entre as sombras do montado&lt;br /&gt;sem forças e sem cor e sem vontade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Geme o restolho, a transpirar de chuva&lt;br /&gt;nos campos que a ceifeira mutilou&lt;br /&gt;dormindo em velhos sonhos que sonhou&lt;br /&gt;na alma a mágoa enorme, intensa, aguda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mas é preciso morrer e nascer de novo&lt;br /&gt;semear no pó e voltar a colher&lt;br /&gt;há que ser trigo, depois ser restolho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;há que penar para aprender a viver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;e a vida não é existir sem mais nada&lt;br /&gt;a vida não é dia sim, dia não&lt;br /&gt;é feita em cada entrega alucinada&lt;br /&gt;prá receber daquilo que aumenta o coração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Geme o restolho, a transpirar de chuva&lt;br /&gt;nos campos que a ceifeira mutilou&lt;br /&gt;dormindo em velhos sonhos que sonhou&lt;br /&gt;na alma a mágoa enorme, intensa, aguda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mas é preciso morrer e nascer de novo&lt;br /&gt;semear no pó e voltar a colher&lt;br /&gt;há que ser trigo, depois ser restolho&lt;br /&gt;há que penar para aprender a viver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;e a vida não é existir sem mais nada&lt;br /&gt;a vida não é dia sim, dia não&lt;br /&gt;é feita em cada entrega alucinada&lt;br /&gt;prá receber daquilo que aumenta o coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;(Mafalda Veiga)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Lua, estou parado. À tua espera. Para renascer contigo. E sempre à tua luz, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8645907365002657433?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8645907365002657433/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8645907365002657433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8645907365002657433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8645907365002657433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/muitas-letras-fazem-uma-vida.html' title='Muitas letras fazem uma Vida'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7353350104640376130</id><published>2008-10-16T01:59:00.000+02:00</published><updated>2008-10-16T00:58:14.750+02:00</updated><title type='text'>O dever do sonho</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Um sonhador tem direitos e deveres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O direito de sonhar com aquilo que bem quizer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O dever de acreditar possuir a capacidade de realizar os seus sonhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Sou um sonhador a lutar por cumprir o meu dever.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Sonha comigo, luta também comigo. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7353350104640376130?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7353350104640376130/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7353350104640376130&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7353350104640376130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7353350104640376130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/o-dever-do-sonho.html' title='O dever do sonho'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1710974971975591939</id><published>2008-10-15T02:27:00.002+02:00</published><updated>2008-10-15T02:31:16.685+02:00</updated><title type='text'>Não é justo!</title><content type='html'>Quando se ama profundamente, apenas procuramos ajudar, estar presentes, ganhar um sorriso.&lt;br /&gt;Não é justo, quando nesse processo intenso, tropeçamos em nós, e o sorriso foge. Não é justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas amanhã, é um outro dia. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1710974971975591939?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1710974971975591939/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1710974971975591939&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1710974971975591939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1710974971975591939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/no-justo.html' title='Não é justo!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4021175031256430397</id><published>2008-10-12T21:34:00.002+02:00</published><updated>2008-10-12T21:40:24.533+02:00</updated><title type='text'>Simplesmente um olhar</title><content type='html'>Quando um olhar fala por si.&lt;br /&gt;Tenho saudades de olhar para ti.&lt;br /&gt;Simplesmente um &lt;a href="http://imanente.blogspot.com/2008_05_18_archive.html"&gt;olhar&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4021175031256430397?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4021175031256430397/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4021175031256430397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4021175031256430397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4021175031256430397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/simplesmente-um-olhar.html' title='Simplesmente um olhar'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7359031538170804049</id><published>2008-10-12T01:04:00.002+02:00</published><updated>2008-10-12T01:26:06.390+02:00</updated><title type='text'>Saudades</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;É tão díficil dormir, sem ti a meu lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;As horas como que não passam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E eu:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;"Tenho voltado, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;todos os dias,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;aquele lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;trago a Esperança,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um outro dia,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;poder-te encontrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E mão na mão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;nossos olhos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;cruzar outra vez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E jogar a partida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;jogada perdida,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;que o Amor nos fez!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Agora entendo porque é que um dia escrevi tal coisa. Estava a antecipar as minhas noites presentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Saudades tuas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mais uma vez, vou tentar dormir. Que estejam bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7359031538170804049?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7359031538170804049/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7359031538170804049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7359031538170804049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7359031538170804049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/saudades.html' title='Saudades'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2697785216759737547</id><published>2008-10-07T01:09:00.000+02:00</published><updated>2008-10-07T00:09:41.278+02:00</updated><title type='text'>Devaneios à espreita dos perdidos no Esteval</title><content type='html'>O Chardonay está cada vez mais fresco. Quase perfeito.&lt;br /&gt;As trufas de chocolate foram trazidas para lhe fazer companhia.&lt;br /&gt;A lata de chantily ganhou lugar na gaveta. E aguarda.&lt;br /&gt;Mais importante que tudo, adivinha-se a chegada do momento.&lt;br /&gt;Com calma e serenidade, a consciência, a necessidade e a vontade, vão entrar pela porta.&lt;br /&gt;E acredito que vêm para ficar. Há que começar a pensar em reforçar os stocks.&lt;br /&gt;Mais que um sonho. Uma convicção, um desejo partilhado.&lt;br /&gt;Um muito merecido up-grade de vida, na estrada da nossa Felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero por Ti. Até lá, estarei por aqui, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2697785216759737547?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2697785216759737547/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2697785216759737547&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2697785216759737547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2697785216759737547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/10/devaneios-espreita-dos-perdidos-no.html' title='Devaneios à espreita dos perdidos no Esteval'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8399370466416106940</id><published>2008-10-01T00:46:00.002+02:00</published><updated>2008-10-01T00:51:19.993+02:00</updated><title type='text'>Um grito de alma!</title><content type='html'>Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tem sido muito intenso, muito sofrido, muito conquistado, nos últimos tempos.&lt;br /&gt;Tudo tem sido intensamente questionado e discutido.&lt;br /&gt;Tudo tem o carimbo da razão, da lógica, do possível, do consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que vão contra a lógica, contra o consenso.&lt;br /&gt;Que a razão questiona, que o sentir como que exige.&lt;br /&gt;Que sendo possíveis, não acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos sentimos sós, mesmo que nos digam que o não estamos.&lt;br /&gt;Quando lutamos com todas as forças para segurar o que mais amamos.&lt;br /&gt;Quando gritamos, como podemos, por uma voz amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deveria ser assim. Não quero que seja assim.&lt;br /&gt;Não posso sentir-me assim. Não mereço assim.&lt;br /&gt;Não será possível que se sinta como eu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas tenho uma palavra. Um querer, enquanto assim acredito.&lt;br /&gt;Apenas peço o sentir da reciprocidade, em cada momento.&lt;br /&gt;Apenas eu também não quero chorar mais. Não mereço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou capaz de tudo por este querer, por Ti.&lt;br /&gt;Sou capaz de me reinventar e renascer a cada tombo.&lt;br /&gt;Sou capaz de me fechar e sofrer, mas não quero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a certeza que há problemas, questões que temos, que já não deveriam existir.&lt;br /&gt;Tenho a certeza que tudo poderia ser mais fácil, mais vivido, mais apaixonado.&lt;br /&gt;Tenho a certeza do que quero, quanto quero, como quero. Que te amo, muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, há coisas muito complicadas de viver, de sentir, de aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã quero muito ouvir-te outra vez. Mais um passo. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8399370466416106940?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8399370466416106940/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8399370466416106940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8399370466416106940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8399370466416106940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/09/um-grito-de-alma.html' title='Um grito de alma!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7363256566180643036</id><published>2008-09-30T03:07:00.000+02:00</published><updated>2008-09-30T03:10:10.325+02:00</updated><title type='text'>A fresta dos olhos molhados</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Os olhos lentamente vão ficando molhados. Ao olhar através de uma fresta da parede suja. Empoleirado num lavabo nojento, ele olha para ela, para o seu amor sonhado. E ao som da música que ela dança, daquela fresta, por ele rasgada, na velha parede, os seus olhos tristes e cansados, desfocam e transportam-no. Levam-no de volta ao momento em que no passado, o seu futuro sonhado, se cruzou com ele. “Olha bem para ti!” -  disse-lhe. E ele olhou, compreendeu. Ela queria ganhar o Mundo. Ele lutava apenas para não se perder. Ele estava condenado a lutar e falhar. Ela ia ter tudo. Menos o seu amado, o rapaz sujo e esfomeado, que ela amava. Mas não queria, porque queria mais. Ele, daquele lavabo imundo, anos e anos depois, voltou a ver-se, voltou a encontrá-la.&lt;br /&gt;E o seu futuro foi isso mesmo. Dois pares de olhos molhados. Um mais sofrido que o outro, mas tristemente molhados. Anos depois de se terem encontrado. De se terem perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é com esta história, que eu me levanto a meio da noite. E que vou voltar à cama.&lt;br /&gt;Fica o registo de uma cena que nunca esqueci, de um dos meus filmes de eleição.&lt;br /&gt;“Era uma vez na América”. Quando o passado fala ao futuro, para olhar para o seu presente. É sempre tarde demais. Como agora.&lt;br /&gt;É tarde, vou tentar dormir um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite. Fiquem bem à luz da Lua&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7363256566180643036?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7363256566180643036/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7363256566180643036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7363256566180643036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7363256566180643036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/09/fresta-dos-olhos-molhados.html' title='A fresta dos olhos molhados'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1826584074836651316</id><published>2008-09-16T21:05:00.002+02:00</published><updated>2008-09-16T21:11:04.939+02:00</updated><title type='text'>Aviso previsível</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Noventa em cada cem vezes, sou previsível. As outras dez confirmam a regra e geralmente surgem quando menos se espera, nem eu sei quando. Na senda da minha previsibilidade, como era de esperar, cá estou eu de regresso às trovas, aos pensamentos em voz alta, aos desabafos de alma, aos pedidos de força, ao sonho feito virtual e partilhado. E, como era de esperar, previsivelmente com maior assiduidade do que nos últimos meses. Coisas dos previsíveis efeitos que a efectiva ausência e saudade causada por esta, acrescido por um muito bem querer e desejo crescentes, acoplados a uma consciência de não retorno, ainda mais vincada pelos recentes tempos de conquistas e partilhas, risos e lágrimas, sonos e sonhos, alma e corpo, estão e vão muito previsivelmente causar neste apaixonado trovador. Pese embora a mais que previsibilidade que esses tempos tivessem um tempo escasso e definido, deixaram em mim, uma constatada agora, menor capacidade de resistência a tudo quanto embora nunca acostumado, já fazia parte do meu previsível dia a dia. Por tudo isso e tudo o mais que como previsivelmente já esperavam não consigo agora definir por incapacidade de escrita versus tamanha sensibilidade de coração, esta luz da Lua volta a iluminar tudo aquilo que me escureça a alma e o ser, nestes tempos que para mim são e serão previsivelmente difíceis de viver.&lt;br /&gt;Fica hoje aqui o aviso. Certamente poderão contar de novo com as minhas trovas lunares. Quase sempre previsíveis, mas sempre e certamente muito sentidas, mesmo que pouco ou mesmo nada pensadas, previsivelmente.&lt;br /&gt;Sei que a Lua me ouve, mesmo que não me compreenda. Sei que a Lua me compreende mesmo que não consiga reagir. Sei que a Lua embora com ciclo próprio a cumprir é tendencialmente mais imprevisível que este seu trovador. Também sei que todos compreendem, que mais que não seja, a escrita destas minhas trovas, ocupa-me o tempo e reconforta-me a alma, focando-me ainda mais a mente, num objectivo e desejo, que previsivelmente, todos já conhecem. À espera do momento de chegada da acção imprevisível, previsivelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façam-me então companhia, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1826584074836651316?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1826584074836651316/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1826584074836651316&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1826584074836651316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1826584074836651316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/09/aviso-previsvel.html' title='Aviso previsível'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-209573585318123686</id><published>2008-09-16T17:44:00.002+02:00</published><updated>2008-09-16T17:49:11.194+02:00</updated><title type='text'>A Lua venceu o sonho</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sempre te conheci esse objectivo, esse desejo, esse sonho. Abraçar um aliciante desafio profissional em “tu pueblo”.&lt;br /&gt;Lutadora como sempre, a persistência transformou a vontade em realidade.&lt;br /&gt;Começou uma nova etapa. A de transformar o sonho, agora real, em felicidade.&lt;br /&gt;Lutadora como sempre, a inata competência e a incomensurável capacidade de entrega, farão (re)nascer a realização plena.&lt;br /&gt;E realizado o sonho feliz, a consciência descansada, trará de novo o desafio de novo objectivo, de um novo sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofro com o tempo e espaço vazios, mas estou feliz por ter o privilégio de te ver motivada, a vencer os sonhos.&lt;br /&gt;Acredita, vais ser feliz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;E eu amo-te muito, e sabes que estou sempre por aqui, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-209573585318123686?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/209573585318123686/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=209573585318123686&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/209573585318123686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/209573585318123686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/09/lua-venceu-o-sonho.html' title='A Lua venceu o sonho'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3171703173206752233</id><published>2008-09-10T20:42:00.002+02:00</published><updated>2008-09-10T20:46:08.488+02:00</updated><title type='text'>Quem ama acredita!</title><content type='html'>Sim Amor. Acredito em ti. Claro que acredito. O futuro é nosso! Que não demore. Amo-te!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3171703173206752233?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3171703173206752233/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3171703173206752233&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3171703173206752233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3171703173206752233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/09/quem-ama-acredita.html' title='Quem ama acredita!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5921422335342958068</id><published>2008-08-03T04:15:00.003+02:00</published><updated>2008-08-03T04:42:01.208+02:00</updated><title type='text'>Mais amigos que amantes</title><content type='html'>Fui bailarino de tango (em aparência e sonho)&lt;br /&gt;Mestre de cozinha e "garçon".&lt;br /&gt;Abdiquei da causa própria e quiz provocar o desabafo.&lt;br /&gt;Fui irmão, companheiro, o melhor amigo.&lt;br /&gt;De partilhas se faz a vida! Assim o acredito!&lt;br /&gt;Voltei a errar. Voltei a chorar.&lt;br /&gt;Há coisas que não se podem querer ter ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Por muito que se ame.&lt;br /&gt;Amigo e amante, só se não fôr para a vida.&lt;br /&gt;E eu - o egoista- continuo a querer ser os dois!&lt;br /&gt;E a amar-te!&lt;br /&gt;Há dias e noites assim, em que tudo o que esperamos "sai pela culatra".&lt;br /&gt;Depois do desapontamento natural e das lágrimas que não se evitam,&lt;br /&gt;Fica apenas a grande esperança de que amanhã seja, realmente, um outro dia.&lt;br /&gt;E que eu possa olhar-te de frente e simplesmente dizer:&lt;br /&gt;Bom dia Amor, amo-te mais que ontem!&lt;br /&gt;Apenas queria ser um pouco mais, um pouco melhor, um pouco tudo!&lt;br /&gt;P'ró Futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a ele, ao Futuro. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5921422335342958068?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5921422335342958068/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5921422335342958068&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5921422335342958068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5921422335342958068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/08/mais-amigos-que-amantes.html' title='Mais amigos que amantes'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8437100975504915327</id><published>2008-08-02T16:26:00.004+02:00</published><updated>2008-08-02T16:37:55.222+02:00</updated><title type='text'>Charlottenstrasse 43</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Disse adeus à prisão de Wittler. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Com muito empenho e uma fé imensa num futuro diferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Entrei na casa da àrvore da rua das diferenças, da igualdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Contigo, mais que uma casa, tenta-se erguer um lar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mesmo que impossivel, mesmo que efémero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas é o sonho e o querer que nos liberta das prisões da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8437100975504915327?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8437100975504915327/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8437100975504915327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8437100975504915327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8437100975504915327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/08/charlottenstrasse-43.html' title='Charlottenstrasse 43'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5883396421529632711</id><published>2008-07-20T23:00:00.000+02:00</published><updated>2008-07-20T23:07:17.157+02:00</updated><title type='text'>Ninguém disse que ia ser fácil</title><content type='html'>“Ninguém disse que ia ser fácil” é uma frase que nos repetimos, a espaços, desde quase o primeiro momento em que nos reencontrámos. Longe estávamos nesse momento sequer de imaginar o quanto significado essa frase iria tomar nas nossas vidas. Mas os dias sucederam-se, os acontecimentos atropelaram-se e conseguimos ter sempre um momento em que de olhos nos olhos, nos confortámos mutuamente repetindo-nos a velha frase: “Ninguém disse que ia ser fácil”!&lt;br /&gt;Nos momentos mais difíceis deste meu “exílio”, recordo toda a convicção com que enfrentámos cada dia deste ano que já passou, e procuro forças nesse olhar que sempre me disse que não ia ser fácil, mas que seríamos capazes.&lt;br /&gt;Quando me sinto cansado, triste, desanimado, perdido, esquecido, negligenciado, ou outra coisa qualquer que me tire as forças, agarro-me a essas lembranças e procuro desesperadamente por um qualquer meio de comunicação que me permita sentir-te mais perto. Continuas a ser a minha força, o meu querer.&lt;br /&gt;Sei que com o passar dos meses, esta minha necessidade de contacto quase permanente cansa, que me pode transformar num chato grudento que não arranja mais nada que fazer de forma a passar o tempo. O tal tempo que custa tanto a passar.&lt;br /&gt;Mas confesso a minha incapacidade em arranjar forças de outra forma.&lt;br /&gt;Realmente “ninguém disse que ia ser fácil”, mas nunca acreditámos que viesse a ser tão difícil. E sem a tua força, fica ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil é mesmo só amar-te. Muito fácil. Desculpa este chato. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5883396421529632711?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5883396421529632711/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5883396421529632711&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5883396421529632711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5883396421529632711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/07/ningum-disse-que-ia-ser-fcil.html' title='Ninguém disse que ia ser fácil'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7143558961256380227</id><published>2008-07-16T01:25:00.000+02:00</published><updated>2008-07-16T01:25:36.513+02:00</updated><title type='text'>Não à sabotagem! Não ao Titanic! Sim a palhaçar no Oásis!</title><content type='html'>Estava eu a confrontar-me com a minha incapacidade de dar corpo a um texto que fizesse sentido a partir de pensamentos avulsos, que por muito que sejam meus nem a mim me fazia grande sentido porque estaria a tentar dar-lhes sentido, se o mais certo é não terem significado nenhum, por muito que quando me atravessem o espírito, atormentem a alma ou aqueçam o coração me pareçam o mais óbvio e natural de pensar, ainda para mais colocados avulsamente em texto forçado para o efeito, perderiam decerto toda e qualquer possibilidade de se parecerem com qualquer coisa que qualquer pessoa dita normal, ou mesmo especial, pudesse achar algum sentido em sentir. Estava eu portanto nesta minha dialéctica entre o querer afirmar o que sinto, o risível da forma como o penso e a falta de arte ou total incapacidade de arranjar maneira de tornar perceptível a terceiros aquilo que nem eu próprio entendo, excepto nos momentos em que penso tais coisas, quando me lembrei que mais valia não arriscar a proeza de não ser entendido, ser mal interpretado, passar por mal intencionado, tudo isto entre gargalhadas de desdém, olhares de reprovação e recomendações de ajuda psiquiátrica, e antes sim, trazer à luz da Lua um texto de apresentação de um livro, que confesso não ter lido e não fazer ideia se o conteúdo do dito coincide ou faz justiça à forma como é apresentado – vou pôr um ponto final nesta frase, embora continue na seguinte a abordar o mesmo tema, só para que o Saramago não me processe por plágio ortográfico. O livro que é apresentado intitula-se “Ideias para sabotar a nossa Vida” e pode ser que seja mais que apenas mais um daqueles livrinhos, agora muito em moda, de auto-ajuda e que resolvem tudo, tipo homem da Macroconta (já falecido). Gostei das ideias chave do texto de apresentação (agradeço a quem possa ter lido ou venha a ler que me comente algo mais sobre o assunto), pareceu-me uma abordagem séria sobre uma temática que confesso trazer na ordem do dia, e o mais importante de tudo, aquilo que realmente me convenceu a trazê-lo aqui, é que o que tinha previsto para ocupar algumas linhas desta trova, não fazia rigorosamente sentido nenhum. Espero que no fim de contas, retirem do que vão ler mais do que apenas “o mal menor”, que é no fundo aquilo que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa a transcrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ideias para sabotar a nossa vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacques Arènes (Psicanalista) e Nathalie Sarthou-Lajus (Teóloga), são os autores dum livro muito interessante e que da que pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da síntese deste livro resultam três pontos essenciais que o psicanalista considera serem três “mecanismos assassinos” que podem dar cabo da nossa vida, literalmente falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As nossa estratégias de sabotagem” é o título da síntese em questão, onde o especialista francês explica os mecanismos e dá pistas para os desactivar. Jacques Arènes começa por advertir contra o perigo das expectativas, dizendo que muitas pessoas afundam na tristeza ou no desânimo, justamente por terem expectativas demasiado altas ou distorcidas da realidade. È muito importante ajustar as nossas expectativas, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos “mecanismos assassinos” são os seguintes: a ruminação constante de ideias e sentimentos; viver permanentemente à defesa e sentir-se sempre responsável por tudo e por todos.&lt;br /&gt;A boa noticia é que a esmagadora maioria das pessoas tem activado em si apenas um ou dois destes mecanismos, mas raramente os três. Antes assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando pela ruminação constante, muitos dos que passam a vida a ruminar as suas mágoas acham que vivem no “lado errado” da vida. Sentem-se menos amados e consideram que têm menos oportunidades que os outros. Nem sempre é verdade mas, mesmo que seja, a energia que consomem nesta ruminação negativa é um desperdício fatal. Ainda que seja infinitamente mais fácil teorizar do que concretizar na prática, é possível tomar consciência desta atitude e fazer tudo para tentar contrariá-la.&lt;br /&gt;“Quando os meus pacientes insistem naquilo que não têm ou não tiveram nunca, como o amor dos pais, por exemplo, digo-lhes que não podem “refabricar” a sua infância e fazê-la mais feliz.&lt;br /&gt;Por outro lado, sublinho que aquilo que eles viveram, mais ninguém viveu e é essa singularidade que os constitui como pessoas e lhes dá mais profundidade como seres humanos”, esclarece Jacques Arènes. A ideia é ajudar estas pessoas a mudar o olhar sobre si mesmas, de forma a terem uma percepção mais clara sobre a margem de liberdade que têm para lidar com a falta de amor ou a adversidade . E é esta margem que nos permite cultivar uma atitude mais negativa ou mais positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos que vivem permanentemente à defesa, o psicanalista francês é muito eloquente : “Controlam os acontecimentos para se protegerem e nunca arriscam nada do ponto de vista afectivo. São pessoas que se constróem muito sozinhas, estabelecem metas demasiado ambiciosas e, na relação a dois, têm níveis de exigência desmedidos. Nunca ninguém realmente lhes serve, porque estão reféns dos seus próprios medos e ficam facilmente prisioneiros de ideais inalcançáveis”. O autor sugere que se baixem as defesas, identifiquem os seus medos e aceitem correr riscos pois, caso contrário, arriscam passar ao lado da própria vida. “É importante dizer a estas pessoas que a vida não volta a servir os mesmos pratos. Muitas das oportunidades que se perdem no momento ficam perdidas para sempre.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, os que se sentem responsáveis por tudo. Estes são os que acham que são os autores da própria vida e que chamam a si a responsabilidade por todos os fracassos. Os seus, os dos seus filhos, os dos seus pares e até, os dos seus amigos. Esta hiper-responsabilização pode traduzir-se de duas formas: a angústia permanente ou a vitimização constante. Jacques Arènes diz que ajuda muito pedir a opinião dos outros e ganhar distancia crítica em relação aos acontecimentos e às pessoas que lhes estão próximas. Só assim é possível escapar a esta espiral perversa de auto-acusação ou justificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, resumindo a ciência deste especialista, vale a pena estar atento aos nossos “mecanismos assassinos” e neutralizar todas as nossa estratégias de sabotagem da vida e da Alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim de transcrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que dizem? Valeu a pena a minha prosápia introdutória? Vontadinha de ler o livro? Há carapuças enfiadas ou perguntas feitas no intimo? Pois não sei. Cada um é como cada qual e mais uma quantidade de provérbios que agora não me ocorrem. Eu gostei do texto, gostei de o partilhar, e acho que é decerto mais útil do que meia dúzia de alarvidades lamechas, por muito sentidas que fossem. Como diz a minha amiga Cecília: “sem vontade de ter vontade não há vontade”, e eu hoje forcei a vontade de “palhaçar”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E termino a trova, imbuído de disposição “em alta”, trazendo outra pérola a esta face luminosa da Lua. Algo que há uns meses um amigo me escreveu em tom de alerta, que eu inicialmente refutei e depois entranhei. E só mesmo hoje para o partilhar. No meio de tanta animação, auto-ajuda e fuga a tudo o que me atormenta sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nada se compara com aquilo que te espera.&lt;br /&gt;Vais-te sentir mais só que os passageiros do Titanic.&lt;br /&gt;Vais sentir mais frio que os mendigos russos.&lt;br /&gt;Vais-te sentir mais triste que uma mãe que perdeu os filhos.&lt;br /&gt;Ainda assim aguentarás. Porque é urgente aguentar. Atravessar o deserto para valorizar a água do oásis.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta há-de chegar a Garcia. E eu descansarei no teu oásis lunar. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7143558961256380227?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7143558961256380227/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7143558961256380227&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7143558961256380227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7143558961256380227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/07/no-sabotagem-no-ao-titanic-sim-palhaar.html' title='Não à sabotagem! Não ao Titanic! Sim a palhaçar no Oásis!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-6476695950664824765</id><published>2008-07-13T16:30:00.000+02:00</published><updated>2008-07-13T16:28:40.599+02:00</updated><title type='text'>Amor sem Tempo</title><content type='html'>Dói cada vez mais. A cada dia que passa, embora esse passar encurte o caminho que me recolocará nos teus braços, sinto mais fundo e forte a tua ausência em mim, a minha ausência em ti. Tens em mim uma confiança inabalável, mas começas a questionar os porquês. Eu tenho uma esperança infinita em nós, mas sinto-nos cada vez mais longe.&lt;br /&gt;A tristeza da distância; o confronto com o desconhecido; a falta da companhia e do carinho; as vozes embargadas pela saudade e pelo cansaço; a procura e a espera constantes por notícias, mesmo quando sabemos não ter muito mais para contar ou ouvir; a ânsia de que o tempo avance rápido e sistematicamente se mostra parado; o tão grande querer e não saber nem como, nem quando, nem se se é capaz; a falta do olhar cúmplice, do sorriso expontâneo, do ombro forte e disponível, do corpo quente a velar o sono; as questões e dúvidas próprias e legítimas de quem sempre primou pelo uso da razão e agora se confronta com razões que a própria razão descohece ou não alcança, a líbido perdida ou atrofiada. O passar do tempo tudo isto aumenta, tristemente não traz respostas, confunde.&lt;br /&gt;O que temos e que tanto lutámos para construir não pode e não vai perder-se em tempo algum. Vai haver tempo para que em tempo o possamos viver em espaço comum e consciência absoluta. Esta é a minha convicção, o meu grande desejo. Que faz com que suporte todos os tempos.&lt;br /&gt;Que a tua confiança inabalável e a minha esperança infinita triunfem um dia sobre todas as farpas que o maldito tempo que não passa insiste em cravar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que nunca li nada de Inês Pedrosa, desconheço a sua obra e percurso. Não tenho por isso qualquer juizo de valor criado sobre si e a sua escrita. Por mero acaso do destino (potenciado pelo meu excesso de tempo vazio de significado) choquei de frente com a crónica da escritora, que transcrevo abaixo. De uma outra forma, mais que não seja porque cada um tem a sua forma própria de viver o Tempo e o Amor - uns com maior falta de um ou excesso do outro, ou uma incapacidade de entender em momento útil como viver com os dois ou a sua falta - julgo coincidir com a cronista em algumas das considerações que faz sobre o tema. As palavras a partir daqui são dela, os sublinhados são meus, a vontade de viver de determinada forma e não passar ao lado da Felicidade acho que é dos dois. E o meu sim, é para ti, meu Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Amor e o Tempo por &lt;em&gt;Inês Pedrosa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que não seja imortal, posto que é chama&lt;br /&gt;Mas que seja infinito enquanto dure"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vinicius de Moraes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PROBLEMA do amor é o tempo.&lt;/strong&gt; O tempo é, aliás, o problema de todos os sentimentos e actos da vida, o inescapável fantasma. O amor é a única possibilidade de transcendência temporal que nos é dada - não porque dure toda a vida mas por ser "infinito" enquanto dura, como escreveu Vinicius de Moraes. Paradoxalmente, neste nosso mundo de dia para dia mais sofisticado e carregado de sabedorias diversas, cada vez há mais gente menos certa de alguma vez ter conhecido o amor. Será o conhecimento assim tão incompatível com a eternidade? Teria razão aquele Deus castigador que condenou ao suplício da vergonha e dos trabalhos forçados as suas criaturas inaugurais, porque se atreveram a sair da plácida pobreza de espírito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a narrativa bíblica pode ser interpretada de outra forma: Deus enviou a maçã e a serpente para que as suas criaturas ganhassem o direito ao livre-arbítrio. Nesta interpretação, que me parece muito mais digna da divindade - porque parte do princípio da Liberdade -, Eva e Adão saíram do paraíso oferecido para construírem, eles próprios, o seu paraíso, à sua maneira. Beneficiaram de um crédito vantajoso de que mais nenhum casal no mundo voltou a dispor: eram os únicos seres humanos sobre a Terra. Incomparáveis. Nascidos, sem apelo nem agravo, um para o outro. Hoje, esta pré-determinação parecer-nos-ia o inferno (e é um inferno em que moram ainda muitas raparigas e rapazes, pelo mundo fora), mas, naquele Tempo sem tempo, o caso não se punha assim: Eva não sofria a concorrência de nenhuma Maria cheia de graça e sem celulite, e os músculos de Adão, mirraditos pela falta de ginásio e trabalhos duros, brilhavam na ausência de qualquer espelho, janela ou lavador de janelas. Podiam ficar fartos um do outro sem se aperceberem dessa fartura - não tinham mais ninguém com quem conversar. Não tinham sequer a possibilidade de se interrogarem sobre outras orientações sexuais. Viviam entre flores e frutos, em pleno desenvolvimento sustentável. Quando penso nesse paraíso, deixo de ter medo de cobras. Todas as coisas têm os seus lados positivos e as suas horas de fulgor. &lt;strong&gt;E estou em crer que, por muito que tenham gritado um com o outro, depois da saída do paraíso, e até amaldiçoado a sua sorte, Adão e Eva se divertiram mais nessa vida mortal que depois lhes coube do que na eternidade sem tempo de onde saíram.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pois que é a eternidade sem tempo? Nada. E o tempo sem eternidade? Um inferno.&lt;/strong&gt; Este período que nos calhou viver assemelha-se demasiado ao inverso do paraíso: em vez de pasmaceira e imortalidade, trabalho contínuo a contra-relógio. Um e outro sistema alienam a liberdade humana. O excesso de consciência da vida (ou seja, da morte) aniquila-nos a própria experiência da vida. Corremos, em vez de vivermos. Precipitamo-nos, em vez de escolhermos. Como aprendemos que o amor não se escolhe, coleccionamos beijos e corpos na ânsia de que essa essência mágica surja, como uma aparição, de dentro de um deles. A ansiedade pelo grande momento faz-se carrasco da possibilidade desse momento (Henry James escreveu sobre este tema um livrinho magistral, "A Fera na Selva").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos cercados pelo apelo da paixão. Lançamo-nos ao sexo em busca da paixão, ou para a esquecer, o que é sinal do mesmo desespero. Não queremos morrer sem ter vivido tudo, e o tudo é cada vez mais visível e impossível de alcançar. Acresce que demoramos mais a morrer; a velhice é tão implacável como sempre foi - com a gravidade suplementar de se ter tornado mais longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O infinito é a medida da eternidade humana. A ciência desfibra-nos em hormonas e compostos químicos para explicar que a paixão tem razões fisiológicas que se esgotam ao fim de dois anos de convívio (três, com sorte). Para que queremos saber tanto? Para perder o deslumbramento absoluto da primeira troca de olhares, para perder o contacto com a eternidade que só esses instantes de entrega radical nos dão a ver. Beijamo-nos e pensamos no dia em que deixaremos de nos beijar - sem reparar que o pensamento nos conduz de imediato a esse dia. Não nos entregamos para não sofrer - e que encantamento tem essa vida sem entrega?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Tu és a minha casa, contigo eu sou livre" &lt;/strong&gt;- diz o amante a Lady Chatterley, no belíssimo filme de Pascale Ferran, inspirado no clássico de D. H. Lawrence. O sexo levou este par de amantes à paixão, a paixão conduziu-os ao amor, a uma visão mais lúcida e radical da existência, e ao êxtase espiritual da liberdade partilhada. Por isso o filme acaba com um sim:&lt;strong&gt; "Chamar-me-ás se te sentires infeliz sem mim, mesmo que daqui a muito tempo?" Sim, diz ele.&lt;/strong&gt; Falta-nos hoje essa capacidade de nos entregarmos primeiro, sem medo, e de cobrir de flores o corpo amado, como se não houvesse outro corpo nem outra terra no mundo - e de então &lt;strong&gt;escolher a eternidade infinita desse momento como destino imóvel, para lá das mil circunstâncias e corpos da vida, num simples e imortal sim.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivam o Amor, em Tempo. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-6476695950664824765?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/6476695950664824765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=6476695950664824765&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6476695950664824765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6476695950664824765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/07/di-cada-vez-mais.html' title='Amor sem Tempo'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8153213703366661618</id><published>2008-07-09T22:18:00.004+02:00</published><updated>2008-07-09T23:17:06.794+02:00</updated><title type='text'>A lição, o tpc , o excel e a luz da Lua</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Acredito que todos os dias se aprende. Basta para tal que não nos abstenhamos de sentir e de pensar. Acredito que independentemente dos nossos estados de alma, de estarmos felizes e "de bem" com a Vida, ou de estarmos "em guerra" com os Deuses e seus desígnios, cada dia que passa é uma lição para exercitar no dia seguinte, que cada dia que começa é o "tpc" do dia anterior. E hoje não foi excepção. O dia de hoje proporcionou-me mais uma lição, com variados professores - que nesta escola não há professores titulares nem substitutos - e eu, tal como um bom aluno mas que se distrai com facilidade, tento agora no final da aula lembrar-me de tudo o que aprendi de forma a poder fazer o "tpc" e preparar-me para acolher outros ensinamentos amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje ocupei parte do meu dia a elaborar mapas de excel com comparativos de produção de vários anos, analisar desvios, perspectivar correcções. Depois dos mapas feitos tive que encontrar uma forma, um discurso, um método de "embrulhar" as conclusões da análise dos números expostos em mapa para remeter a um "ser" superior e que nada me tinha pedido. Tive então também que arranjar uma forma de fazer com que o discurso parecesse normal, atendendo que ninguém tinha solicitado o trabalho com que ocupei o dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ao fim da tarde, um bom amigo - tem lá as suas coisas - mas é um bom amigo, numa daquelas conversas banais de "estou aqui a fazer isto e depois vou fazer aquilo" às quais respondemos com a conversa do "pois tu aí e eu aqui a ter que fazer mapas de excel que ninguém pediu", disse-me em tom sarcástico " cada um escolhe a vida que quer", ao que respondi à pressa - há momentos em que as respostas nos saem mais rápido do que a capacidade de as pensar - "cada um escolhe a vida que pode".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A parte restante do dia ocupei-a como faço todos os outros dias. A tentar dar ânimo e consciência de vontade ou necessidade, por outras palavras, a ser um "chato do caraças" para com um outro ser superior, mas este tão superior que me ilumina. A preocupar-me com o seu bem estar, com o seu estado de alma, com o seu brilho de olhar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Agora que revi a lição, amanhã os meus "tpc's" vão ser os melhores da classe. Gostei do que aprendi hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Os trabalhos em que nos empenhamos sem que ninguém nos peça, aquilo que fazemos por convicção e de coração, afinal mais não fazem do que retirar o sarcasmo e dar todo o sentido a certas coisas que nos dizem. Afinal, a dias de hoje, o que escolhi é mesmo o que quero. E não me interessa o que mais podia escolher. Em suma, a lição de hoje é que mesmo que pareça uma perda de tempo, ele há coisas que valem todo o tempo do mundo. Como Tu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E amanhã lá estarei eu, todo sorridente, preparado para mais uma lição. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8153213703366661618?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8153213703366661618/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8153213703366661618&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8153213703366661618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8153213703366661618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/07/lio-o-tpc-o-excel-e-luz-da-lua.html' title='A lição, o tpc , o excel e a luz da Lua'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1990673983625129153</id><published>2008-06-30T00:02:00.003+02:00</published><updated>2008-06-30T01:27:52.731+02:00</updated><title type='text'>Uma noite com Bertold</title><content type='html'>"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.&lt;br /&gt;E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar."&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Bertold Brecht)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Curioso como em noite de vitória espanhola, é um alemão que me acompanha nos pensamentos.&lt;br /&gt;Brecht foi um dos muitos alemães que gritou, alertou e depois lutou (como pode, com as suas armas) contra o regime nazi. Foi atento, generoso, empenhado, sofredor, camarada, criativo, combativo. Mas falhou. O regime venceu e o Fuhrer reinou até ao suicídio. Brecht falhou, mas vive até hoje. E o seu bom conselho acompanha-me nesta noite. Noite que, também ela, começou por ser de vitória. Também eu vivo, como a Alemanha e a Europa dos anos 30, tempos de confusão e desordem, no viver, no pensar. Arbitrariedade não tenho é no sentir, no querer. Por isso, como o velho Bertold, lanço gritos apaixonados de alerta. E confio que nada é impossivel de mudar. E sonho que a minha luta não acabará como a dele, apenas como exemplo inspirador para os que vierem a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estás Amor? Se Deus quizer, bem. À luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1990673983625129153?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1990673983625129153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1990673983625129153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1990673983625129153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1990673983625129153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/uma-noite-com-bertold.html' title='Uma noite com Bertold'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4388561752289507439</id><published>2008-06-29T20:13:00.003+02:00</published><updated>2008-06-29T23:41:27.727+02:00</updated><title type='text'>Parabéns Espanha! Te quiero!</title><content type='html'>Há uma hora que Espanha é Campeã da Europa de futebol. E merecidíssima.&lt;br /&gt;Há uma hora que me senti também vencedor desse título.&lt;br /&gt;Há uma hora que tento partilhar o momento com quem tudo partilho. E neste momento sei que está feliz! Queria ter o meu espacito nesse seu momento de Felicidade. Queria ouvir a sua voz sorridente e feliz.&lt;br /&gt;Há uma hora que me tento convencer que serei o primeiro a partilhar esse momento.&lt;br /&gt;Há uma hora que o tento. E não vou desistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrela da tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia&lt;br /&gt;Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia&lt;br /&gt;Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia&lt;br /&gt;Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia&lt;br /&gt;E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria&lt;br /&gt;Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia&lt;br /&gt;Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor, meu amor&lt;br /&gt;Minha estrela da tarde&lt;br /&gt;Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde&lt;br /&gt;Meu amor, meu amor&lt;br /&gt;Eu não tenho a certeza&lt;br /&gt;Se tu és a alegria ou se és a tristeza&lt;br /&gt;Meu amor, meu amor&lt;br /&gt;Eu não tenho a certeza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram&lt;br /&gt;Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram&lt;br /&gt;Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram&lt;br /&gt;E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram&lt;br /&gt;Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam&lt;br /&gt;Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram&lt;br /&gt;E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto&lt;br /&gt;É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto&lt;br /&gt;Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto&lt;br /&gt;Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tal poema do Ary, com uma composição do Fernando Tordo, feita sob exigência de poder pôr "muitas palavras".&lt;br /&gt;Também penso em muitas palavras, mas só te queria dizer: Parabéns! Viva España! Te quiero mucho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidades aos Campeões. A quem conseguiu. Para todos os outros, tenhamos coragem e empenhemo-nos em ser melhores. Só vejo esse caminho. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4388561752289507439?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4388561752289507439/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4388561752289507439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4388561752289507439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4388561752289507439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/parabns-espanha-te-quiero.html' title='Parabéns Espanha! Te quiero!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-879177155539930702</id><published>2008-06-29T18:25:00.004+02:00</published><updated>2008-06-29T20:10:25.722+02:00</updated><title type='text'>Sinto-me muito português a gritar: España!!</title><content type='html'>Ele realmente há coisas que só quando passamos por elas, quando as sentimos na nossa pele, é que deixamos de as desdenhar ou olhar com olhos de desconfiança e pouca fé.&lt;br /&gt;Quando a solidão ataca em terras desconhecidas, quando estamos privados da companhia dos que mais queremos e não temos ninguém para acompanhar numa simples cerveja; quando nada do que olhamos à volta nos diz nada, nada se parece com o que intrinsecamente é nosso, então talvez percebamos o que durante anos nos foi indiferente. Pequenas coisas que se sentem de forma diferente e nos fazem sentir mais perto, para não dizer, vivos.&lt;br /&gt;Enquanto aguardo impaciente a vitória da "nossa" Espanha na final de hoje, bebo uma cerveja alemã e brindo ao som do "Vinho do Porto" do Paião, que hoje para mim, é um Hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro a serra semeada terra a terra&lt;br /&gt;Nas vertentes da promessa&lt;br /&gt;Nas vertentes da promessa&lt;br /&gt;Depois o verde que se ganha ou que se perde&lt;br /&gt;Quando a chuva cai depressa&lt;br /&gt;Quando a chuva cai depressa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nasce o fruto quantas vezes diminuto&lt;br /&gt;Como as uvas da alegria&lt;br /&gt;Como as uvas da alegria&lt;br /&gt;E na vindima vão as cestas até cima&lt;br /&gt;Com o pão de cada dia&lt;br /&gt;Com o pão de cada dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suor do rosto pra pisar e ver o mosto&lt;br /&gt;Nos lagares do bom caminho&lt;br /&gt;Nos lagares do bom caminho&lt;br /&gt;Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado&lt;br /&gt;Generoso como o vinho&lt;br /&gt;Generoso como o vinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pelo rio vai dourado o nosso brio&lt;br /&gt;Nos rabelos duma vida&lt;br /&gt;Nos rabelos duma vida&lt;br /&gt;E para o mundo vão garrafas cá do fundo&lt;br /&gt;De uma gente envaidecida&lt;br /&gt;De uma gente envaidecida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinho do Porto&lt;br /&gt;Vinho de Portugal&lt;br /&gt;E vai à nossa&lt;br /&gt;À nossa beira mar&lt;br /&gt;À beira Porto&lt;br /&gt;À vinho Porto mar&lt;br /&gt;Há-de haver Porto&lt;br /&gt;Para o nosso mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinho do Porto&lt;br /&gt;Vinho de Portugal&lt;br /&gt;E vai à nossa&lt;br /&gt;À nossa beira mar&lt;br /&gt;À beira Porto&lt;br /&gt;À vinho Porto mar&lt;br /&gt;Há-de haver Porto&lt;br /&gt;Para o desconforto&lt;br /&gt;Para o que anda torto&lt;br /&gt;Neste navegar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por isso há festa não há gente como esta &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E são atletas, corredores de bicicletas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E palavras indiscretas na boca de algum rapaz &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E as barracas mais os cortes nas casacas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alicerce da amizade em Portugal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É o conforto de um amor tomado aos tragos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que trazemos por vontade em Portugal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se nós quisermos entornar a pequenez &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se nós soubermos ser amigos desta vez &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não há champanhe que nos ganhe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nem ninguém que nos apanhe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porque o vinho é português&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A "bold" assinalo a parte do Hino que ouço em "repeat". A parte que me trás à memória muito do que hoje, à distância, sinto como um patrímonio único da portugalidade.&lt;br /&gt;A todos ofereço um brinde!&lt;br /&gt;E que Viva España!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Alemanha a torcer por Espanha, assim estou eu. E sempre, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-879177155539930702?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/879177155539930702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=879177155539930702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/879177155539930702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/879177155539930702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/sinto-me-muito-portugus-gritar-espaa.html' title='Sinto-me muito português a gritar: España!!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8943215695343818509</id><published>2008-06-27T20:43:00.005+02:00</published><updated>2008-06-27T21:09:09.833+02:00</updated><title type='text'>Não me esqueço que...</title><content type='html'>Pese embora ser Sexta-Feira, esta hoje, não é das piores.&lt;br /&gt;Porque é dia importante, e não só para mim.&lt;br /&gt;E é para mim importante e não uma simples e horrivel Sexta-Feira, como tantas outras vulgares;&lt;br /&gt;porque rigorosamente, não é só para mim importante.&lt;br /&gt;Marca não um fim, mas um recomeço.&lt;br /&gt;Marca uma alvorada de uma esperança renovada.&lt;br /&gt;Simboliza não um fim de uma outra semana, antes o ínicio de uma nova consciência;&lt;br /&gt;partilhada.&lt;br /&gt;Marca o sonho de crescer, de fazer andar em frente. O fim do pesadelo da espera.&lt;br /&gt;E como em tudo que no momento parece triste e depois se descobre não ser;&lt;br /&gt;Amanhã já não é Sexta-Feira, mas sim Sabado de Aleluias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há homens que lutam um dia, e são bons;&lt;br /&gt;Há outros que lutam um ano, e são melhores;&lt;br /&gt;Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;&lt;br /&gt;Porém há os que lutam toda a vida&lt;br /&gt;Estes são os imprescindíveis"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(Bertold Brecht)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span &gt;Como tu o és para mim. Continua a lutar sempre, Amor. Estarei contigo nas tuas lutas. Hoje venceste uma importante. E eu vou comemorar esta Sexta-Feira, com o teu sorriso no olhar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8943215695343818509?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8943215695343818509/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8943215695343818509&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8943215695343818509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8943215695343818509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/no-me-esqueo-que.html' title='Não me esqueço que...'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4178496781968631031</id><published>2008-06-27T18:16:00.003+02:00</published><updated>2008-06-27T18:29:05.066+02:00</updated><title type='text'>Fim de semana</title><content type='html'>Ainda recordo a emoção que era sempre que chegava mais uma Sexta-Feira. O alívio, a satisfação, a energia que tinha. Contudo não sabia o que queria, muito menos tinha alguma coisa.&lt;br /&gt;Hoje tenho e sei o que quero. E aterroriza-me a chegada do fim de semana. Sinto-me ainda mais no vazio, ainda mais deslocado e sinto o tempo ainda mais parado.&lt;br /&gt;Como recordo ter escrito "detesto a Segunda-Feira". Hoje esse dia é para mim, o mal menor. O que me deixa sem ar são as Sextas, os Sabados e Domingos em que me enterro em intermináveis sessões de auto-flagelação. E não sei que fazer. Vou inventando, fintando o tempo, mas não me consigo fintar a mim. E hoje é Sexta-Feira. Mais uma.&lt;br /&gt;O que me alenta e ainda faz sorrir, é que na próxima Sexta-Feira, tudo isto é mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim de semana, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4178496781968631031?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4178496781968631031/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4178496781968631031&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4178496781968631031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4178496781968631031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/fim-de-semana.html' title='Fim de semana'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2490807656577541077</id><published>2008-06-25T00:37:00.003+02:00</published><updated>2008-06-25T01:04:23.732+02:00</updated><title type='text'>É teu! Escreve o que falta!</title><content type='html'>&lt;span &gt;No segundo post que trouxe aqui à Tua luz, confessei que "vai e volta e será, talvez, o poema da da minha vida".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span &gt;Hoje, neste teu cinquagésimo sexto post, e neste momento em que tudo o que te queria dar era a minha presença, não encontro nada de mais meu, que sinta que é muito mais teu. E assim sendo, uma vez mais, mas hoje em definitivo, ofereço-to. Toma! É teu! És tu em cada verso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No teu poema&lt;br /&gt;existe um verso em branco e sem medida,&lt;br /&gt;um corpo que respira, um céu aberto,&lt;br /&gt;janela debruçada para a vida.&lt;br /&gt;No teu poema existe a dor calada lá no fundo,&lt;br /&gt;o passo da coragem em casa escura,&lt;br /&gt;e aberta, uma varanda para o mundo.&lt;br /&gt;Existe a noite,&lt;br /&gt;o riso e a voz refeita à luz do dia,&lt;br /&gt;a festa da Senhora da Agonia&lt;br /&gt;e o cansaço&lt;br /&gt;do corpo que adormece em cama fria.&lt;br /&gt;Existe um rio,a sina de quem nasce fraco ou forte,&lt;br /&gt;o risco, a raiva e a luta de quem cai&lt;br /&gt;ou que resiste,&lt;br /&gt;que vence ou adormece antes da morte.&lt;br /&gt;No teu poema&lt;br /&gt;existe o grito e o eco da metralha,&lt;br /&gt;a dor que sei de cor mas não recito&lt;br /&gt;e os sonhos inquietos de quem falha.&lt;br /&gt;No teu poema&lt;br /&gt;existe um cantochão alentejano,&lt;br /&gt;a rua e o pregão de uma varina&lt;br /&gt;e um barco assoprado a todo o pano.&lt;br /&gt;Existe um rio&lt;br /&gt;a sina de quem nasce fraco ou forte,&lt;br /&gt;o risco, a raiva e a luta de quem cai&lt;br /&gt;ou que resiste,&lt;br /&gt;que vence ou adormece antes da morte.&lt;br /&gt;No teu poema&lt;br /&gt;existe a esperança acesa atrás do muro,&lt;br /&gt;existe tudo o mais que ainda escapa&lt;br /&gt;e um verso em branco à espera de futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrima seca? Agora o meu sorriso!! E vai-te a eles, que o poema tem um verso em branco!!&lt;br /&gt;Eu fico aqui, sempre à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2490807656577541077?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2490807656577541077/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2490807656577541077&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2490807656577541077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2490807656577541077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/teu-escreve-o-que-falta.html' title='É teu! Escreve o que falta!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1976443405066616834</id><published>2008-06-24T00:39:00.005+02:00</published><updated>2008-06-24T01:58:09.277+02:00</updated><title type='text'>Os verbos, as opções e a Vida</title><content type='html'>v.tr. = verbo transitivo ; diz-se do verbo que pede complemento directo, complemento indirecto ou ambos.&lt;br /&gt;v.int. = verbo intransitivo ; diz-se dos verbos que exprimem estado, qualidade ou acção, que não passa do sujeito, ou seja, não pede complemento directo ou indirecto.&lt;br /&gt;v.refl. = verbo reflexo ; diz-se do verbo cujo complemento é um pronome da mesma pessoa do sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim vai a vida. Entre transitivos, intransitivos e reflexos. E vice-versa, e todos, e por vezes falta-me algum que seja isso, algo mais ou outra coisa qualquer, que não o que transita, o que não transita e ou reflecte. Como tudo na vida, a gramática também é uma questão de escolhas e adequações. De opções de sentidos, de todos os sentidos - que como bom substantivo também tem mais que um sentido, ou adequação. Enfim, escolhas gramaticais que são opções de acção ou modo, de tempo ou espaço - bem adverbiais. Sem adjectivos à mistura, serão sempre e somente opções singelas para quantificar o quanto se sente o verbo, ou direi a Vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-vos alguns exemplos, para que possam também fazer as vossas opções. De preferência gramatical e, porque não, de escrita pelas passagens da dita, a Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. sperare&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;ter esperança em;&lt;br /&gt;supor, ter como provável;&lt;br /&gt;aguardar, dar tempo;&lt;br /&gt;aguardar emboscado;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;estar à espera;&lt;br /&gt;crer, confiar;&lt;br /&gt;estar na expectativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desesperar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;fazer perder a esperança a;&lt;br /&gt;causar desespero a;&lt;br /&gt;irritar, enfurecer;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;perder a esperança;&lt;br /&gt;v. refl.,&lt;br /&gt;alucinar-se de raiva;&lt;br /&gt;encolerizar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperançar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. tr. e refl.,&lt;br /&gt;dar esperança a;&lt;br /&gt;ter esperanças;&lt;br /&gt;alentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;querer;&lt;br /&gt;ambicionar;&lt;br /&gt;cobiçar;&lt;br /&gt;almejar;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;ter desejos;&lt;br /&gt;aspirar ao que não se tem ou àquilo que não se frui;&lt;br /&gt;não deixar nada a -: satisfazer por completo, realizar com perfeição;&lt;br /&gt;fazer-se -: esquivar-se, para ser muito rogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. amare&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;ter amor a;&lt;br /&gt;gostar muito de;&lt;br /&gt;desejar;&lt;br /&gt;escolher;&lt;br /&gt;apreciar;&lt;br /&gt;preferir;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;estar apaixonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;ter vida;&lt;br /&gt;existir;&lt;br /&gt;durar;&lt;br /&gt;habitar, residir;&lt;br /&gt;alimentar-se;&lt;br /&gt;nutrir-se;&lt;br /&gt;comportar-se;&lt;br /&gt;ter relação com;&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;passar (a vida);&lt;br /&gt;consagrar a vida a;&lt;br /&gt;v. refl.,&lt;br /&gt;existir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambicionar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. ambitione&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;desejar com veemência;&lt;br /&gt;cobiçar;&lt;br /&gt;apetecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resistir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. resistere&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;opor resistência;&lt;br /&gt;não ceder;&lt;br /&gt;fazer face a;&lt;br /&gt;defender-se;&lt;br /&gt;recusar-se;&lt;br /&gt;aguentar-se;&lt;br /&gt;não sucumbir;&lt;br /&gt;subsistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de real&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;pôr em prática;&lt;br /&gt;tornar real;&lt;br /&gt;executar;&lt;br /&gt;conseguir;&lt;br /&gt;efectuar;&lt;br /&gt;ser o autor (ou o realizador) de um filme ou de uma emissão;&lt;br /&gt;v. refl.,&lt;br /&gt;tornar-se real;&lt;br /&gt;efectuar-se;&lt;br /&gt;cumprir-se;&lt;br /&gt;desenvolver-se;&lt;br /&gt;levar a cabo (projectos, ideias, etc. );&lt;br /&gt;actualizar potencialidades próprias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. luctari&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;travar luta;&lt;br /&gt;combater;&lt;br /&gt;altercar;&lt;br /&gt;esforçar-se.&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;vedar com o luto;&lt;br /&gt;betumar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. subridere&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;rir sem fazer ruído;&lt;br /&gt;rir de leve, apenas fazendo uma pequena contracção dos músculos faciais;&lt;br /&gt;apresentar aspecto agradável;&lt;br /&gt;dar esperanças;&lt;br /&gt;ser favorável, favorecer;&lt;br /&gt;mostrar-se prometedor;&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;significar de um modo risonho;&lt;br /&gt;exprimir com agrado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chorar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. plorare&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;derramar lágrimas;&lt;br /&gt;queixar-se, lamentar-se;&lt;br /&gt;constranger-se de dor;&lt;br /&gt;afligir-se, prantear-se;&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;deplorar, prantear;&lt;br /&gt;arrepender-se;&lt;br /&gt;sentir a perda de.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. sentire&lt;br /&gt;v. tr.,&lt;br /&gt;perceber por meio de qualquer dos sentidos;&lt;br /&gt;experimentar;&lt;br /&gt;lastimar;&lt;br /&gt;reconhecer;&lt;br /&gt;dar conta ou fé de;&lt;br /&gt;notar com estranheza, desgosto ou mágoa;&lt;br /&gt;ter o sentimento do belo;&lt;br /&gt;apreciar;&lt;br /&gt;v. int.,&lt;br /&gt;receber impressões;&lt;br /&gt;sofrer;&lt;br /&gt;ter pena;&lt;br /&gt;v. refl.,&lt;br /&gt;ter o conhecimento, a consciência do seu estado ou disposição;&lt;br /&gt;mostrar-se magoado, melindrado;&lt;br /&gt;ressentir-se;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Lat. somniare&lt;br /&gt;&lt;div&gt;v. int., &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ter sonhos; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;dormir sonhando; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;entregar-se a fantasias e devaneios; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ter ideia fixa; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;v. tr., &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ver; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;imaginar em sonhos; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;supor; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;prever.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Transitem, não transitem ou optem pelos reflexos, mas seja como fôr, que fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1976443405066616834?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1976443405066616834/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1976443405066616834&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1976443405066616834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1976443405066616834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/os-verbos-as-opes-e-vida.html' title='Os verbos, as opções e a Vida'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-217579922296927927</id><published>2008-06-22T14:28:00.003+02:00</published><updated>2008-06-22T16:45:26.210+02:00</updated><title type='text'>Tese de doutouramento ou eu em Marte</title><content type='html'>Ontem foi um daqueles dias capazes de marcarem uma vida. E capazes de a marcarem de várias formas, em que todo o tipo de marcas são possiveis. Um daqueles dias, que aquelas pessoas, como eu, que se dizem conhecer muito bem, têm medo que aconteçam. Sei o quanto sou instável, e por isso imprevísivel, quando confrontado com situações e estados de alma que não domino, que me são cruéis, capazes das mais extemporâneas reacções, reveladoras dos meus medos e inseguranças. Aqueles dias em que fechados sobre nós mesmos e nos nossos males e devaneios somos capazes de arruinar tudo o que nos é mais querido, de nos fazermos mal e a quem nos ama. O dia de ontem começou comigo perdido, completamente destroçado por um inexplicável entrelaçado de sentimentos e emoções confusas e disformes, que me faziam suar quente e frio e a custo me deixavam respirar. Via tudo a côr preta, incapaz de reagir à dor que sentia e me fazia sentir no mais pequeno, abandonado e desprezível ser. Que mal me podia ter feito! Que marca nos poderia ter deixado! Foi como testar a teoria das probabilidades fumando um cigarro sentado encima de um jerricam a vazar combustível. Assim começou o dia, assim estava eu.&lt;br /&gt;E heis que por entre tamanha nuvem negra a cuspir raios de energia negativa, mesmo à distância de meia Europa, paciente, carinhosa e abnegadamente me resgatáste  para uma viagem especial, espacial. Lenta mas segura, descobriste o caminho de me levar contigo para porto seguro, para o planeta encantado, que é o teu.&lt;br /&gt;Quando, mais tarde no dia, ingenuamente te pedi, que um dia me levasses contigo numa dessas tuas fugas espaciais, já tu me tinhas andado durante horas a passear de mão dada, a apresentar toda a beleza desse mundo, que é tão teu. Só quando adormeci tomei consciência de onde estava, que o que via e ouvia era resultado de uma viagem de sonho. Muito querida e esperada, mas que me ofereceste realmente quando mais precisava dela, inesperadamente. E hoje ao acordar senti-me sorrir.&lt;br /&gt;Recordei o dia de ontem, e a partir dele quase toda uma vida. Recordei os dias amargos em que nada fazia sentido, em que nem sequer se procurava um sentido, por falta de forças e convicções. Recordei os dias tristes passados em tristes companhias, com os sentidos embriagados pela facilidade do prazer. Recordei a falta de consciência com que encarava essa triste forma de vida e como ela era um fim em si mesma. Recordei o quanto me transformei numa triste personagem que se alimentava de uma imagem que criara para consumo externo e que chorava por falta de essência a cada noite em que decidia ter que dormir.&lt;br /&gt;Revivi a noite em que Deus (sim porque eu acredito Nele, e hoje ainda mais, porque sei o quanto é meu amigo) colocou à minha frente a possibilidade de reabraçar a essência esquecida. Revivi esse abraço que te dei. Revivi os dias que se seguiram e em que voltei a ter motivações e convicções. Em que, a custo, consegui voltar a fazer funcionar os "Ticos e Tecos" hibernados e quase moribundos. Revivi as noites com sono, mas que não dormia, para conseguir entender o que de tão especial estava a sentir, e que me fazia querer alguém mais que alguma vez me tinha querido a mim mesmo. Revivi o gosto único, inexplicável e inesquecível de um beijo que, não tenho dúvidas, me recolocou no lado certo da vida.&lt;br /&gt;Passei em revista as horas e dias de momentos tão especiais, vividos com a intensidade de uma vida. Com vontades e receios que desconhecia ou tinha esquecidos, abandonados numa qualquer cratera do meu triste subconsciente. Voltei a ouvir as frases que me deram ânimo para seguir o novo caminho. Revi os gestos carinhosos e a busca a medo, mas confiante, que fizeste de ti e de mim.&lt;br /&gt;Reli o "medo assustado" e todas as outras pérolas que fomos capazes de escrever, para nos provocar, para nos conhecermos, para nos testármos, para criarmos consciência. Voltei a travar conhecimento com planetas e sapos perdidos, que no momento me assustaram mas deram ganas de insistir, perseverar, ir mais fundo. Voltei a olhar a Lua de perto e a cantá-la por a saber "sempre lá, mesmo que não a visse".  Confrontei-me novamente com os teus desabafos "a fundo negro", que quantas e quantas vezes me espicaçaram a alma e o querer, que me guiaram por um mundo que desconhecia e que passei a querer também meu.&lt;br /&gt;Olhei para mim e vi que tinha renascido. Olhei para ti e para o teu cachecol às riscas arco-íris e percebi porquê. Percebi o porquê de todos os dias ter vontade de entrar nesse teu mundo, mesmo que como "intruso", a vontade de fazer com que não me expulssásses e gostásses da companhia. Percebi porque a Lua terá sempre um trovador atento e companheiro. Percebi porque os poetas cantam, gritam, sussurram palavras que antes não entendia e agora lamento não ter sido eu o primeiro a escrevê-las para ti.&lt;br /&gt;Agradeci todas as noites em que assisti às tuas lutas por me fazeres mais feliz. Noites que custavam a passar, mas que tive o grande previlégio de ser o objectivo e o objecto. Agradeci todas as conquistas a dois. Todas as conversas intermináveis que nos oferecemos e nos fizeram crescer mais que anos de tertúlias. Agradeci aos construtores que plantaram tantos parques de estacionamento nas nossas cidades. Agradeci a capacidade de me emocionar e chorar. Agradeci ter conseguido "estar lá" sempre que que os teus silêncios pediam ajuda. Agradeci pela "melhor praia do mundo", pelos momentos em que o "palhacito" se soltou e arrancou as gargalhadas que hoje animam a minha ausência.&lt;br /&gt;Que manhã bonita a de hoje! Que sensação a de acordar contigo, mesmo contigo tão longe. Que bom foi ouvir o teu "Bom dia Amor" e ficar deitado a ver tudo isto a acontecer à minha frente.&lt;br /&gt;Aprendi que sempre que viajavas a Marte ias à procura da paz e compreensão que não encontravas a teu lado. Procuravas um lado da vida (de uma vida qualquer) mais fácil e bonito que sabias merecer e te era tão díficil de viver no meio de tanta complicação e dificuldade. Percebi que as viagens pararam quando sentiste não haver mais necessidade de procurar tão longe. Percebi que partiste imediatamente para lá, quando me sentiste em perigo e que me quizeste pôr a salvo.&lt;br /&gt;Valeu a pena o sofrimento de ontem. Valeu a pena a errância de tantos anos. E vai valer a pena teres aberto a porta do teu mundo e da tua vida a este ser, que ontem entendeu finalmente, quando se viu no espaço, que te ama muito, mas não mais que o tanto que tu me amas.&lt;br /&gt;E assim, estou hoje de convicção renovada, que o caminho percorrido nestes últimos 14 meses (curioso como as datas, sem querer se repetem), é imparável. e que depois desta visita a Marte, a próxima estação, seja ela onde fôr, estará muito próxima e será a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ti Lua, com todo o meu Amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-217579922296927927?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/217579922296927927/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=217579922296927927&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/217579922296927927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/217579922296927927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/tese-de-doutouramento-ou-eu-em-marte.html' title='Tese de doutouramento ou eu em Marte'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4685709196639923483</id><published>2008-06-21T18:55:00.002+02:00</published><updated>2008-06-21T19:21:14.889+02:00</updated><title type='text'>Que o tempo passe!</title><content type='html'>Hoje é daqueles dias em que não deveria escrever, em que não deveria falar. Pois não consigo passar nada de bom ou inspirador. E é importante sermos inspiradores, fazermos passar boas vibrações, bons sentimentos. E certamente hoje não o conseguirei fazer. Mas arrisco a escrever, mais que não seja para ocupar o tempo com algo que me estimule as capacidades mentais. Mais que não seja para me manter lúcido. É que o tempo não passa. É que estou preso. E magoa estar preso e sentir tanto o peso do tempo parado, sem encontrar motivos para tal pena, para tal condenação.&lt;br /&gt;Mas assim acontece. Para além do peso normal que a distância e ausência têm em mim e na minha vida, hoje está aumentado pela sensação de prisão, de injustiça, de carência mental, física e também material. Hoje nada tem sentido. Nem sequer o querer encontrar sentido. Chorar já não acalma. Dormir não descansa. Lêr não distrai. Pensar atormenta. A única coisa que me conforta é manter-me em contacto. Saber que estás aí. Que me lês. Que me sentes. Que me amas.&lt;br /&gt;Uma vez mais, és a minha âncora, o meu refúgio, o meu escape. A voz amiga que me faz falta. A luz que me mantém fora do escuro.&lt;br /&gt;Mas uma vez mais, descarrego em ti todo o peso que sinto. E isso também não é justo. Mas como posso eu evitar. Queria ser mais forte, mas as forças por vezes fogem-me.&lt;br /&gt;Desculpa Amor. Obrigado Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, não escrevo mais hoje. Prometo. E assim passou mais um pedaço de tempo. Que é tudo o que quero. Que o tempo simplesmente passe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem, à Luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4685709196639923483?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4685709196639923483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4685709196639923483&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4685709196639923483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4685709196639923483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/que-o-tempo-passe.html' title='Que o tempo passe!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3232794751893608885</id><published>2008-06-10T23:58:00.003+02:00</published><updated>2008-06-11T00:25:19.638+02:00</updated><title type='text'>Complexo, eu? É simples!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Dizem que sou pessoa de muitas palavras, de muitos gestos, de muitas vontades. Que exagero nas demonstrações e nos alheamentos. Que sufoco, sugo, pontapeio, destruo, entronizo, venero e defendo. Em momentos consecutivos e até no mesmo momento. Pode ter sido que sim. Pode ser que assim seja.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas tu conheces-me. Sabes que no meio dessa complexidade, sou de grande simplicidade. A simplicidade que vem de apenas não querer passar ao lado da Vida. Seja isso o que fôr.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, é poder esmagar Andes de saudades. Sentir junto a mim o peito que se cobre com o cachecol arco-íris que já vejo até em campanha pela América. Hoje, é simplesmente que chegue amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Pessoas fortes, personalidades fortes, sentimentos fortes. Mas, no fundo, tudo tão simples. E que tão simples que é. Amo-te. Quero-te. E amanhã vou poder, simplesmente, dar-te a mão e fazer sentir tudo isso. Mas hoje, antes de dormir, o meu histerismo faz-me escrevê-lo. Assim simples, como sei que o lês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Até amanhã, Amor. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3232794751893608885?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3232794751893608885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3232794751893608885&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3232794751893608885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3232794751893608885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/complexo-eu-simples.html' title='Complexo, eu? É simples!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3912716657053682604</id><published>2008-06-09T21:42:00.003+02:00</published><updated>2008-06-09T22:17:15.743+02:00</updated><title type='text'>Melancolia</title><content type='html'>Hoje, volto aos poetas. Aqueles tais, onde por vezes, vamos tentar encontrar as razões e as explicações para coisas que sentimos, sem explicação, vindas do nada, para onde acredito que voltarão. E os poetas, os tais, nada nos explicam, apenas nos reconfortam, por sabermos que antes de nós, houve quem já também tivesse sentido e procurado explicação. Não conheço em pormenor a história pessoal destes poetas que hoje trago à luz da Lua, mas do que sei, acredito que os registos que lhes trago são apenas parte de momentos de introspecção lúcida e embriagada, partes de vidas cheias, que deixaram saudades. Também eu acredito que tudo é uma parte de um todo, que quero cheia e intensa. Mas hoje senti a tal necessidade de, pelo menos, perguntar porquê aos poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melancolia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maneira romântica de ficar triste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Mário Quintana)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nem tudo é fácil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.&lt;br /&gt;É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada.&lt;br /&gt;É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.&lt;br /&gt;É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.&lt;br /&gt;É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua. É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.&lt;br /&gt;É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.&lt;br /&gt;É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.&lt;br /&gt;Se você errou, peça desculpas...&lt;br /&gt;É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?&lt;br /&gt;Se alguém errou com você, perdoa-o...&lt;br /&gt;É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?&lt;br /&gt;Se você sente algo, diga...&lt;br /&gt;É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?&lt;br /&gt;Se alguém reclama de você, ouça...&lt;br /&gt;É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?&lt;br /&gt;Se alguém te ama, ame-o...&lt;br /&gt;É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?&lt;br /&gt;Nem tudo é fácil na vida... Mas, com certeza, nada é impossível&lt;br /&gt;Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos,&lt;br /&gt;Mas também tornemos todos esses desejos, realidade!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Cecília Meireles)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ai de quem ama&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanta tristeza&lt;br /&gt;Há nesta vida&lt;br /&gt;Só incerteza&lt;br /&gt;Só despedida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar é triste&lt;br /&gt;O que é que existe?&lt;br /&gt;O amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ama, canta&lt;br /&gt;Sofre tanta&lt;br /&gt;Tanta saudade&lt;br /&gt;Do seu carinho&lt;br /&gt;Quanta saudade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar sozinho&lt;br /&gt;Ai de quem ama&lt;br /&gt;Vive dizendo&lt;br /&gt;Adeus, adeus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Vinícius de Morais)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E Quarta-Feira certamente este momento é passado enterrado. Há uma luz que me vai fazer sorrir na sua presença. E ajudar a viver Futuro. Feliz.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fiquem bem, à luz da Lua&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3912716657053682604?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3912716657053682604/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3912716657053682604&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3912716657053682604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3912716657053682604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/06/melancolia.html' title='Melancolia'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4884044024476650900</id><published>2008-05-27T23:47:00.004+02:00</published><updated>2008-05-28T00:07:33.333+02:00</updated><title type='text'>A luz do teu sorriso faz o Amanhã luminoso</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Começo por ter medo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Medo de mim e de estar longe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Páro, penso ou sinto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Onde estaria eu melhor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Só aqui, neste momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Já que não posso partir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Porque melhor que aqui,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Só noutro lugar, a vêr-te sorrir!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Os medos vencem-se. O objectivo sente-se. O sonho partilha-se. O espaço conquista-se. O Presente vive-se. E o teu sorriso é o Futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E amanhã já é Futuro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4884044024476650900?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4884044024476650900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4884044024476650900&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4884044024476650900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4884044024476650900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/05/luz-do-teu-sorriso-faz-o-amanh-luminoso.html' title='A luz do teu sorriso faz o Amanhã luminoso'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4829970800477245405</id><published>2008-05-20T16:42:00.001+02:00</published><updated>2008-05-20T16:45:39.124+02:00</updated><title type='text'>Conclusão: Os Deuses não têm culpa!</title><content type='html'>Porque é que, com o avançar dos séculos, cada vez há mais crentes fanaticamente religiosos e porque é que cada vez mais o poder religioso é maior? Sendo que também o conhecimento e a capacidade de interpretar o Mundo e as suas coisas, é também maior do que nos séculos passados? Ora o que é que todas as religiões apregoam? Que é no pós Vida que se atinge a Felicidade plena. Que a vida terrena é apenas uma necessária passagem para esse outro plano, a que chamam Eternidade. Ensinam também que é necessário aceitar com abnegação as provações terrenas para melhor saborear a Felicidade Eterna.&lt;br /&gt;Chego à conclusão que não é necessário ser crente em religião alguma para entender o porquê de tal construção retórica e metafórica. A forma mais directa de alcançar o entendimento das pessoas é usar a sua linguagem. E a forma comum de ver a Vida (a terrena, a de todos os dias) é rigorosamente a mesma da que as Religiões falam para a tal Vida depois da Morte. Que amanhã vai ser melhor, que depois de amanhã vai ser diferente, que é preciso estar mal agora para manter a perspectiva de poder estar melhor depois, um dia quem sabe? A mesma retórica, a mesma abnegação, a mesma fatalidade, o mesmo “chutar para a frente” o alcançar da Felicidade. Sem luta, sem esforço, com medo. Assim, só mesmo por vontade de um qualquer Deus é que as coisas acontecem. Porque nós, estamos sempre e só à espera de uma tal combinação de factores que nos permitam (sim permitam, até o verbo é passivo) ser Felizes, que o mais certo é ter que acreditar que só mesmo numa outra vida.&lt;br /&gt;Conseguíssemos nós ser mais crentes nas nossas capacidades e perseguir de forma corajosa as nossas vontades, enfrentando a luta das provações (que existirão sempre), arriscássemos mais em ser felizes em vez de aguardar que a Felicidade chegue um dia vinda por obra e graça de um outro qualquer ser, e acredito que o Mundo seria menos religioso e mais Feliz.&lt;br /&gt;Mas, pelo que conheço de mim e dos outros, as Religiões e os seus Deuses, irão continuar a conseguir remeter a nossa Felicidade para as tais calendas para onde já na Antiguidade a remetiam. Culpa minha. Culpa nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vale a pena tentar mudar o rumo. Eu acredito que sim. Haja coragem, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4829970800477245405?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4829970800477245405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4829970800477245405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4829970800477245405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4829970800477245405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/05/concluso-os-deuses-no-tm-culpa.html' title='Conclusão: Os Deuses não têm culpa!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1551807492432534469</id><published>2008-05-13T20:12:00.003+02:00</published><updated>2008-05-13T20:41:03.708+02:00</updated><title type='text'>Lembras-te? É dia de recordar?</title><content type='html'>Recordo-me, como se tivesse sido ontem, do momento em que te escrevi e dediquei o pensamento, o sentimento, a vontade, da qual hoje extraio este excerto. Contudo, foi há já mais de um ano. Lembro o quanto te esforçáste no momento por argumentar que muito do que te escrevia não fazia sentido. Volvido um ano, tantas descobertas, tantas partilhas, tanto esforço, tantas tristezas e alegrias, quantas decisões e quantos medos (uns mais assustados que outros), convido-te a reencontrar esse pensamento sentido e essa vontade profunda, que desde esse dia tenho partilhado contigo e sobre ele tentado construir uma nova vida e uma nova forma de Felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“… As Revoluções não podem ter hora marcada, mas deve haver coragem de as fazer sempre que a vontade de mudar é maioritária e bloqueada por minorias ou minudências sem sentido…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sim, sei que a tens feito, que a estás a fazer. Tão sofrida às vezes! Que a vamos fazer até ao fim. Acredito que de mão dada! Passou um ano e cada vez mais faz sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1551807492432534469?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1551807492432534469/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1551807492432534469&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1551807492432534469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1551807492432534469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/05/lembras-te-dia-de-recordar.html' title='Lembras-te? É dia de recordar?'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7046158374218450707</id><published>2008-05-12T11:17:00.002+02:00</published><updated>2008-05-12T12:10:15.656+02:00</updated><title type='text'>Um dia especial!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Tanto que se passou neste ano. Tanto que se viveu. Tanto que se aprendeu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;De um dia para o outro, a vida passou a ter interesse redobrado. Deixou de ser apenas o trabalho e a boa vida. Passou a ser iluminada por uma força maior. Passou a ser guiada por uma vontade imensa que desconhecia ter. Aprendi que há coisas na vida em que vale mais um impulso, que mil razões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Aprendi o quanto vale um sorriso. O quanto vale um olhar. O quanto vale a cumplicidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje estou longe. Claro que estou nostálgico. Claro que não me é fácil, e muito menos hoje, estar sózinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas olho para o alto e sei que estás lá. Também aprendi a vêr-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Acredito que quem viveu um ano como este que hoje passa, não pode, não merece e não vai estar só por muito tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Amor, foi o primeiro ano do resto da minha vida. E é de mão dada contigo que quero passar pelos que estão para vir. Continua assim, a ser a força, a razão e o doce. Tudo aquilo que por vezes me falta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Obrigado por me teres deixado entrar, por me teres deixado ficar. Sou 366 vezes mais feliz que no dia em que me perdi algures entre a Arrentela e o Seixal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Foi preciso perder-me para me encontrar, foi preciso conhecer-te para descobrir o significado de "Felicidade" e um sentido para "és Especial". Oh Lua!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Que tenhas um dia feliz! Eu acordei contigo a meu lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7046158374218450707?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7046158374218450707/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7046158374218450707&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7046158374218450707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7046158374218450707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/05/um-dia-especial.html' title='Um dia especial!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1249291174915186961</id><published>2008-04-10T22:57:00.003+02:00</published><updated>2008-04-10T23:51:10.300+02:00</updated><title type='text'>Hoje fechou-se uma porta. Abriu-se o Futuro.</title><content type='html'>Começou como o concretizar de um sonho, o cumprir de um objectivo muito querido, quase único. Foi um refúgio, um escape, uma escola, mais que uma casa. Trouxe uma certa ideia de felicidade alcançada. Mas trouxe também pressão desmesurada, complexos de incompetências, incompreensões, inconsciências, alheamentos, medo. Uma estranha forma de dependência consciente que se pensa poder controlar, com o inerente e constante cansaço físico, a fadiga mental, a negação disfarçada de consciência de dívida, a perda de auto-estima. A luta pela mudança e retomar do sonho, sucessivas tentativas de provar o que não havia para provar, o desânimo e daí novamente ao refúgio, ao escape, à pressão. O verdadeiro dilema.&lt;br /&gt;Chegou ao fim. Cabeça erguida. Dever cumprido. Competências assumidas e recuperadas. Foi uma experiência para a vida. Para sempre recordar. Tudo o que deu, tudo o que tirou. Mais que tudo, tudo o que ensinou. Nova fase, novos desafios. Nova consciência, nova vida. Novos caminhos. Maior exigência. Alegria. Sorriso. E a haver erros, que sejam também novos.&lt;br /&gt;Conta comigo para a nova vida que começa. O futuro está de portas abertas à tua frente. Estou muito feliz por ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sonham como estou sorridente hoje, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1249291174915186961?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1249291174915186961/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1249291174915186961&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1249291174915186961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1249291174915186961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/hoje-fechou-se-uma-porta-abriu-se-o.html' title='Hoje fechou-se uma porta. Abriu-se o Futuro.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8765799207066755217</id><published>2008-04-09T19:36:00.002+02:00</published><updated>2008-04-09T19:40:04.363+02:00</updated><title type='text'>O sorriso da Lua</title><content type='html'>Começo a dar razão a todos quanto me adjectivam de lírico ou pouco ambicioso. Eis que dou por mim, sinceramente, a medir o sucesso dos meus dias, pelo número de sorrisos que lhe consigo colocar no rosto. Rosto que não vejo, mas tanto sinto e sei de cor.&lt;br /&gt;Não sei se hei-de ficar triste ou feliz. Triste, por não conseguir alcançar o sucesso diariamente e ser dele testemunha ocular. Feliz, por ainda acreditar, que não existe ambição maior do que conseguir diariamente, ver sorrir a pessoa que se ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando sorris, consegues que eu sorria contigo. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8765799207066755217?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8765799207066755217/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8765799207066755217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8765799207066755217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8765799207066755217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/o-sorriso-da-lua.html' title='O sorriso da Lua'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-238786732149268149</id><published>2008-04-09T01:17:00.001+02:00</published><updated>2008-04-09T01:20:55.122+02:00</updated><title type='text'>Tudo vem "esbarrar" comigo. Estou confuso.</title><content type='html'>Hoje após o almoço ouvi de um quase estranho umas frases em tom de alerta recriminatório, que me deixaram a pensar. Não por o tema me ser desconhecido, ou por não pensar já muito sobre ele. Mas sim pelo alerta ter vindo de quem veio, que mal me conhece, pouco ou nada sabe sobre mim, mas que decerto terá alguma experiência vivida que o precipitou no desabafo. A minha memória retém as suas palavras:&lt;br /&gt;“ Só por cá passamos uma vez. Não temos segunda oportunidade para fazer diferente. Você veja lá o que está a fazer ou a deixar de fazer. Ou é daqueles que acredita que depois da reforma é que vai aproveitar a vida? Acredite que os anos passam e que a juventude já não volta. E o que fez você dela? Estudou, ganhou dinheiro, e? Viveu os melhores anos sozinho? Num país que lhe é estranho? Longe de quem gosta? Tenha juízo! Que se chegar à reforma, vai gastar o tempo nos médicos e arrepender-se muito do que está a deitar fora agora.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que terá marcado a vida ou não vida do pobre homem, para assim do nada, questionar de forma tão directa a vida de um estranho? Que mais terá ele para contar?&lt;br /&gt;Que mais terei eu que ouvir? E que questionar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sei que ele nem sonha, o quanto doeu ouvi-lo e sentir que tem razão. Fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-238786732149268149?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/238786732149268149/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=238786732149268149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/238786732149268149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/238786732149268149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/tudo-vem-esbarrar-comigo-estou-confuso.html' title='Tudo vem &quot;esbarrar&quot; comigo. Estou confuso.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1359618069200922202</id><published>2008-04-08T01:13:00.003+02:00</published><updated>2008-04-08T09:34:33.150+02:00</updated><title type='text'>Porque também é preciso!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;"Para ser grande, sê inteiro: nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Teu exagera ou exclui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sê todo em cada coisa. Põe quanto és&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;No mínimo que fazes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Assim em cada lago a lua toda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Brilha, porque alta vive."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Porque não só te amo e quero. Também muito te admiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ricardo Reis já em 1933 escrevia a pensar que um dia, o poema, iria ser teu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Quem bem que se está, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1359618069200922202?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1359618069200922202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1359618069200922202&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1359618069200922202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1359618069200922202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/porque-tambm-preciso.html' title='Porque também é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-723817239172234078</id><published>2008-04-07T22:41:00.003+02:00</published><updated>2008-04-07T23:03:02.718+02:00</updated><title type='text'>Eu preciso. É preciso.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sinto uma vontade imensa que não consigo suster. Que não consigo calar. Uma vontade imensa de gritar que quero ser feliz. E que para isso preciso:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de ar,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de respirar fundo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de sol bem alto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um olhar profundo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um abraço apertado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um sorriso desarmante,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de uma conversa sem pressas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um brinde em ambiente terno,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de uma noite de entrega,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de um pequeno almoço reforçado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;de forças partilhadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;É preciso:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Recentrar objectivos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Assumir metas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Partilhar sonhos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Vencer medos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Arriscar vontades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ter as mãos bem dadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Olhar para dentro,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Sentir,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Viver em pleno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Porque só há uma Vida para viver. E não há duas formas ideais de a viver. É preciso encontrar a tal, a que nos vai fazer viver felizes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Lua, preciso de Ti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Que estejam e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-723817239172234078?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/723817239172234078/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=723817239172234078&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/723817239172234078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/723817239172234078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/eu-preciso-preciso.html' title='Eu preciso. É preciso.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7818279146935426178</id><published>2008-04-06T03:25:00.005+02:00</published><updated>2008-04-07T10:30:03.927+02:00</updated><title type='text'>O sorriso da Lua e a vontade do nosso amigo Deus!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje quero ser simples, mas comprovadamente sincero, único caminho para ser eficaz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Assim, sem demoras nem delongas escusadas, começo por trazer à Luz da Lua um texto inacabado (Deus saberá porquê, ele que é tão nosso amigo), que escrevi, ou comecei a escrever - como queiram, numa tarde de Setembro, enquanto à minha frente se tratavam com afinco interesses contabilisticos de terceiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;"Amora, 15 de Setembro de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Toda a minha vida (consciente) lutei contra a solidão.Não sei se por ter tido uma infância muito feliz e uma família que me colocou no centro das suas preocupações e que sempre tudo fez para que me sentisse bem e aconchegado, ou se à contrário, porque sempre senti muito forte a presença da importância da vida dos próximos na minha e o vice-versa. O facto é que nunca tolerei a solidão - embora em boa verdade grande parte da minha vida tenha sido vivida mergulhada no seu seio - sempre me dei mal com ela, por vezes, vivi o desespero do estar só. Sem saber como nem porquê, dava por mim estados de ansiedade tais que me levaram a espaços a percorrer caminhos de depêndencia - que reconheço e não vanglorio, mas dos quais também não escarneio nem desvalorizo - pois neles encontrei não raras vezes momentos e pessoas que me fizeram sentir vivo, e mais que isso, uma pessoa interessante e capaz de fazer outros olharem para si mesmo com olhos mais simpáticos e amigos. Também nesta minha luta fiz vítimas, por vezes, não tão raras quanto hoje quereria que fossem, com crueldade e frieza selvagem. Quase como que se na savana tivesse que matar para não morrer e ou comer para não ser comido. Experimentei as técnicas da dissimulação, do embuste, do despiste e perseguição, do cínismo, da indiferença, da aparente tolerância, por vezes até da mentira pura. Puz à prova as estratégias - quase de guerra - do duelo, do triângulo obtuso, do quadrado ocupado, e sobretudo e também mais eficaz, do toca e foge."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Passaram alguns meses e nunca mais me tinha lembrado de tal escrito. Hoje, saltou-me à frente. Talvez por ter tempo demais a sobrar-me, tudo me salta à frente com uma grande facilidade. Tentei lembrar-me o que quereria eu dizer naquele dia. Que estaria eu sentir? Que palavras ou forças me faltaram para terminar de expôr as ideias ou sentimentos que comecei a pôr por escrito? Percebi que estava a pôr o meu passado a nú, a expôr-me, a arriscar. Mas não entendo ainda qual o seguimento das ideias, qual o objectivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Neste exacto momento em que escrevo na Luz da Lua, estou a jantar. Um arroz com gambas, tão apimentado que além de mim, só uma ou duas pessoas que conheço conseguiriam partilhar comigo esta refeição. E porque está tão apimentado? Será apenas por gosto de coisas fortes? Não. Acredito que o meu crescente gosto por comidas fortes e apimentadas está directamente relacionado com a falta que sinto de sal e pimenta na minha Vida. A Lei das Compensações existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Enquanto como o apimentado e escrevo, salta-me à memória, uma "conversa lunar" com dois dias, da qual vos confidencio uns excertos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Trovador:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Deixaste-me sem capa nem carapaça.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lua diz:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Agora não precisas de protecção, aliás nunca precisáste.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Trovador diz:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Escondia-me atrás dela, para evitar sofrimentos e sensações que pensava fazerem-mal. Descobri que não. Mesmo que por vezes sofra, prefiro mil vezes amar assim como te amo, e estar desarmado assim como estou, e sentir cada toque, cada gesto, cada palavra tua como sinto, do que continuar a viver num mundo que afinal era só meu, tão meu que mais ninguém o percebia ou queria ou apreciava, embora me protegesse. Me protegesse de algo que hoje já nem sei o que era.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lua diz:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Fazes umas declarações de amor lindas, sabias?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ontem, tive consciência que a minha incessante procura de companhia lunar, causa um sentimento de pressão, de cansaço, de desgaste, de culpa por estar impotente, que lhe faz mal, que a entristece, que nos pode afastar mais que a incómoda presença de Espanha, França e Suiça entre nós. Podem revêr essa tomada de consciência no post abaixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas apesar dessa consciência, persisto no erro. E hoje, com esta minha obstinada procura da sua companhia e presença na minha vida, provoquei lágrimas à Lua. Provoquei-lhe tudo aquilo que é oposto ao que lhe pretendo causar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Como Deus vê as nossas vidas com olhar de eternidade, e nós apenas com visão temporal limitada, talvez agora comece a entender o significado daquilo que tentava escrever naquela tarde de Setembro. Talvez eu estivesse tentado a dizer: Mudei por ti. Estou aqui por ti. Desarmei-me por ti. Dá-me um bocado mais de ti. Não quero voltar a ter de fugir. A ter de voltar à solidão protectora. Hei! Estou aqui!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Talvez agora o que tenha que perceber, é que me diz: Mudei por ti. Desarmei-me por ti. Estás longe, mas estás aqui, sempre. Ajuda-me a não ter que procurar a solidão protectora. Hei! Estou aí!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E Deus é muito nosso amigo! Faz-nos estar em sintonia. Sentir as dores e anceios um do outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Amor, estou aí. Sinto que estás aqui. E em breve vamos estar juntos, para que não existam lágrimas, demasiado valiosas, choradas apenas porque o nosso grande amigo Deus nos deu a graça da sintonia de pensamentos e sentimentos, antes da benção da partilha da presença no dia a dia. Antes assim que o contrário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;E como o teu sorriso, neste momento para mim assume importância de Carta das Nações, a eficácia deste e de todos os meus escritos lunares é medida pelo movimento de alongar dos teus lábios. Aqueles lábios que um dia sentiram um beijo eterno, meu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Eterno mas não perpétuo, por isso prepára-os para muitos mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;E nunca te esqueças, da música que (fatela ou não, é com todo o sentir) que um dia te &lt;a href="http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/transformar-preciso-como-animar-tambm.html"&gt;ofereci&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Que a sintonia de coração nos continue a fazer sorrir. E que fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7818279146935426178?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=e66db39ccde4296e&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7818279146935426178/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7818279146935426178&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7818279146935426178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7818279146935426178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/hoje-quero-ser-simples-mas.html' title='O sorriso da Lua e a vontade do nosso amigo Deus!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3128107175372340577</id><published>2008-04-05T16:38:00.005+02:00</published><updated>2008-04-05T17:26:07.218+02:00</updated><title type='text'>Ajuda-me! Que estou a fazer mal?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Começo a perceber, a tomar consciência, de algumas coisas que embora não sejam novas, nunca me tinham tocado na primeira pessoa. Dou por mim a repetir frases e acções, em consciência ou na ausência dela, que nunca tinha entendido porque os outros as diziam e tomavam, mesmo que em relação a mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;"Dá notícias!" Provavelmente a frase, o pedido, que nos últimos tempos mais vezes sinto necessidade de dizer e fazer. Não que as não tenha. Mas porque nunca entendo que as tenho na quantidade e qualidade que desejo e sinto falta. Por isso e talvez porque o que no fundo pretendo é diminuir este peso, este fosso, que a distância, e mais que a distância a Vida, coloca e vai cavando fundo entre mim e a ilusão de futuro que tão fortemente construi. Talvez porque tente retirar do acompanhamento permanente da vida do outro lado do fosso, a energia e alento para continuar a construção desse futuro, ou da ilusão que ele é possivel de construir. Mas vou tomando consciência das elementares leis da física. Que o menor dos pesos atirados desde uma grande distância, ao ganhar velocidade e acrescentar o peso próprio da gravidade, multiplica o seu peso e danos aquando do impacto. E contraproducentemente, o que posso estar ingénuamente a fazer é a aumentar o fosso através do constante impacto do peso dos meus pedidos de notícias. Dos meus constantes gritos de "estou aqui! Fala comigo!". Tomo consciência, a custo, que ao tentar aliviar-me do peso que sinto, posso estar a criar peso maior, em quem não quero, em quem não merece, em quem não tem que ter peso algum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não quero sufocar, mas sufoco. Não quero distância, mas distâncio. E como ao sentir isso que causo, ainda mais necessidade sinto de saber notícias, como estás? Que dizes? Que fazes? Que sentes? E não estarei só a aumentar peso? Mas que posso eu fazer para deixar de sentir tal coisa? Já me disseram: "Get a life!" Mas é isso mesmo que penso estar a fazer. A agarrár-me com toda a alma e forças à Vida que tanto quero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Se há coisas sobre as quais vou tomando consciência, outras há que ao tomar consciência delas, não quero que o caminho seja esse. Que não quero ficar simplesmente do outro lado do fosso, à espera de notícias, que pesam aqui por as não ter, e lá porque constantemente as peço. Também já me disseram: " a vida continua. Tens que estar preparado para que ela te afaste". Não, não estou preparado. Não, não quero preparár-me. Só queria saber o que não sei, que é o que posso fazer? O que posso fazer para que o fosso não aumente e eu não me afaste do futuro sonhado na mesma Vida e com a mesma Vida que tão fortemente escolhi e amo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Para variar, preciso da tua ajuda. Mas esta maldita consciência adquirida, leva-me a começar a ter medo de pedir. Fala comigo, Amor! Estou aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Arrisco aumentar o fosso, mas também em consciência, o que quero é perseverar no objectivo de te amar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Bom fim de semana, e fiquem bem à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3128107175372340577?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3128107175372340577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3128107175372340577&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3128107175372340577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3128107175372340577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/ajuda-me-que-estou-fazer-mal.html' title='Ajuda-me! Que estou a fazer mal?'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-2630376821575078659</id><published>2008-04-03T23:37:00.005+02:00</published><updated>2008-04-03T23:56:11.785+02:00</updated><title type='text'>O beijo e a parede. O Amor e a Paixão. Segundo o guião.</title><content type='html'>"O beijo dela estava cheio de desejo e soube que não podia partilhar essa sensação com mais ninguém. E depois levantou-se uma parede e eu fui expulso com a mesma rapidez, mas era tarde demais porque agora sabia que ela era capaz de demonstrar uma grande paixão, se um dia se permitisse senti-la."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a frase em que Larry, em flashback, recorda o primeiro beijo de Marion. Larry é apresentado pelo guionista como "aquele que realmente parece conhecer melhor Marion e compreender coisas a seu respeito que ela ainda não parece conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guião é de Woody Allen, o filme "Uma Outra Mulher".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver o filme ou lêr o guião é uma viagem aos nossos sentimentos mais profundos. Fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-2630376821575078659?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/2630376821575078659/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=2630376821575078659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2630376821575078659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/2630376821575078659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/o-beijo-e-parede-o-amor-e-paixo-segundo.html' title='O beijo e a parede. O Amor e a Paixão. Segundo o guião.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4371738840576118525</id><published>2008-04-02T18:41:00.004+02:00</published><updated>2008-04-02T21:21:34.449+02:00</updated><title type='text'>Lua dá-me a mão e não tenhas medo!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Uma das fobias mais propagadas na Humanidade, talvez mesmo a mais sentida e vezes sentida, é a fobia da morte. São inumeros os relatos de gente que sonha com ela, que a vê a chegar, que se sente morto, que se vê a morrer, que se vê a voltar à vida, que se vê a olhar para si e para as suas coisas após o último suspiro. As explicações para tais factos são também abundantes na literatura técnica de diversas àreas científicas (e outras pouco científicas), como de psicologia, psiquiatria, medianismo e espiritismo. Mas, com mais ou menos ciência, mais ou menos especulação, maior ou menor complexidade argumentativa, as construções explicativas vão invariavelmente chegar ao mesmo ponto - o medo. O medo que as pessoas sentem da morte levam-nas a dedicar-lhe grande parte dos seus pensamentos. Curioso como o medo da morte leva a que se perca com ela grande parte do tempo e energias em vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas sinceramente, não vejo que dai venha quer mal ao mundo, quer grande mal para quem padece de tal fobia. Porque acredito, embora sem qualquer base científica nem aspiração a criar qualquer doutrina, que por pensar muito no medo que se tem na morte e gastar muito tempo a ter medo dela, a dita não atacará mais depressa nem de forma mais ou menos drástica. Já em relação a outras fobias, o tempo e as energias gastas a pensar no medo que temos, pode ser muito penalizador para a vida, para a qualidade de vida que temos, e para o vencer ou ser derrotados por esses medos. E fobias há muitas, tal como gente com fobias. Há gente com fobias a animais, a espaços grandes, espaços pequenos, a pontos elevados, aos varios elementos da Natureza, a várias invenções humanas. Um verdadeiro manancial de fobias, para todos os gostos e desgostos. Umas mais declaradas, outras mais controladas, umas provocam risadas nos outros que as não têm e o vice versa também acontece. Mas todas elas fazem parte da categoria de fobias das quais não advêm grandes males, a não ser uns sustos e suores valentes. Mas depois há as outras. As tais que todo o tempo e energia que deitamos fora a pensar no medo que nos causa, é tempo e energia que dedicamos ao aprofundar das fobias. A fobia à sexualidade plena, a fobia ao compromisso, a fobia à solidão, a fobia à felicidade própria, a fobia à felicidade alheia. Alguns exemplos de fobias conhecidas, que fazem as pessoas afundarem-se no passar do tempo e das energias gastas na vivência dos seus medos. Que fazem vidas não serem vividas, que transformam vidas em meras sucessões de anos após anos, de fugas e esconderijos para os medos que nunca se entende de onde provêem nem com que intuito. Medos que geram inconsciências, incapacidade de busca das causas, incompreensão da realidade e dos efeitos infligidos a quem está ao lado. Obstinadamente, acaba-se por dar mais importância às tais fobias, do que ao que se alcançaria caso elas desaparecessem. E assim, nunca desaparecem. Aumentam e infectam terceiros. Os terceiros que são mais importantes, que nos amam e acompanham, que tantas e tantas vezes nos alertam e resistem às fugas e perdas de tempo estéreis. Mas que vencidos, também são infectados por fobias da mesma estirpe, da estirpe que mata vontades e sentimentos, sonhos e ambições. O medo transformado em fobia desta estirpe, é assim um dos piores vírus que se conhecem. Se é capaz de matar elos fortes entre pessoas, eliminar pontos de contacto, destruir relacionamentos, a limite tem a capacidade de impedir a felicidade e a reprodução da espécie, podendo causar a extinção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ontem acordei a meio da noite. Olhei para mim deitado na cama. Vi que estava a dormir enrolado, agarrado à almofada, sózinho. Percorri a casa vazia. Olhei todas as divisões, uma a uma. Não as reconheci. Não encontrei ninguém. Olhei pela janela. A rua estava vazia e sem trânsito. Não a reconheci. Abri portas e armários. Nada encontrei que me fosse familiar. Voltei ao quarto e a olhar para mim a dormir. Estava enrolado e a chorar. Deitei-me ao meu lado e abracei-me. E adormeci a chorar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;De manhã reconheci o medo. Quero lutar contra ele não fugindo dele. Pesquiso causas dentro de mim. Não me pode vencer. Não quero uma vida de sucessivos anos sem sentido e sem sentimento. Não por ter em mim o vírus do medo de estar como estou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Vamos lutar contra as nossas fobias? Eu ajudo a vencer as tuas. Tu ajudas a vencer as minhas. Temos que ser mais fortes que qualquer medo de infecção. Por nós. Pela Humanidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A Vida é curta demais para ser vivida com medos. Arrisquem vencê-los! E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4371738840576118525?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4371738840576118525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4371738840576118525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4371738840576118525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4371738840576118525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/04/lua-d-me-mo-e-no-tenhas-medo.html' title='Lua dá-me a mão e não tenhas medo!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5230361141154304802</id><published>2008-03-16T23:24:00.006+01:00</published><updated>2008-03-17T00:42:22.307+01:00</updated><title type='text'>Feijão com atum em vésperas de Lua Pascal</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Cinco dias em viagem. Dois mil quilómetros a mais no contador do VW. Um mergulho na Alemanha profunda, na realidade dura da emigração portuguesa por estas bandas. Hamburgo, cidade imponente, multicultural, jovem e louca. Mais cinco dias em que durante o dia vendi sorrisos e mensagens de optimismo e entusiasmo, em que pedi comprometimentos e empenho, em que pouco a pouco fui semeando vontades e atitudes. Cinco noites em que acabei por desabar sob o peso imenso de uma ausência que não sei sequer se quero suportar. Em que dei voltas e voltas numa cama vazia e emprestada de hotel, em guerra mais que declarada com pensamentos e angústias, sentimentos e realidades, verdades várias que se cruzam e atropelam. Momentos de tensão e nervosismo em mim que desconhecia, uma vontade de gritar até perder a voz e o fôlego, um nó constante na garganta sempre seca. Um medo incrivelmente grande e indescritívelmente absurdo de tudo e de nada, principalmente de tudo, de tudo o que não quero perder, um tudo que quero viver e sentir, e que não é possivel à distância. Duas faces, a motivada profissional até às 22h, a desesperadamente à procura de não perder o tudo, daí até novamente ser dia. Insónia permanente, turbilhão permanente, concentração ausente, um desvario emocional sem precedentes. E sei que este meu estado de anciedade não é saudável e não resolve. E sei que só causa em quem mais amo um mal estar decerto em tudo semelhante ao meu, senão maior por aumentado por outras ausências. E mais me dói não conseguir parar esse seu sofrimento. Mas não aprendi a lidar com este desespero que desespera. Agarro-me a tudo para estar bem, mas por tudo e nada desabo e sou invadido por uma tristeza que me faz mal e que odeio por saber que não é só a mim que atormenta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Feijão frade, atum, ovos, cebola, azeite, vinagre e sal. Uma correria na cozinha. Um momento em que tudo parecia estar dentro da normal felicidade do tudo. Desabo. Fiz a mais, deito ao lixo junto com o feijão cozido e a cebola crua, mais cinco dias em que não sou quem quero ser, em que não vivo. Janto sozinho, com o consolo de saber que do outro lado do monitor alguém come triste a sua sopa lunar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Quero mostrar-me alegre e confiante para ouvir o seu sorriso e a sua confiança de volta. Mas desabo. Pareço um daqueles chaços velhos que nos dão esperanças de querer arrancar para fazer viagem, mas que depois de uns safanões e poucos metros, voltam a pedir que os empurrem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Preciso muito de ti, amor. Mas mais preciso de te conseguir fazer sentir bem, e sei que não o estou a fazer. E infelizmente, outra vez, desabo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Na Sexta-Feira Santa evoca-se a Paixão e Morte de Cristo. O Seu Julgamento e Calvário. Quero muito celebrar também a minha paixão por ti, pôr um fim nesse teu calvário e ressuscitar contigo neste fim de semana. Que Cristo não se oponha e eu não desabe. Quero ver uma Lua cheia. Linda e com luz intensa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Podem não matar, mas como doem fundo estas saudades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Boa Páscoa para todos, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5230361141154304802?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5230361141154304802/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5230361141154304802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5230361141154304802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5230361141154304802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/03/feijo-com-atum-em-vsperas-de-lua-pascal.html' title='Feijão com atum em vésperas de Lua Pascal'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8966205370124492675</id><published>2008-03-06T21:03:00.005+01:00</published><updated>2008-03-06T23:22:49.303+01:00</updated><title type='text'>A injustiça hipócrita não me motiva. Revolta-me!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Quem me conhece bem como pessoa, sabe que o que mais me repugna e magoa são as pessoas e atitudes injustas e hipócritas. Quem me conhece bem como pessoa, sabe o quanto tenho lutado pela vida fora por pautar a minha existência por ter apenas uma cara, mesmo quando as situações o desaconselhavam, e por amenizar o sofrimento dos que próximo sofriam de injustiças infligidas. Quem me conhece bem como profissional, sabe a confiança que podem depositar em mim, no primado da lealdade que defendo, na competência que muita ou pouca, sempre gerou resultados e ganhos de eficiência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Quem tem acompanhado, mesmo que à distância, ou perguntado notícias, sobre como estou a viver esta mudança radical no meu percurso de vida e todos os estados de alma que essa mudança me faz ter e sentir de uma forma exponênciada, sabe o díficil que tem sido, o amargo que por vezes sinto, e também o quanto persevero em que esses estados de alma em nada interfiram naquilo que cá me trouxe e a vontade que tenho de tudo aguentar e fazer para não falhar, para não desiludir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Por tudo isto e mais aquilo que não consigo agora verbalizar, hoje além de magoado e triste, estou a ser roído de raiva, por me sentir injustiçado, mal ajuizado e menosprezado, através de atitudes que não posso deixar de considerar hipócritas, de quem, tal como eu, exige e apregoa lealdade e correcção nas relações pessoais e profissionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Se não me conhecem, confiem em mim que eu mostro-lhes quem e como sou, se me dizem conhecer, então lamento, mas conhecem-me mal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A vida e suas mudanças já é suficientemente e realisticamente dura e por vezes madrasta, não preciso de desconfianças estéreis e cutelos afiados para me aterrorizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Lua, tu bem sabes o que sofro com tudo isto. Obrigado por me ouvires e por continuares a acreditar que sou como digo. Que amanhã seja um dia feliz para Ti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Que amanhã a revolta sossegue em mim. E que fiquem bem todos, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8966205370124492675?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8966205370124492675/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8966205370124492675&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8966205370124492675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8966205370124492675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/03/injustia-hipcrita-no-me-motiva-revolta.html' title='A injustiça hipócrita não me motiva. Revolta-me!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4826165383883597709</id><published>2008-02-29T23:19:00.005+01:00</published><updated>2008-02-29T23:50:28.653+01:00</updated><title type='text'>A Lua, a chuva e o amanhã</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Como estão todos? Como está a minha Lisboa? O meu Alentejo? Que novas há? Boas ou más.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Como vai a vida? Que tempo faz? O Camacho ainda aí está?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Coisas pequenas. Coisas quase nada. Perguntas de circunstância, que por norma se evitam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas tão grandes e com respostas de ar puro para estes pulmões sufocados pelo exagero do tabaco e pela cláusura que a liberdade da distâcia oferece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Por aqui, chove. Trabalha-se e vê-se chover. Pensa-se muito e volta-se a pensar, enquanto lá fora chove. Faz mais frio cá dentro que lá fora, mas sempre que estou fora da chuva, tenho calor, enquanto chove.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Agarro-me ao trabalho e seus desafios. Respiro cigarros e trabalho. Olho o futuro com esperança, embora longe, e ouço a chuva, enquanto aguardo novas do mundo que ainda quero como meu. E impaciente, aguardo a dormir acordado, que a Lua traga o calor e o sorriso que falta a esta minha sufocada vida chuvosa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Amanhã deixo o Hotel Mondial da Graf-Adolf Strass. E entro numa nova casa, que pretendem minha, e que eu persisto em querer transformar em lar. Que a chuva e a Lua tragam a verdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Até amanhã!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quem anda à chuva, molha-se. Resguardem-se e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4826165383883597709?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4826165383883597709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4826165383883597709&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4826165383883597709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4826165383883597709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/02/lua-chuva-e-o-amanh.html' title='A Lua, a chuva e o amanhã'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4405648393158277970</id><published>2008-02-19T19:41:00.005+01:00</published><updated>2008-02-19T21:36:40.019+01:00</updated><title type='text'>Sei que estás aí. Comigo. Obrigado</title><content type='html'>Ainda não consigo falar por palavras minhas. Continuo embargado por uma coisa qualquer à qual ainda também não consigo dar nome. Não sei se ando louco, perdido ou se simplesmente não me quero encontrar só. Sei que estou onde estou mas que quase sempre não é cá que estou.&lt;br /&gt;E como acredito que os grandes poetas vivem neles os males de toda a Humanidade, uma vez mais fujo a pedir auxílio a Pessoa, que me abre a porta através - quanto a mim - do seu mais genial heterónimo - Álvaro de Campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Faróis distantes,&lt;br /&gt;De luz subitamente tão acesa,&lt;br /&gt;De noite e ausência tão rapidamente volvida,&lt;br /&gt;Na noite, no convés, que consequências aflitas!&lt;br /&gt;Mágoa última dos despedidos,&lt;br /&gt;Ficção de pensar ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faróis distantes...&lt;br /&gt;Incerteza da vida...&lt;br /&gt;Voltou crescendo a luz acesa avançadamente,&lt;br /&gt;No acaso do olhar perdido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faróis distantes...&lt;br /&gt;A vida de nada serve...&lt;br /&gt;Pensar na vida de nada serve...&lt;br /&gt;Pensar de pensar na vida de nada serve...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos para longe e a luz que vem grande vem menos grande.&lt;br /&gt;Faróis distantes ..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acompanha-me nos pensamentos perdidos e sem sentido que quantas noites tenho. Nos medos, nas fobias que vou adquirindo inconscientemente. Nas insónias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não durmo, nem espero dormir.&lt;br /&gt;Nem na morte espero dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-me uma insônia da largura dos astros,&lt;br /&gt;E um bocejo inútil do comprimento do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não durmo; não posso ler quando acordo de noite,&lt;br /&gt;Não posso escrever quando acordo de noite,&lt;br /&gt;Não posso pensar quando acordo de noite —&lt;br /&gt;Meu Deus, nem posso sonhar quando acordo de noite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, o ópio de ser outra pessoa qualquer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não durmo, jazo, cadáver acordado, sentindo,&lt;br /&gt;E o meu sentimento é um pensamento vazio.&lt;br /&gt;Passam por mim, transtornadas, coisas que me sucederam&lt;br /&gt;— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;&lt;br /&gt;Passam por mim, transtornadas, coisas que me não sucederam&lt;br /&gt;— Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;&lt;br /&gt;Passam por mim, transtornadas, coisas que não são nada,&lt;br /&gt;E até dessas me arrependo, me culpo, e não durmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho força para ter energia para acender um cigarro.&lt;br /&gt;Fito a parede fronteira do quarto como se fosse o universo.&lt;br /&gt;Lá fora há o silêncio dessa coisa toda.&lt;br /&gt;Um grande silêncio apavorante noutra ocasião qualquer,&lt;br /&gt;Noutra ocasião qualquer em que eu pudesse sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou escrevendo versos realmente simpáticos —&lt;br /&gt;Versos a dizer que não tenho nada que dizer,&lt;br /&gt;Versos a teimar em dizer isso,&lt;br /&gt;Versos, versos, versos, versos, versos...&lt;br /&gt;Tantos versos...&lt;br /&gt;E a verdade toda, e a vida toda fora deles e de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho sono, não durmo, sinto e não sei em que sentir.&lt;br /&gt;Sou uma sensação sem pessoa correspondente,&lt;br /&gt;Uma abstração de autoconsciência sem de quê,&lt;br /&gt;Salvo o necessário para sentir consciência,&lt;br /&gt;Salvo — sei lá salvo o quê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não durmo. Não durmo. Não durmo.&lt;br /&gt;Que grande sono em toda a cabeça e em cima dos olhos e na alma!&lt;br /&gt;Que grande sono em tudo exceto no poder dormir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó madrugada, tardas tanto... Vem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem, inutilmente,&lt;br /&gt;Trazer-me outro dia igual a este, a ser seguido por outra noite igual a esta...&lt;br /&gt;Vem trazer-me a alegria dessa esperança triste,&lt;br /&gt;Porque sempre és alegre, e sempre trazes esperança,&lt;br /&gt;Segundo a velha literatura das sensações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem, traz a esperança, vem, traz a esperança.&lt;br /&gt;O meu cansaço entra pelo colchão dentro.&lt;br /&gt;Doem-me as costas de não estar deitado de lado.&lt;br /&gt;Se estivesse deitado de lado doíam-me as costas de estar deitado de lado.&lt;br /&gt;Vem, madrugada, chega!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que horas são? Não sei.&lt;br /&gt;Não tenho energia para estender uma mão para o relógio,&lt;br /&gt;Não tenho energia para nada, para mais nada...&lt;br /&gt;Só para estes versos, escritos no dia seguinte.&lt;br /&gt;Sim, escritos no dia seguinte.&lt;br /&gt;Todos os versos são sempre escritos no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite absoluta, sossego absoluto, lá fora.&lt;br /&gt;Paz em toda a Natureza.&lt;br /&gt;A Humanidade repousa e esquece as suas amarguras.&lt;br /&gt;Exactamente.&lt;br /&gt;A Humanidade esquece as suas alegrias e amarguras.&lt;br /&gt;Costuma dizer-se isto.&lt;br /&gt;A Humanidade esquece, sim, a Humanidade esquece,&lt;br /&gt;Mas mesmo acordada a Humanidade esquece.&lt;br /&gt;Exactamente. Mas não durmo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no meio de tamanho turbilhão, de tamanha confusão, tal que não sei o que é, ou como lhe chame, o mesmo poeta, da mesma forma, chama-me a atenção. A minha ou outra atenção qualquer, mais atenta que a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Grandes são os desertos, e tudo é deserto.&lt;br /&gt;Não são algumas toneladas de pedras ou tijolos ao alto&lt;br /&gt;Que disfarçam o solo, o tal solo que é tudo.&lt;br /&gt;Grandes são os desertos e as almas desertas e grandes&lt;br /&gt;Desertas porque não passa por elas senão elas mesmas,&lt;br /&gt;Grandes porque de ali se vê tudo, e tudo morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes são os desertos, minha alma!&lt;br /&gt;Grandes são os desertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tirei bilhete para a vida,&lt;br /&gt;Errei a porta do sentimento,&lt;br /&gt;Não houve vontade ou ocasião que eu não perdesse.&lt;br /&gt;Hoje não me resta, em vésperas de viagem,&lt;br /&gt;Com a mala aberta esperando a arrumação adiada,&lt;br /&gt;Sentado na cadeira em companhia com as camisas que não cabem,&lt;br /&gt;Hoje não me resta (à parte o incômodo de estar assim sentado)&lt;br /&gt;Senão saber isto: Grandes são os desertos, e tudo é deserto.&lt;br /&gt;Grande é a vida, e não vale a pena haver vida,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrumo melhor a mala com os olhos de pensar em arrumar&lt;br /&gt;Que com arrumação das mãos factícias (e creio que digo bem)&lt;br /&gt;Acendo o cigarro para adiar a viagem,&lt;br /&gt;Para adiar todas as viagens.&lt;br /&gt;Para adiar o universo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta amanhã, realidade!&lt;br /&gt;Basta por hoje, gentes!&lt;br /&gt;Adia-te, presente absoluto!&lt;br /&gt;Mais vale não ser que ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,&lt;br /&gt;E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tenho que arrumar mala,&lt;br /&gt;Tenho por força que arrumar a mala,&lt;br /&gt;A mala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso levar as camisas na hipótese e a mala na razão.&lt;br /&gt;Sim, toda a vida tenho tido que arrumar a mala.&lt;br /&gt;Mas também, toda a vida, tenho ficado sentado sobre o canto das camisas empilhadas,&lt;br /&gt;A ruminar, como um boi que não chegou a Ápis, destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho que arrumar a mala de ser.&lt;br /&gt;Tenho que existir a arrumar malas.&lt;br /&gt;A cinza do cigarro cai sobre a camisa de cima do monte.&lt;br /&gt;Olho para o lado, verifico que estou a dormir.&lt;br /&gt;Sei só que tenho que arrumar a mala,&lt;br /&gt;E que os desertos são grandes e tudo é deserto,&lt;br /&gt;E qualquer parábola a respeito disto, mas dessa é que já me esqueci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ergo-me de repente todos os Césares.&lt;br /&gt;Vou definitivamente arrumar a mala.&lt;br /&gt;Arre, hei de arrumá-la e fechá-la;&lt;br /&gt;Hei de vê-la levar de aqui,&lt;br /&gt;Hei de existir independentemente dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes são os desertos e tudo é deserto,&lt;br /&gt;Salvo erro, naturalmente.&lt;br /&gt;Pobre da alma humana com oásis só no deserto ao lado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais vale arrumar a mala."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E afinal dou por mim a pensar, ou a pensar que penso, que no fim de contas até devo ter alguma coisa ou mesmo muita coisa para dizer. Que se calhar o poeta não diz mais do que eu próprio poderia dizer, ou se calhar diz mais do que sinto. Dirá certamente de forma melhorada, mas certamente não o que eu diria nem com o sentimento que é o meu. Um dia, espero que breve, o poeta não me esconderá mais.&lt;br /&gt;E no fim do dia, o Pessoa em pessoa, também ele sem protecção de outro ele, chega comigo ao ponto sensível de toda esta minha - e deles - construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O amor, quando se revela,&lt;br /&gt;Não se sabe revelar.&lt;br /&gt;Sabe bem olhar p'ra ela,&lt;br /&gt;Mas não lhe sabe falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer dizer o que sente&lt;br /&gt;Não sabe o que há de dizer.&lt;br /&gt;Fala: parece que mente&lt;br /&gt;Cala: parece esquecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, mas se ela adivinhasse,&lt;br /&gt;Se pudesse ouvir o olhar,&lt;br /&gt;E se um olhar lhe bastasse&lt;br /&gt;Pr'a saber que a estão a amar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem sente muito, cala;&lt;br /&gt;Quem quer dizer quanto sente&lt;br /&gt;Fica sem alma nem fala,&lt;br /&gt;Fica só, inteiramente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se isto puder contar-lhe&lt;br /&gt;O que não lhe ouso contar,&lt;br /&gt;Já não terei que falar-lhe&lt;br /&gt;Porque lhe estou a falar..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os olhos húmidos e a mente a quilómetros do corpo encerrado entre quatro paredes, sendo louco e estando perdido entre pensamentos sem sentido e exagerados, enfraquecido por dúvidas estéreis e noites em claro, o poeta - ou serei eu? - de novo feito Álvaro, dá um sentido à trova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todas as cartas de amor são&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;Não seriam cartas de amor se não fossem&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também escrevi em meu tempo cartas de amor,&lt;br /&gt;Como as outras,&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cartas de amor, se há amor,&lt;br /&gt;Têm de ser&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal,&lt;br /&gt;Só as criaturas que nunca escreveram&lt;br /&gt;Cartas de amor&lt;br /&gt;É que são&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me dera no tempo em que escrevia&lt;br /&gt;Sem dar por isso&lt;br /&gt;Cartas de amor&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que hoje&lt;br /&gt;As minhas memórias&lt;br /&gt;Dessas cartas de amor&lt;br /&gt;É que são&lt;br /&gt;Ridículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Todas as palavras esdrúxulas,&lt;br /&gt;Como os sentimentos esdrúxulos,&lt;br /&gt;São naturalmente&lt;br /&gt;Ridículas.)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é, provavelmente a mais esdrúxula das trovas - e outras houve, que eu sei, dignas de tal prémio. Mas representa para mim, mais um passo num processo para o qual - confesso - não estava preparado. O regresso à solidão. Solidão agravada por não estar só nessa solidão. Tanto gosto de inventar conceitos, que hoje nasce mais um, a solidão a dois.&lt;br /&gt;Posso estar louco, encerrado num congelador distante, mas sei que não estou só nesta solidão que dói. E essa é também, embora esdrúxula, a maior prova de amor que um dia tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado Lua, sou feliz porque mesmo longe, tu estás lá e eu já te sei vêr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado Pessoa pelo teu "O Amor".&lt;br /&gt;Obrigado Álvaro de Campos pelos teus, "Faróis", "Insónia", "Grandes" e "Todas as cartas de amor são ridículas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos quantos não encontram palavras para dizerem o que sentem e como sentem. Fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4405648393158277970?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4405648393158277970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4405648393158277970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4405648393158277970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4405648393158277970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/02/sei-que-ests-comigo-obrigado.html' title='Sei que estás aí. Comigo. Obrigado'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8715362818983608910</id><published>2008-02-13T21:37:00.006+01:00</published><updated>2008-02-13T23:21:11.706+01:00</updated><title type='text'>Enamorado pela (minha) Lua!</title><content type='html'>Há dias que realmente são como o Natal, podem viver-se sempre que um homem queira, mas pensando bem, outros há que só fazem sentido ser vividos a dois, mesmo que a Lunar distância.&lt;br /&gt;Mesmo que embargado pela dor da distância e pela saudade, neste dia, Amor, estou na Lua.&lt;br /&gt;Ofereço-te assim a minha mão, para que a agarres e vivas o teu primeiro dia dos enamorados, sentindo o que isso é. Outros haverá, quero que mais próximos, talvez tão ou mais enamorados, mas não mais o primeiro, de certeza não mais sentidos.&lt;br /&gt;Trago-te à Tua Luz, algo que já conheces, mas que hoje, desde terras bávaras, canto com renovada convicção, com a tua mão na minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 7 de Julho de 2007 às 0h21m&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;""Se você quer ser minha namorada&lt;br /&gt;Ah, que linda namorada&lt;br /&gt;Você poderia ser&lt;br /&gt;Se quiser ser somente minha&lt;br /&gt;Exactamente essa coisinha&lt;br /&gt;Essa coisa toda minha&lt;br /&gt;Que ninguém mais pode ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você tem que me fazer um juramento&lt;br /&gt;De só ter um pensamento&lt;br /&gt;Ser só minha até morrer&lt;br /&gt;E também de não perder esse jeitinho&lt;br /&gt;De falar devagarinho&lt;br /&gt;Essas histórias de você&lt;br /&gt;E de repente me fazer muito carinho&lt;br /&gt;E chorar bem de mansinho&lt;br /&gt;Sem ninguém saber porquê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, se mais do que minha namorada&lt;br /&gt;Você quer ser minha amada&lt;br /&gt;Minha amada, mas amada p'ra valer&lt;br /&gt;Aquela amada&lt;br /&gt;Pelo amor predestinada&lt;br /&gt;Sem a qual a vida é nada&lt;br /&gt;Sem a qual se quer morrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você tem que vir comigo em meu caminho&lt;br /&gt;E talvez o meu caminho&lt;br /&gt;Seja triste p'ra você&lt;br /&gt;Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos&lt;br /&gt;Os seus braços o meu ninho&lt;br /&gt;No silêncio de depois&lt;br /&gt;E você tem que ser a estrela derradeira&lt;br /&gt;Minha amiga e companheira&lt;br /&gt;No infinito de nós dois"&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(...) Vinicius de Morais neste seu "Minha Namorada" descreve o extremo do desejo apaixonado. Não sou tão exigente. (...) Não quero tanto, ou melhor, sei que não posso ter tanto. Mas há realmente uma passagem que me toca profundamente e que me diz muito. "E você tem que ser a estrela derradeira, minha amiga e companheira, no infinito de nós dois". Se o poema fosse escrito no género oposto, eu dizia sim quero.""&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais quero, cada vez mais te quero, Lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom S. Valentim para todos, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8715362818983608910?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8715362818983608910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8715362818983608910&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8715362818983608910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8715362818983608910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/02/h-dias-que-realmente-so-como-o-natal.html' title='Enamorado pela (minha) Lua!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-6859592678596096405</id><published>2008-01-24T20:44:00.000+01:00</published><updated>2008-01-24T20:47:05.268+01:00</updated><title type='text'>Volto a Pessoa. E não quero ir sózinho!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sempre que o coração aperta, que a garganta tem um nó, que a vida é madrasta, que me sinto perdido, tento lembrar-me da essência das coisas, tento regressar ao básico, centrar-me nos principios e reconstruir-me e fortalecer-me com os ensinamentos que reconheço como válidos ou sábios e com a minha própria experiência. Sempre que a confusão se instala e o medo espreita, sempre que é preciso dar resposta a mim próprio, sempre que o meu mundo é ameaçado, sempre que sinto o risco e o pavor da perda, eu volto a Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,&lt;br /&gt;mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.&lt;br /&gt;E que posso evitar que ela vá à falência.&lt;br /&gt;Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.&lt;br /&gt;Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.&lt;br /&gt;É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma.&lt;br /&gt;É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.&lt;br /&gt;Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.&lt;br /&gt;É saber falar de si mesmo.&lt;br /&gt;É ter coragem para ouvir um “não”.&lt;br /&gt;É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.&lt;br /&gt;Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ser feliz" de Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lua, vem comigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem, à lua da Lua&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-6859592678596096405?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/6859592678596096405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=6859592678596096405&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6859592678596096405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6859592678596096405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/volto-pessoa-e-no-quero-ir-szinho.html' title='Volto a Pessoa. E não quero ir sózinho!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4739207306870315582</id><published>2008-01-21T19:32:00.000+01:00</published><updated>2008-01-21T19:37:37.919+01:00</updated><title type='text'>O presente da Lua e as despedidas de um Trovador.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um sítio especial. Um enquadramento único.&lt;br /&gt;Uma despedida e um reencontro.&lt;br /&gt;Um "até logo" e um "para sempre".&lt;br /&gt;Num tempo algures entre o pôr do sol e o despontar da Lua.&lt;br /&gt;Trocaram-se palavras não fáceis de assumir.&lt;br /&gt;Assumiram-se sentimentos maiores que a vasta planície que se mostrava à nossa frente.&lt;br /&gt;Partilharam-se olhares húmidos, receosos mas convictos na esperança do querer;&lt;br /&gt;Silêncios que doeram e uma gargalhada que trago comigo e me acalma. E me anima;&lt;br /&gt;Fica bem dentro de mim gravada a vontade de fazer as coisas acontecerem.&lt;br /&gt;Não esquecerei aquele momento, aquela intensidade.&lt;br /&gt;Não foram promessas. Foram pedidos de ajuda. Mútuos.&lt;br /&gt;E sei que não foram feitos em vão. Não podem ter sido. Não vamos deixar.&lt;br /&gt;Na tarde em que me despedi por uns tempos do meu castelo, dividi alma, coração e razão.&lt;br /&gt;E essa divisão, multiplicou a minha garra. E a minha vontade de ser agarrado.&lt;br /&gt;Acredito que essa garra e essa vontade também não é só minha. Esse foi o meu presente.&lt;br /&gt;Em busca do saco (que é azul), de pára-quedas bem aberto, deixámos a planície alentajana para trás.&lt;br /&gt;À nossa frente, um Mundo desconhecido para descobrir. E muitas ganas de dobrar o Cabo das Tormentas. Uma outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditem e lutem, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4739207306870315582?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4739207306870315582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4739207306870315582&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4739207306870315582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4739207306870315582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/o-presente-da-lua-e-as-despedidas-de-um.html' title='O presente da Lua e as despedidas de um Trovador.'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-1040268223967354152</id><published>2008-01-16T15:17:00.000+01:00</published><updated>2008-01-16T15:29:27.786+01:00</updated><title type='text'>Eu na Lua, em busca do saco perdido</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quando esvoaçará o saco de plástico pela atmosfera lunar? Quando trará ele no seu planar sem regras o descanço de alma e reconforto de corpo e forças que tanto é merecido? Que forças ocultas o aprisionam num qualquer recanto distante e sombrio de uma qualquer cratera? Se me for permitido não descansarei enquanto não o puder encontrar e observar absorto e apaixonado, com o olhar fixo na luz brilhante e especialmente transbordante que decerto irradiará por todo o espaço sideral. Vou insistir na busca, persistir na descoberta de novos trilhos e caminhos. Quanto mais cedo o virmos juntos pela primeira vez, mais tempo nos restará para apreciar o seu bailado, reinventar significantes, aproveitar da tranquilidade e confiança de que nos encherá. Mas antes há que partir confiantes e cumplices à sua descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À conquista do sonho, fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-1040268223967354152?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/1040268223967354152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=1040268223967354152&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1040268223967354152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/1040268223967354152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/eu-na-lua-em-busca-do-saco-perdido.html' title='Eu na Lua, em busca do saco perdido'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3225873012422570932</id><published>2008-01-04T09:09:00.000+01:00</published><updated>2008-01-04T18:23:36.023+01:00</updated><title type='text'>Hoje é dia de ser feliz!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Hoje, simplesmente, quero dizer: Amo-te!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, simplesmente, quero dizer: Preciso de ti!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, simplesmente, quero que saibas que te quero fazer feliz sendo feliz contigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, simplesmente, precisamos de nos recentrar. Não precisamos inventar nada. Apenas deixar falar o que se sente. E permitirmo-nos lutar por esse tão grande querer que se sente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, simplesmente, temos de começar a ganhar tempo. E acabar com as perdas de tempo a que nos temos permitido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Simplesmente, por nós. Pelo nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Com todo o meu Amor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3225873012422570932?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3225873012422570932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3225873012422570932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/hoje-dia-de-ser-feliz.html' title='Hoje é dia de ser feliz!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3629993379599646912</id><published>2008-01-03T20:00:00.000+01:00</published><updated>2008-01-03T20:19:51.098+01:00</updated><title type='text'>Pânico!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Era quase mais que certo. Não estava ainda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; verdadeiramente digerido nem interiorizado, mas surgia já uma consciência de inevitabilidade e uma confiança de que talvez fosse benéfico e útil para alcançar o primeiro dos meus objectivos. Agarrei-me á ideia de que a distância pudesse e devesse ajudar a ultrapassar barreiras de próximidade e que através dela, o tempo ganhasse outra dimensão, outra urgência, fizesse nascer consciência de outras necessidades. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje veio a confirmação. Daqui a nada arrisco o tudo. E as certezas abalaram. E as dúvidas ficaram mais dúvidas. A coragem que nunca tive escondeu-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fiquei triste por ganhar consciência que tudo o quanto construimos podemos não ser capazes de manter de pé. Fiquei triste porque não nos queria sózinhos e isolados. Nunca quiz. Quanto mais perto, mais quente, melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fico perdido por não saber que fazer. Reajo tão mal à solidão, à angústia do querer e não poder.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não perdi a esperança da felicidade, essa não morrerá. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mas estou em pânico, porque sem saber como nem quando, o vidro do meu relógio novo estalou. E só reparei no exacto momento da confirmação da ausência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, mais que nunca, preciso de Ti. E sei que à tua maneira, precisas de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3629993379599646912?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3629993379599646912/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3629993379599646912&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3629993379599646912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3629993379599646912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/pnico.html' title='Pânico!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-9072104592911436304</id><published>2008-01-02T15:49:00.000+01:00</published><updated>2008-01-02T16:58:26.966+01:00</updated><title type='text'>Bom dia e Bom Ano!</title><content type='html'>2008 já entrou. Já estamos a navegar no seu dia 2. Ao contrário dos anos anteriores não comecei o ano a navegar à deriva. Este 2008 começa comigo a navegar muito bem orientado, munido do kit "orientação lunar", pese embora com a novidade de ir navegar mar desconhecido, com todos os perigos e obstáculos inerentes à sua condição de estranho e adverso. Mas tenho grande confiança em que não me perderei e em que terei ajuda na condução do navio. Mais um navegador deste pais de marinheiros se irá aventurar no desconhecido, com fé num regresso em glória.&lt;br /&gt;O 2007 foi-se embora, e pese embora não me ter facilitado a vida, deixou-me feliz. Que mais se pode pedir? Que 2008 ao chegar ao fim me deixe com o mesmo sorriso com que me encontrou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esteve quem tinha que estar e os que quizeram estar. Acreditem ou não, até S.Bento esteve, partilhou. E é um guloso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom 2008 para todos, e fiquem bem, á luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-9072104592911436304?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/9072104592911436304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=9072104592911436304&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/9072104592911436304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/9072104592911436304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2008/01/bom-dia-e-bom-ano.html' title='Bom dia e Bom Ano!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7072659312613883664</id><published>2007-12-27T22:57:00.000+01:00</published><updated>2007-12-27T23:29:07.687+01:00</updated><title type='text'>Curta-Metragem. Com dúvidas, consciências, inconsciências, confissões, pedidos e desejo. Guião com poucas linhas, aberto a delírios de realização!</title><content type='html'>Porque será que quanto mais quero, menos consigo?&lt;br /&gt;Porque será que quanto mais me entrego, menos me aceitam?&lt;br /&gt;Porque será que quanto mais valorizo, menos importância tenho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não tenho quinze anos. Já não tenho a inocência e a ingenuidade de pensar que tudo acontecerá em conformidade com os meus sonhos. Que tudo se conjugará na perfeição como se fosse um puzzle de meia dúzia de peças.&lt;br /&gt;Mas também não tenho sessenta anos. Ainda não consigo ter a resignação de quem toda a vida quiz e nunca conseguiu. Não quero ter a consciência de quem podia ter vivido uma vida feliz e aceitou simplesmente a que lhe permitiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que as coisas são como são. Enquanto nós quizermos que sejam.&lt;br /&gt;Sei que é díficil encontrar outros motivos de realização. Mas que não é impossivel.&lt;br /&gt;Sei o tão confortável que é simplesmente esperar que as coisas aconteçam por si. E também conheço o desespero de quando não acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje sei o que é ser amado, mas mantenho o meu maior defeito, o egoísmo. Continuo a querer sempre mais.&lt;br /&gt;Estou aqui. Cheguei aqui. Por ti. Quero ficar. Contigo. Não deixes de me amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7072659312613883664?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7072659312613883664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7072659312613883664&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7072659312613883664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7072659312613883664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/curta-metragem-com-dvidas-conscincias.html' title='Curta-Metragem. Com dúvidas, consciências, inconsciências, confissões, pedidos e desejo. Guião com poucas linhas, aberto a delírios de realização!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3030125912603210564</id><published>2007-12-26T20:28:00.000+01:00</published><updated>2007-12-26T21:01:17.803+01:00</updated><title type='text'>Tic Tac da Porta Aberta</title><content type='html'>O Natal passou. E passou muito bem. Foi dos bons, daqueles que deixam marca. Não o esquecerei.&lt;br /&gt;E hoje dou por mim com um relógio no pulso. Lindo!&lt;br /&gt;Mais que um relógio de marcar horas, um sinal dos tempos. Que os tempos mudam, que são novos os tempos.&lt;br /&gt;A memória da vivencia deste Natal e o girar dos ponteiros do meu relógio novo, trazem-me uma confiança acrescida nos tempos futuros.&lt;br /&gt;Saiba eu ao olhar os ponteiros, que o avançar do tempo obedece a tempos próprios. Mais que um fácil trocadilho de palavras, é um desafio à minha impaciência.&lt;br /&gt;Meu S. Bento, o meu muito obrigado. E mais uma vez, peço a tua ajuda, para que consiga compreender e respeitar todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparem-se todos para os novos tempos. Vivam-nos! E fiquem bem à luz da Lua!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3030125912603210564?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3030125912603210564/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3030125912603210564&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3030125912603210564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3030125912603210564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/tic-tac-da-porta-aberta.html' title='Tic Tac da Porta Aberta'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4047079475580498021</id><published>2007-12-24T16:17:00.000+01:00</published><updated>2007-12-24T16:25:20.115+01:00</updated><title type='text'>Natal Lunar</title><content type='html'>Simplesmente é Natal. Noite de Amor! De Vida! De esperança no Futuro! Noite de Fé!&lt;br /&gt;Vai ser noite de Lua Cheia! E eu vou estar muito bem à luz da Lua. Onde quero estar.&lt;br /&gt;Feliz Natal a todos! Vivam de coração aberto este primeiro Natal da era Lunar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natal, fiquem bem à luz da luminosa Lua!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4047079475580498021?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4047079475580498021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4047079475580498021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4047079475580498021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4047079475580498021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/natal-lunar.html' title='Natal Lunar'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4223766455536083311</id><published>2007-12-23T16:25:00.000+01:00</published><updated>2007-12-23T17:56:41.615+01:00</updated><title type='text'>Não há pai para Deus</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Enquanto despia a alva branca que envergava, após ter acolitado na Eucarístia de Domingo, a criança atira sobre a sua catequista: "Quem é o pai de Deus?" Sim, porque se Jesus é filho de Deus, de quem será neto? E não faz sentido, tão importante entidade ser filha de pai incógnito. Resumiu a criança de oito anos, na sua ingenuidade e curiosidade, milhares de anos de ateísmo militante. Quantos tratados já se escreveram sobre o tema, quantos ilustres pensadores já dissertaram sobre as origens da religião e das crenças. Mas até hoje, ninguém consegiu através da razão responder à inocente pergunta da mais inocente criança. Também nenhum tratado de Teologia ou Epístola Papal tem a desejada resposta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não vou ser eu a responder, claro que não. Tenho para mim a resposta, mas há perguntas que cada um de nós tem que ter a sua própria resposta. Trouxe esta criança à Luz da Lua apenas para me ajudar a introduzir um outro tema, mais terreno, mais meu. Porque insitimos todos - sem excepção - tentar encontrar através da Razão resposta para todas as questões, sendo que a maioria delas - diz-nos a mesma Razão - não tem resposta racional. Porque nos tentamos esconder de tudo o que não conseguimos explicar, mas sentimos, atrás da nossa pretensa racionalidade? Porque se foge do que não compreendemos, mesmo que nos sintamos bem com o que não tem explicação? Porque nos é tão díficil assumir um "não sei, não importa, não quero saber" e nos preocupamos apenas a viver o mais intensamente possivel o que sentimos, mesmo sem saber o porque o sentimos? Que interessa saber se Deus tem pai?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Existe medida para tudo. E a Razão não é a medida certa para os sentimentos, nem para as emoções. Apenas os reprime, ofusca e mata. Não os consegue medir. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Eu vivo um turbilhão de emoções. Habitam em mim sentimentos maiores que eu. Que por falta de espaço - e não sou propriamente pequeno - por vezes transbordam, e como qualquer enxorrada, não escolhem o caminho certo, nem anunciam hora e fazem vítimas não escolhidas. Mas uma coisa garanto: não vou perder tempo em tentar racionalizar. È contraproducente. Quanto mais me preocupar em controlar racionalmente os efeitos do que sinto, menos me dedico às suas causas. E são sempre as causas que devem ser combatidas ou acarinhadas. As causas do que sentimos são o verdadeiro motor do tractor que puxa as nossas vidas. E acredito que as causas nos são sempre conhecidas, podemos em querer não as assumir ou revelar, escondendo-nos atrás da falta de Razão para elas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O tempo foge. Vai e já não volta. Como a Vida, ao passar, torna-se irrepetível - a minha, a vossa, ou uma qualquer vida. Sem Razão, ou por muitas razões induzidas ou deduzidas. Mas o que importa é o facto de só termos uma, e não raras vezes, apenas dispômos de uma oportunidade de a agarrar, em tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A paixão e o amor à Lua trouxeram-me a consciência do tempo, das perdas de tempo, da falta de tempo, da importância dos tempos que passam e não se repetem. Trouxe-me também a convicção que o que realmente me move e contenta, me importa e marca, são os sentimentos que transporto e transmito, as emoções que vivo e faço viver. Tudo o mais é razão pura. Tudo o mais, são tratados dedicados a explicar a uma criança de oito anos, o que não tem sequer explicação. Déscartes há "alguns" anos atrás fez também a sua "Crítica da Razão Pura", arrasando Kantianos e Hegelianos. A mim, não me importa ter razão. Não sou um pensador, não quero fazer mais um inútil tratado sobre o meu pensar ou o dos outros. A mim, apenas me interessa conseguir viver o tempo que sempre foge, no mundo das emoções e deixar transbordar os sentimentos. Hoje acredito que hà coisas que ou se vivem ou se pensam nelas. Prefiro viver. Fácil? Não. Fácil é elaborar teorias, construir problemas e muros. Fácil é escrever textos - como este - que querendo dizer muito, não serve a ninguém. Dirigir sentimentos, aproveitar emoções, viver o tempo a tempo com paixão e amor, é - pelo menos para mim - mais díficil. Mas, porque a Lua existe, não vou ser dado a facilidades. E tudo farei para lhe conseguir dár resposta - um dia atrás do outro - através do meu sorriso e mão estendida, à dúvida do ano passado neste mesmo dia. É isso que me faz sentido, sem Razão ou razões. Mas com muito desejo. E com desejos de sem Razão ser feliz a fazer feliz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Prefiro o risco de tentar, ao cómodo - embora não pareça - que é apenas querer arranjar razões que a própria Razão desconhece. Prefiro o beijo ao suspiro. O abraço ao aceno. O transpirar à lágrima. O perder tempo a amar ao ter tempo demais para pensar nisso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Deus tem pai. Por muito estranho que pareça, é pai de si próprio. Mas isso até uma criança de oito anos sabe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;É quase Natal e não é fácil escrever o que sinto. Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4223766455536083311?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4223766455536083311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4223766455536083311&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4223766455536083311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4223766455536083311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/no-h-pai-para-deus.html' title='Não há pai para Deus'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-3780381689003690991</id><published>2007-12-21T15:49:00.000+01:00</published><updated>2007-12-21T16:01:05.024+01:00</updated><title type='text'>Outro tipo de Boas Festas, é preciso!</title><content type='html'>Hoje é um daqueles dias em que as nossas caixas de e-mail pessoais ou de empresa são inundadas por mensagens de Boas Festas. Compreendo o porquê. Respeito, agradeço e retribuo. Mas ao mesmo tempo acredito que para as pessoas que realmente nos importam, de quem realmente gostamos e amamos, temos forma de ser mais intensos e originais. Bastará estar atentos, conhecê-los e fazer um esforço para lhes corresponder àquilo que sabemos que mais valorizam, que mais nos necessitam. Bastam provas de Amor. Porque se nos remetermos apenas ao sentimento natalício, já houve quem tivesse dito que:&lt;br /&gt;"A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio dos nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas Festas, e fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-3780381689003690991?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/3780381689003690991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=3780381689003690991&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3780381689003690991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/3780381689003690991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/hoje-um-daqueles-dias-em-que-as-nossas.html' title='Outro tipo de Boas Festas, é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5394618590425541664</id><published>2007-12-19T21:44:00.000+01:00</published><updated>2007-12-19T21:53:24.033+01:00</updated><title type='text'>Intervalo</title><content type='html'>Hoje fechei um ciclo da minha vida. Com tudo o que teve de bom e menos bom, com tudo o que aprendi e partilhei. Ficam cinco bons amigos. E um carinho especial por aquela zona do pais. Sempre pensei que quando este dia chegasse seria para "assentar arraiais", mas as curvas do destino alteraram a linha desse meu horizonte. Daqui a pouco um outro ciclo terá inicio. Ainda mais exigente, decerto muito mais penoso. Que o balanço no final, seja tão positivo como o que hoje faço. Agora entro em tempo de intervalo, entre ciclos, tipo férias escolares entre periodos lectivos. Tempo de descanço e ao mesmo tempo de preparação e estudo.&lt;br /&gt;Mas para ser sincero, o que realmente neste momento me ocupa o espirito e anima o corpo, é que o meu beijo vem a caminho. Tenho saudades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico à espera do reencontro, e que fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5394618590425541664?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5394618590425541664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5394618590425541664&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5394618590425541664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5394618590425541664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/intervalo.html' title='Intervalo'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5871165460499338817</id><published>2007-12-19T14:15:00.000+01:00</published><updated>2007-12-19T14:40:27.748+01:00</updated><title type='text'>Perdidos e achados</title><content type='html'>De um momento para o outro, sem sequer dar conta, perdi-me.&lt;br /&gt;Perdi-me no meio de tanto querer não me perder.&lt;br /&gt;Perdi-me enlaçado por tão grande querer bem.&lt;br /&gt;Perdi-me, talvez, neste meu amar desmedido.&lt;br /&gt;Perdi-me, mas sei onde estou.&lt;br /&gt;Perdi-me, mas acredito que o caminho existe. E sei qual é.&lt;br /&gt;Mas confesso que me perdi.&lt;br /&gt;Perdi-me na confissão cruel, mas decerto real, que não consegue...&lt;br /&gt;Perdi-me na sua razão de querer estar só.&lt;br /&gt;Perdi-me entre a minha incapacidade de lhe mostrar que posso ser caminho.&lt;br /&gt;Perdi-me porque se acercou de mim, no meio das minhas grandes certezas, a dúvida.&lt;br /&gt;A dúvida, de que se pode ter perdido.&lt;br /&gt;De um momento para o outro, como todas as coisas importantes, daquelas que ficam e transformam.&lt;br /&gt;Assim me sinto eu perdido.&lt;br /&gt;Perdido por ter consciência que tudo o que tenho, que tudo o sou, está empenhado.&lt;br /&gt;Perdido porque quero tanto dár-lhe a mão e fazer caminho. E confessa, hoje entendo, não saber se o caminho que quer encontrar se faz com a minha mão na sua.&lt;br /&gt;Resistirei? Claro que sim.&lt;br /&gt;Persistirei? Claro que sim.&lt;br /&gt;Haverá caminho? Claro que sim.&lt;br /&gt;Amo para nos encontrar? Sem dúvida.&lt;br /&gt;Mas, há dias em que me perco. Em que não sei por onde ir, querendo muito que não houvessem dúvidas.&lt;br /&gt;Com ou sem razão, o meu fundo de alma apaixonada, pergunta-se se estará a conseguir dizer: Dá-me a mão Amor, faz caminho comigo e encontremo-nos os dois.&lt;br /&gt;Assim, de um momento para o outro, e mais uma vez, perco-me e acho-me. Por que te amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria tanto dár-te um beijo! Fiquem bem à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5871165460499338817?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5871165460499338817/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5871165460499338817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5871165460499338817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5871165460499338817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/perdidos-e-achados.html' title='Perdidos e achados'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-5595623356707011780</id><published>2007-12-15T22:45:00.000+01:00</published><updated>2007-12-15T23:01:01.684+01:00</updated><title type='text'>Tenho frio</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Está frio. Tenho frio. Sinto-me frio. Onde andará o calor que me falta, que me faz falta? Para onde fugiu? Procuro-o e não o encontro, parece que se esconde de mim. Quando será que volta? Porque não quererá aquecer-me? Vou aguentar o frio e continuar a perseguir o calor que me falta por onde penso que o poderei encontrar. Quero muito aquecer-me e manter-me quente. Decerto que na Alemanha me vai fazer falta sentir-me quente, e não é decerto lá que o calor se esconde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mantenham-se quentes, e fiquem bem à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-5595623356707011780?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/5595623356707011780/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=5595623356707011780&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5595623356707011780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/5595623356707011780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/tenho-frio.html' title='Tenho frio'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-4504654089694094651</id><published>2007-12-14T20:48:00.000+01:00</published><updated>2007-12-14T21:16:42.626+01:00</updated><title type='text'>Ligas tu? Desligo eu?</title><content type='html'>A minha vida - e acredito que não só a minha - é feita de ligar e desligar botões. Interruptores que controlam ou descontrolam a vontade, o querer, o desejo, a necessidade. Há aqueles que se ligam ou desligam de forma inconsciente, e que ao tomar consciência me apresso a colocar novamente na posição original ou então deixo ficar porque assim até está melhor. Outros há que antes de mudar de posição me obrigam a aturadas reflexões, provocam sentimentos vários, equaciono todos os cenários. E por consciente, o acto de ligar ou desligar um desses botões, tem necessáriamente consequências a partir do instante imediato e não se sabe até quando.&lt;br /&gt;Acredito que esta problemática do "liga/desliga" - consciente - não é apenas minha. E por esse motivo, por vezes,  o ligar de um botão por parte de uma pessoa, pode evitar o desligar do mesmo comando por parte de outra. As relações são então dois paineis de botões separados mas que se pretendem funcionar em sincronia. Neste momento opto por ajudar a fazer ligar botões no painel que não controlo. Em consciência, julgo que para o ideal funcionamento da "máquina" é mais saudável que eu desligar botões do meu painel. Como nas provas de ciclismo, "ora puxo eu, ora puxas tu", o objectivo é comum, completar a prova. Na "vida dos dois painéis" é parecido, ligas tu ou desligo eu. Confesso que sou fã dos interruptores ligados, aqueles da corrente contínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liguem os botões certos, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-4504654089694094651?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/4504654089694094651/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=4504654089694094651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4504654089694094651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/4504654089694094651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/ligas-tu-desligo-eu.html' title='Ligas tu? Desligo eu?'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-6823792314668070013</id><published>2007-12-12T16:09:00.000+01:00</published><updated>2007-12-12T16:12:20.682+01:00</updated><title type='text'>O beijo da Lua</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Há momentos, instantes, que mudam uma vida.&lt;br /&gt;Sem pensar, nem saber o que esperar, simplesmente arriscando o deixar serem as emoções a conduzir os movimentos e gestos, a escolherem as palavras e os silêncios.&lt;br /&gt;Ouso confessar que sempre que me "armei" em ser inteligente e racional, para o qual cada passo tinha que ser medido e pesado através de complexos processos construidos de premissas e variáveis analizadas à luz da razão e do conhecimento - do que se tem e do que se julga ter - nunca obtive os resultados que tinha a certeza racional de vir a conseguir. Quando dei um beijo, empurrado pela emoção e com o coração aos saltos, nervoso como aos quinze anos, e longe de conseguir iniciar qualquer tipo de equação racional, mudei a minha vida. Total e completamente. E para muito melhor.&lt;br /&gt;Quero continuar a pensar que vou ser capaz de abdicar da razão sempre que a emoção fale mais alto. Hoje comemoro a vitória do beijo sobre o QI. E quem não arrisca nada, arrisca ainda mais.&lt;br /&gt;E hoje, quero mais um beijo, dos eternos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um viva aos beijos capazes de fazerem de nós mais felizes! Fiquem bem, à luz da Lua.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-6823792314668070013?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/6823792314668070013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=6823792314668070013&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6823792314668070013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6823792314668070013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/o-beijo-da-lua.html' title='O beijo da Lua'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8942105685390750432</id><published>2007-12-06T21:10:00.000+01:00</published><updated>2007-12-06T21:43:33.852+01:00</updated><title type='text'>As dúvidas e desejos de um Trovador</title><content type='html'>Poucas coisas há que me custem mais, que me doam mais que o tomar consciência da ilusão de mudança sobre coisas que nunca mudam. A espera que não era para ser. A noite que era para ser até ser dia e foi dia sem haver noite. O riso solto que seria não fosse abafado por um cerrar de lábios em profundo silêncio. A loucura que nunca chegou por presa a tudo e a nada. A consciência que existe mas não se manifesta. O que se quer primeiro e fica sempre no fim.&lt;br /&gt;Só quero que haja uma coisa que nunca mude. A perseverança que também sinto ainda em esperar que a mudança aconteça e a ilusão seja realidade. Que vale a pena.&lt;br /&gt;E o relógio não pára. O calendário também não. E à distância a dor aumenta quando se tem por incerto a certeza que se quer tanto ter. Mantenho a convicção de que a trova há-de chegar ao seu destino. E que o Amor descobrirá outras formas de dizer: Amo-te! Quero-te! Já!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a Lua me abrace, e que fiquem bem, à luz da Lua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8942105685390750432?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8942105685390750432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8942105685390750432&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8942105685390750432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8942105685390750432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/as-dvidas-e-desejos-de-um-trovador.html' title='As dúvidas e desejos de um Trovador'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8215929496001483094</id><published>2007-12-04T01:04:00.000+01:00</published><updated>2007-12-04T02:20:56.210+01:00</updated><title type='text'>Era uma vez e uma vez foi. Desliguem o complificador e vivam o seu leite! Ou simplesmente, respondam-me: Quanto custa uma vaca?</title><content type='html'>Sempre gostei de começar as histórias com um "era uma vez". Talvez por me estar gravado na memória de menino nos bancos de escola, ou talvez de forma mais pragmática, porque me faz parecer que estou a contar as histórias a partir de fora e de um tempo passado mesmo podendo não o estar ou não o ser. Mas gosto. E hoje vou fazê-lo:&lt;br /&gt;Era uma vez uma leiteira - lembrár-se-ão, mais que não seja dos livros da primária, que existiam pessoas que vendiam leite porta a porta, transportando à cabeça as vasilhas, por vezes enormes mas sempre pesadas, de leite fresco, que tinhamos que ferver antes de beber pois o dito leite ia parar à vasilha directamente da teta da vaca, sem qualquer tipo de outro tratamento e por vezes com "mistura" do meio envolvente, vulgo curral - que ia alegremente com a sua vasilha de barro à cabeça, cheia de leite - a vasilha - cheia de esperança - a leiteira. Menina nova, arrancada à meninice e aos bancos da escola pela necessidade e tradição familiar. Ia subindo a rua, pela ingrime e escorregadia calçada - não, não se chamava Luisa - e entre os cantados pregões a anunciar a sua presença, a leiteira menina ia pensando na sua vida e fazendo planos para o seu futuro. Pensava ela para si que se a vasilha que carregava à cabeça era suficiente para cem medidas de leite e que vendia cada medida a 10 tostões, se vendesse o conteúdo de toda a vasilha faria 10 escudos. Ora se aplicasse toda a receita na compra de mais leite, seria suficiente para comprar no dia seguinte não uma mas duas vasilhas e que se vendesse estas por inteiro no dia seguinte poderia comprar quatro vasilhas de leite. Se durante um mês vendesse quatro vasilhas por dia, teria ganho o suficiente para comprar uma vaca e passados dois meses seriam já duas vacas suas, o que decerto a obrigaria a ter gente a trabalhar para si e que venderiam mais vasilhas ainda. Estava já a menina leiteira dona de uma grande vacaria e quase a deixar de trabalhar, quando uma pedra mais limada da calçada a fez escorregar e em cacos a vasilha de barro. O leite junto com os sonhos do dia escorria rua abaixo.&lt;br /&gt;Não há mal nenhum em sonhar, mas os olhos devem estar sempre no caminho. Qual caminho? No que se fizer, tal como o Antonio Teixeira nos ensinou. Faz-se caminho ao andar. Mas por vezes o caminho é feito de pedras soltas e podemos perder uma vida a subir e descer calçada, sempre sobre o leite derramado na véspera.&lt;br /&gt;Sei - e assim deve ser - que cada um retirará deste escrito o que lhe aprouver. Eu fico para mim com o "era uma vez". Foi o inicio e foi também o fim da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitem derramar o leite. Assim não o terão que chorar. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8215929496001483094?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8215929496001483094/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8215929496001483094&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8215929496001483094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8215929496001483094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/12/era-uma-vez-e-uma-vez-foi-desliguem-o.html' title='Era uma vez e uma vez foi. Desliguem o complificador e vivam o seu leite! Ou simplesmente, respondam-me: Quanto custa uma vaca?'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7156443844292259853</id><published>2007-11-29T20:21:00.000+01:00</published><updated>2007-11-29T20:32:27.211+01:00</updated><title type='text'>Aproveitar o fim de semana, é preciso!</title><content type='html'>Amanhã é Sexta-Feira. Até aqui nada de novo. Usualmente as Sextas sucedem as Quintas e antecedem os Sabados. Esta semana também assim será, crêam-me. O que esta Sexta tem de diferente das outras está em Estremoz. A Cozinha dos Ganhões. Mais que um certame gastronómico e ponto de encontro de apreciadores de boa pinga, é um encontro com o que de mais genuino ainda se pode encontrar da cultura e modo de ser alentejano. Tal como os muçulmanos rumam a Meca, eu rumarei a Estremoz este fim de semana. Se quizerem, apareçam. E não se preocupem se olharem o céu e lá faltar alguma coisa. A Lua vai comigo, iluminar a planície e retemperar forças nas frias noites alentejanas onde todo o calor é bem vindo. Mais um atractivo dos Ganhões deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem o fim de semana, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7156443844292259853?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7156443844292259853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7156443844292259853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7156443844292259853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7156443844292259853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/aproveitar-o-fim-de-semana-preciso.html' title='Aproveitar o fim de semana, é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-83730484303483026</id><published>2007-11-28T19:48:00.001+01:00</published><updated>2007-11-28T20:43:03.230+01:00</updated><title type='text'>Em tom de estar estranho. Eu, a Vida, as coisas da dita e o Sr.Scolari ou o fascínio pelos títulos longos, sempre à luz da Lua</title><content type='html'>Estou estranho. Sinto-me estranho. O que é estar estranho? Estranho é ter que fazer a pergunta. Ou não? Será que o estranho é estar estranho não sabendo porque se está estranho e nem sequer o que é estar estranho? Bom. Ponto de ordem ao post - já que dizer ponto de ordem à mesa soaria, no mínimo, estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar triste, não estou. A tristeza não é o que sinto, não tenho porque senti-la e sobre a tristeza espero já dter dito o suficiente até ao post 1001. Estar alegre, não estou. Alegria é sentimento que só sinto em momentos de partilha activa - e este, embora de partilha, é de partilha passiva, pois não os vejo, não os sinto, nem sequer sei se me lêem e muito menos se me entendem ou tentam ou ainda se me responderão através dos meios que têm para o efeito. Portanto, e para resumir, que a Vida não está para perdas de tempo com devaneios sem sentido - pese embora eu tenha começado uma nova vida a partir de um desses devaneios perdidos - não meu, é claro, porque os meus nunca fizeram nascer nada, antes pelo contrário - se não estou triste nem alegre, estou estranho. Não vos peço para concordarem, peço-vos que tentem entender este novo dogma que hoje aqui faço nascer - dogma sim, porque sou muito dado às coisas do Dívino e acredito que há coisas que são mentiras incontestáveis até eu querer contesta-las. Se não estou triste e tanpouco alegre, estou estranho - ponto. Porque estou estranho? Ora aí está uma das premissas dos dogmas. Não sei. Não se explica. Simplesmente estou e para esse facto - que é real - peço a vossa compreensão. Claro que poderia tentar explicar ou tentar arranjar desculpas ou explicações para o porquê do estar estranho - e com ele vos estar a fazer perder tempo precioso das vossas alegrias ou tristezas - mas não o vou fazer porque simplesmente estou estranho. E tenho para mim, que o estranho é precisamente não se saber, ou ter certeza, do que se tem e ou do que se passa conosco ou à nossa volta, sabendo-se o que se quer e onde se está e quer chegar. Respeite-se o dogma e fiquemo-nos por aqui, o que já não é pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa é álcançar, respeitando as regras, os adversários e os colegas, fazendo cálculos que se mostrem no fim correctos. Podendo cometer erros de táctica, confundindo por vezes posições e esquemas, mas nunca escondendo a estratégia e mostrando-se esta no fim vencedora. O que importa é estar lá, lá junto daqueles que também sonham, também sofrem, mas que também vencem. A Vida, por vezes, não é bonita de viver nem fácil de viver, poderia e deveria ser diferente, mas a isso nós chamamos sacrifícios necessários, ou azares, conforme sejamos no fim, vencedores ou perdedores. E uma coisa é certa, são precisos mais Scolaris para fazerem entender que nem sempre se pode juntar o útil ao agradável. Mais cedo ou mais tarde, aquilo que nos contenta, é o resultado, a eficiência. No futebol ou na Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título longo, texto longo. Não há decerto correlação vinculativa. Apenas aconteceu. E aconteceu no dia, onde um dogma nasceu. Estou estranho. Mas estou bem, pois estou à luz da Lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero os vossos pouco dogmáticos comentários - sim espero - senão escreveria cartas em papel e queimáva-as depois dos desabafos. Mas comentem, ou não, que estejam bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-83730484303483026?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/83730484303483026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=83730484303483026&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/83730484303483026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/83730484303483026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/em-tom-de-estar-estranho-eu-vida-as.html' title='Em tom de estar estranho. Eu, a Vida, as coisas da dita e o Sr.Scolari ou o fascínio pelos títulos longos, sempre à luz da Lua'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-6076907032357822894</id><published>2007-11-27T12:47:00.000+01:00</published><updated>2007-11-27T13:04:21.309+01:00</updated><title type='text'>Sabedoria chinesa ou como por vezes nos esquecemos do óbvio. Lembrar é preciso!</title><content type='html'>"Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo."&lt;br /&gt;                    Liang Tzu (1900-1974)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como? Não tenho resposta para essa grande questão da Humanidade. Apenas sei que ter consciência da necessidade torna urgente uma resposta individualizada. Eu por mim, tenho que assumir a necessidade e perseverar na consciência pode ser caminho. Por isso já comecei ontem, ou antes disso. Se quizerem, soltem um grito através da barbas brancas do "tal" que eu já conheci. Aproveitem e olhem bem para ele. Pode ser que ajude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom dia e fiquem bem, à luz da Lua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-6076907032357822894?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/6076907032357822894/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=6076907032357822894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6076907032357822894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/6076907032357822894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/sabedoria-chinesa-ou-como-por-vezes-nos.html' title='Sabedoria chinesa ou como por vezes nos esquecemos do óbvio. Lembrar é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7097280851527228108</id><published>2007-11-26T15:27:00.000+01:00</published><updated>2007-11-26T15:46:21.630+01:00</updated><title type='text'>Aprender a importância das coisas, é preciso!</title><content type='html'>Hoje proponho uma pausa para uma pequena leitura. Para uns minutos de introspecção. Cada vez mais, são precisos bons exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tic-tac do coração calara-se de repente. A agulha que desenhava uma linha quebrada no papel do electrocardiograma suspendera-se, quieta. Um borrão no papel assinalava o instante exacto em que o coração parara de bater. Do fundo do coma onde estava mergulhado há dias, ele ouviu distintamente o silêncio das máquinas e depois a campainha de alarme que soou na mesa das enfermeiras da sala de reanimação. Viu-as a correr até á sua cama, a 6-A, viu-as ligar para a sala dos médicos pelo intercomunicador, viu-as preparar a máquina de reanimação. Viu toda a agitação e alvoroço dos seus gestos, em contraste com a absoluta calma que ele experimentava. Sentiu ternura por elas, por se preocuparem assim consigo. Apeteceu-lhe dizer-lhes que morrer não era afinal tão difícil.Estava morto há uns cinco minutos quando chegou a médica. Mesmo de olhos fechados, ele via tudo, mesmo morto, ouvia as vozes e sentia tudo. viu que a médica era nova, tinha uns olhos azuis, meigos e lindos, olheiras fundas, um pescoço comprido e magro. Ela pousou-lhe as mãos no peito e pressionou-o levemente. Estava a falar com ele em pensamento e ele conseguia ler-lhe o pensamento:"Vou tentar trazer-te de volta à vida. Mas não sei se consigo e nem sei se é isso que queres. Neste instante, tu estás morto e sabes infinitamente mais do que nós. Só tu sabes, mas não me podes dizer, se queres continuar a viver ou se queres ficar em paz. Vou tentar que vivas, perdoa-me se isto força a tua vontade." Encostou-lhe os eléctrodos ao peito, e deu-lhe uma descarga contínua e profunda. Pareceu-lhe que o peito tinha rebentado, a dor foi atroz e ele gritou por dentro, sem mover a boca. Depois, no silêncio que se tinha feito na sala, recomeçou a ouvir outra vez o mesmo tic-tac monótono de um coração a bater e era o seu. Ela tinha-lhe interrompido a morte, tinha-o chamado de volta, como só os deuses podem. Havia um destino traçado e ela trocara-lhe as voltas. Saiu do hospital dez dias depois e lentamente retomou a sua vida. Era uma sensação estranha estar de regresso ao mundo dos outros e que agora voltava s ser também o seu, caminhar no meio dos outros, ouvi-los falar, rirem-se ou queixarem-se da vida, e de novo ele sentia, como na sala de reanimação a sensação de ser um semi-ausente, vendo os outros de fora, como um espectador. Ao cabo de um mês desta difícil adaptação, decidiu-se por mandar um ramo de flores à médica dos olhos azuis, com um cartão onde escreveu: "Trazer-me de volta à vida foi um trabalho bonito, ma incompleto. Não quererá você completá-lo?" A resposta demorou outro mês a chegar e chegou ao fim de um dia em que ela se encontrou a si própria exausta e perdida, depois de doze horas de hospital e de ter desligado as máquinas a dois doentes que lhe morreram nas mãos. Eram onze da noite, ela despiu a bata, caminhou pelo longo corredor do hospital até à saída, imaginou a casa vazia à sua espera, o jantar frio para ser aquecido, o silêncio à sua volta e uma almofada para pousar a cabeça. Pensou que as coisas deveriam fazer mais sentido do que isso e foi então que lhe telefonou, porque, quem sabe, talvez ele tivesse uma resposta para ela ou ela uma resposta para ele. Foi um processo longo e difícil, como sempre o são as aproximações entre duas pessoas habituadas a estarem sózinhas. Primeiro parece fácil, é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. Mas depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que parece instalar-se onde dantes estava a intimidade. É preciso saber passar tudo isso e conseguir chegar mais além, onde a cumplicidade - de tudo, o mais difícil de atingir - os torna verdadeiramente amantes. Mas eles conseguiram-no, por vezes pisando os destroços do que parecia definitivamente perdido, mas seguindo em frente, quase com o desespero dos náufragos. Estão juntos há oito anos, para a vida, dizem eles, e eu acredito. Há oito anos que ela descansa o seu cansaço no ombro dele, que ele alisa o seu pescoço comprido, lhe apaga as olheiras e adormece com uns olhos azuis e ternos vigiando o seu sono.&lt;br /&gt;Miguel Sousa Tavares in "Não te deixarei morrer, David Crockett"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será preciso dizer mais? Ou estará tudo dito, quando nos contam que a vida não é só respirar o suficinte para nos mantermos em pé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirem as vossas conclusões. Eu já tirei as minhas. E fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7097280851527228108?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7097280851527228108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7097280851527228108&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7097280851527228108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7097280851527228108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/aprender-importncia-das-coisas-preciso.html' title='Aprender a importância das coisas, é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-8718038103497696403</id><published>2007-11-25T21:43:00.000+01:00</published><updated>2007-11-25T21:47:10.294+01:00</updated><title type='text'>Como dói ver a tristeza através de umas barbas brancas que hoje conheci</title><content type='html'>Não conhecia a tristeza, até hoje. Não conhecia o pânico, até hoje. Se calhar, não sabia verdadeiramente o que é amar e querer cuidar, até hoje. Experimentei um muito querer e nada poder, um nada saber que fazer ou dizer. Apenas pensava e repetia para mim em silêncio: Amo-te. Não suporto vêr-te assim infeliz. Amo-te. Que posso fazer? Hoje dei de caras com o que realmente sinto, sem as suas máscaras e romântismos, sem lírismos e sem palavras. Hoje aprendi que a dor que mais me dói afinal não é a minha. E como lhe dói. E como eu compreendo a sua dor. E não partilho a sua dor. A dor - soube-o hoje - é minha também. Até hoje, as vezes que me disse triste, afinal não o estava. Era outra coisa qualquer, porque a tristeza conhecia hoje. E apresentou-me o Amor. Hoje vi-lhe a cara, por instantes, olheio-o nos olhos. Por instantes tive medo dele. Há sensações que não se explicam, por isso não se culpem se não entenderem o que escrevo. Só sei que fiquei a saber que não é só o Pai Natal que tem barbas brancas. E que é possivel ficar mudo e sem norte por me engasgár com o não saber que dizer quando a tristeza cai sobre Aquela que ilumina estas páginas. Seja eu capaz de ajudar ao regresso do seu sorriso, pelas barbas brancas que hoje conheci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se puderem, fiquem bem, à luz da Lua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-8718038103497696403?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/8718038103497696403/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=8718038103497696403&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8718038103497696403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/8718038103497696403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/como-di-ver-tristeza-atravs-de-umas.html' title='Como dói ver a tristeza através de umas barbas brancas que hoje conheci'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4177242150309998817.post-7958875281696064925</id><published>2007-11-21T12:41:00.000+01:00</published><updated>2007-11-21T13:38:29.446+01:00</updated><title type='text'>Um grito é preciso!</title><content type='html'>"Às vezes é no meio do silêncio,&lt;br /&gt;Que descubro o Amor em teu olhar;&lt;br /&gt;É uma pedra! É um grito! Que nasce em qualquer lugar.&lt;br /&gt;Às vezes é no meio de tanta gente,&lt;br /&gt;Que descubro afinal aquilo que sou;&lt;br /&gt;Sou um grito ou sou uma pedra,&lt;br /&gt;De um lugar onde não estou...&lt;br /&gt;Às vezes sou o tempo que tarda em passar,&lt;br /&gt;E aquilo em que ninguém quer acreditar;&lt;br /&gt;Às vezes sou também um sim alegre ou um triste nâo...&lt;br /&gt;E troco a minha vida por um dia de ilusão,&lt;br /&gt;E troco a minha vida por um dia de ilusão.&lt;br /&gt;Às vezes é no meio do silêncio,&lt;br /&gt;Que descubro as palavras por dizer;&lt;br /&gt;É uma pedra ou é um grito,&lt;br /&gt;De um amor por acontecer.&lt;br /&gt;Às vezes é no meio de tanta gente,&lt;br /&gt;Que descubro afinal para onde vou;&lt;br /&gt;E esta pedra e este grito,&lt;br /&gt;São a história daquilo que eu sou...&lt;br /&gt;Às vezes sou o tempo que tarda em passar,&lt;br /&gt;E aquilo em que ninguém quer acreditar;&lt;br /&gt;Às vezes sou também um sim alegre ou um triste nâo...&lt;br /&gt;E troco a minha vida por um dia de ilusão,&lt;br /&gt;E troco a minha vida por um dia de ilusão."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando continuidade à saga "É preciso!" acompanhada pela banda sonora "Festivais RTP da Canção", quem não se lembra de uma simpática senhora de meia idade, vestida de preto e sentada ao piano, que cantava com todo o sentimento estes versos - autobiográficos, arrisco -e com eles venceu o dito festival em 1984? Pois, acredito que muitos não se lembrem da Maria Guinot. Faz parte já há uns anos da galeria RTP Memória - antes até desta existir.&lt;br /&gt;Peço a vossa carinhosa compreensão para com esta minha forma "ir ao Campo Grande e voltar" de dizer o que vai na alma do Trovador. É legítima a pergunta: Que faz hoje aqui a Maria Guinot? A resposta não sendo fácil, é simples. O grito! A consciência que todos um dia acabamos por ter que é necessário dar um grito às nossas vidas. Não gritar com ela, mas gritár-lhe. No silêncio fazem-se as descobertas, mas é após o grito que vivemos as descobertas feitas e passamos a ser quem queremos ser, que nos acreditam e que perdemos a vontade de trocar uma vida por um dia de ilusão. Após o grito, as coisas acontecem e deixam de ser só pensadas. É como que o passar à acção as cenas tão pensadas e ensaiádas no silêncio do nosso intimo querer. É a tomada de consciência que o que não vivermos ficará por viver, ninguém se aproveitará dessa nossa omissão. Quantas decisões estão tomadas no intimo e passa-se uma vida sem que se tenha coragem para as concretizar, ficam-se pela vontade. Falta o grito.&lt;br /&gt;O que a Maria Guinot aqui vem fazer hoje, é dizer que se ela gritou e venceu o festival em 84, todos nós podemos com um grito, ganhar uma Vida qualquer, a que realmente e em consciência quizermos não deixar por viver.&lt;br /&gt;O meu obrigado à Maria Guinot por me ter dado a conhecer o seu grito. As minhas desculpas a todos por os ter incluido, através do sistemático uso do plural, neste meu grito. Como quase tudo na vida, fica mais fácil "no meio de tanta gente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hasta Lunes, e fiquem bem, à luz da Lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4177242150309998817-7958875281696064925?l=aluzdalua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aluzdalua.blogspot.com/feeds/7958875281696064925/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4177242150309998817&amp;postID=7958875281696064925&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7958875281696064925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4177242150309998817/posts/default/7958875281696064925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aluzdalua.blogspot.com/2007/11/um-grito-preciso.html' title='Um grito é preciso!'/><author><name>Trovador da Lua</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14781823434947498484</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
